sexta-feira, junho 23, 2017
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Sou um escritor com página do Facebook autenticada! :-)

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Pois é, demorou mas aconteceu! Sou um dos raros escritores no Brasil que possuem uma página no Facebook autenticada: com aquele símbolo azul, ao lado do nome! Este “selo” é importante pois diz aos meus leitores e amigos que a página é, de fato, minha.

Gerando, obviamente, mais credibilidade ao meu trabalho. Segue a definição do próprio Facebook sobre página autenticada:

“Se vir um selo azul em uma Página ou perfil, isso significa que o Facebook confirmou que esta é uma Página ou perfil autêntico dessa figura pública, empresa de mídia ou marca. Lembre-se de que nem todas as figuras públicas, celebridades e marcas no Facebook têm selos azuis.”

Até publiquei no meu Instagram:

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Para visitar e/ou curtir minha página, o link é este aqui:

http://facebook.com/fabricioviana.escritor

Para conhecer ou comprar meus livros:

http://fabricioviana.com/livros

POLIAMOR: Como namorar um casal?

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Independente da relação a dois, a três, aberta, fechada, poliamorosa ou não, tem uma dica fundamental para que uma relação dê certo: a integridade, entrar nela inteiro e não como “metade”. Curiosos? Assista o novo vídeo do meu canal. Aproveita, e se inscreve lá, clicando aqui.
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Gostou? Deixe comentários aqui ou no vídeo, lá no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=Z-gTClTKttA

#Psicologia Haters Back Off: O quanto você é esquisito(a)?

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Um amigo publicou no perfil dele sobre o seriado Haters Back Off e disse “É a história engraçada de uma garota sem talento que publica vídeos no Youtube e quer ser famosa!“. Bom, para quem acessa muito a Internet, parece que mais uma vez a arte imita a vida: perdi as contas de quanta gente sem talento faz vídeos no Youtube (e ainda se sentem o máximo!).

Bom, antes de assistir, fui ver as críticas: o seriado é considerado o pior já produzido pela NetFlix. E, começando a assistir, dá para entender: mostra uma “menina” cantando muito mal, seu tio frustrado e mais sem noção ainda grava e a incentiva a colocar no Youtube, “pois fará muito sucesso”! Pelo menos até os 3 primeiros episódios, é um show de falta de algo que agarre você a história, porém, no meu caso, como eu também cursei psicologia, algo me chamou a atenção.

A primeira delas é que, quando cursei psico (embora nunca desejei atuar como psicólogo, por isso uso o “bacharel em psicologia”quando assino algo: aliás, meu estudo em psico faz toda a diferença nos meus textos), existia uma garota em nossa turma que se parecia muito com a Miranda (protagonista de Haters Back Off). Não vou citar o nome desta ex-aluna, mas todos da minha sala, e professores, sabiam de suas disfunções psicossociais: no intervalo, por exemplo, ela ia jogar vôlei com o pessoal de educação física sem pedir e sem conhecer ninguém, ela simplesmente entrava na quadra e começava a jogar. Ou ainda, durante o estágio no hospital psiquiátrico, um paciente disse que via o demônio e ela, no meio da ala psiquiátrica, sentou com ele no chão, acendeu um cigarro (que não podia ali dentro) e falou com ele que ela também não só via mas também era lambida pela língua do demônio todos os dias.

Bom, essa ex-colega de sala não se formou. Chamaram ela de canto e jogaram limpo: sem condições. Até ai, tudo bem. A segunda coisa que me chamou a atenção é que, querendo ou não, todos nós temos um nível grande, médio ou pequeno de “esquisitices”. Claro que, no caso da Miranda, é exacerbado: ela realmente não tem noção ou bom senso de muitas coisas, além de atropelar tudo e todos. Como estudei sobre, eu realmente viajei nas análises. Mesmo porque, meu estudo científico quando cursei psicologia foi sobre “A origem da Esquizofrenia” do ponto de vista da teoria comunicacional (algo não muito conhecido, inclusive!). Aliás, ainda hoje é um dos ebooks que tenho mais vendidos na Amazon Brasil. Se tiver oportunidade, leia.

O ponto é que, avançando no seriado dá para perceber que ele não é tão ruim assim. Conforme passa os episódios da primeira temporada, a “comédia” vai ficando de lado e entra toda uma dramatização não só da Miranda mas de toda a sua família: inclusive de seu crush. Sim, apesar de super esquisita, ela tem um garoto lindo que tenta conquistá-la a todo o momento (tipo, se você está solteiro, que isso sirva de motivação!)(risos). Claro que não vou dar spoilers (contar o final), odeio que fazem isso – especialmente com meus livros escritos e publicados. Porém, se você tiver um pouco mais de paciência, vale assistir até o final.

Mas, novamente, eu gostei. A maioria, não. E gosto é gosto. O que eu espero que você faça, caso assista, é pensar em quantas pessoas “esquisitas” existem no mundo, ao seu redor ou até mesmo, o quanto você é esquisito. O final é incrível e nos faz pensar nas coisas que realmente são importantes na vida: para a Miranda, pra você e para todos nós.

 

Alinne Rosa agita o Bloco da Diversidade da Parada LGBT de São Paulo dia 05/03

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Folia começa no Largo do Arouche, tem Drag Queen Tchaka como apresentadora e a trans Carla Rangell como Madrinha.

Em sua quarta edição, o Bloco da Diversidade da APOGLBT, ONG responsável pela maior Parada LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) do mundo, vai às ruas do centro de São Paulo levar alegria, diversão e muita música com Alinne Rosa e diversas atrações logo após a quarta-feira de cinzas.

O Bloco da Diversidade tem como tradição divulgar a cultura do carnaval por meio de samba de raiz, samba enredo, axé e marchinhas para relembrar os bailes carnavalescos LGBT que aconteciam na capital paulista. Trata-se de uma série de ações da ONG para começar a divulgar o tema da Parada do Orgulho de 2017 que ocorrerá no dia 18 de Junho: “Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei! Todas e todos por um Estado Laico”

Dentre as atrações do bloco estão a cantora Alinne Rosa e o DJ Adipe Neto. A folia, que tem concentração as 15h, terá apresentação da Rainha das Festas Tchaka e a participação da madrinha trans Carla Rangell.

“Todas as pessoas, de todas as orientações sexuais e identidade de gênero são bem-vindas. Não por acaso somos o Bloco da Diversidade! Nosso objetivo é unir pessoas, sem preconceito, em uma grande festa cultural que reúne alegria, diversão e respeito!”, enfatiza Fernando Quaresma, presidente da APOGLBT.

Com concentração no Largo do Arouche as 15h, o Bloco da Diversidade começa seu trajeto entre 16h e 18h, passando pela Praça da República, Av. São Luís, Rua Xavier de Toledo, Av. São João, Av. Ipiranga, Praça da República e retorna ao Largo do Arouche.

A marca de cerveja Skol, mais uma vez, demonstra sua atitude pró-respeito às minorias e também confirma sua presença no Bloco da Diversidade. É o #CarnavalRedondo. Para facilitar a lembrança da data, a APOLGBT criou o link http://paradasp.org.br/blocodadiversidade e sugere que as pessoas também confirmem a participação no evento do Facebook.

SERVIÇO:

Bloco da Diversidade da Parada LGBT de São Paulo
– Data: 05 de março de 2017
– Horário: concentração as 15h, início do percurso entre 16h e 18h
– Local: Largo do Arouche – Ao lado do metrô República
– Realização: APOGLBT (http://paradasp.org.br)
– Evento no Facebook: http://paradasp.org.br/blocodadiversidade

MarkMediaBR é furada. Não pagam. Evitem!

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Assim como muita gente, também cai na besteira de me cadastrar e, pior, indicar leitores e amigos para este site. É muito raro eu fazer isso. E mesmo com algumas suspeitas, eu só o fiz porque o Jonathan Petenao (um dos leitores meus) garantiu que funcionava. Em todo o caso, após minha indicação, muita gente que eu indiquei continuava desconfiada. Até que o próprio Jonathan gravou um vídeo no Facebook dele dizendo que não, que tudo era real:

Porém, embora ele (e nem eu) garanta absolutamente nada do serviço atual, tem alguns dias que o sistema do MarkMediaBR não funciona. Os vídeos não abrem e quando abrem, você não consegue realizar as pesquisas.

O pagamento está programado para ser feito após o dia 6 de cada mês para quem passou de 300 dólares. Esta informação está na Ajuda dentro do site do MarkMediaBR. Em outro lugar, diz que os pagamentos são diários, logo, já deveria ter aparecido alguém divulgando um extrato de pagamento (até agora só achei um na net, do dia 21/01 e achei fake demais).

Enfim, minha suspeita? Vocês repararam que o site deles tem anúncios do Google? Então, o Google paga por cada clique que você der em um anúncio e também por exibição deles (meu blog por exemplo, tem vários e eu ganho alguns trocados com isso). Agora, imagine você criar um sistema desses, onde agrega milhares de pessoas querendo renda extra, forçando eles entrarem no seu site e visualizando página por página de seus anúncios? Talvez por isso não possa ter IP iguais e também por isso as perguntas tenham um intervalo de alguns segundos para serem clicados. Tudo isso interfere no resultado financeiro do dono do anúncio (para evitar fraudes, o Google só paga sem o acesso as páginas não for instantâneo e também por ips diferentes).

Para o Google em si, pouco importa se o site apresenta ou não um serviço real, desde que sua publicidade apareça. E para o golpista, sabendo que o Brasil encontra-se em uma crise terrível, fez até um concurso pra ver quem indicaria mais gente no período de 16 a 31  de Janeiro. Assim, ele conseguiria mais gente gerando receita na publicidade dos anúncios do site e, quando ninguém recebesse mais, já era tarde (sumiria do mundo). O dono com certeza teria levado uma grana de publicidade online de todos os idiotas que acreditaram no serviço e indicaram amigos (eu me incluo!).

Então, resumindo, se você usava ou recomendava. Esquece. Pare imediatamente de acessar o site. Uma amiga perguntou se a gente poderia processá-los. Bem, eu entendo um pouco sobre e devo dizer que é bem complicado. Primeiro que o site não está hospedado no Brasil, e quando é em um país fora, precisa ter um representante legal no país de origem. Segundo que não sabemos quem é a empresa e nem o pais do dono do site (este ultimo até conseguimos fácil, porém, saberemos onde o site está hospedado e não quem é o dono dele que poderá ser em outro país). Terceiro, mesmo que achemos tudo isso, ainda sim, levaria anos pra sequer achar um culpado e puni-lo por isso. Se alguém tem outra visão, registre nos comentários.

O fato é que, fizeram nós, brasileiros, de otários. Todos nós. E tem outros sites que poderão aparecer daqui pra frente. Outro dia mesmo eu vi um site bem fuleiro de empregos onde as vagas eram lindas, mas tudo muito duvidoso e, acreditem, várias publicidades do Google. Como se usassem o mesmo sistema pra enganar o povo e fazer com que eles acessassem ou clicassem na publicidade (por isso, inclusive, sites e notícias sensacionalistas e mentirosas pipocaram muito nos últimos anos: tudo para receber acesso e receitas do Google).

Mas enfim, outros serviços são reais. Como eu disse em algum lugar aqui, ganhei 50 dólares indicando o SiteGround. Ganhei créditos do Google por instalar um aplicativo de pesquisas  deles e outras coisinhas mais. Só que, de fato, não dá pra confiar mais em tudo. Eu só fui na onda e chamei tanta gente querida que eu conheço, porque, de fato, o vídeo do Jonathan acima foi perfeito.

Agora vamos seguir em frente. Como eu disse, foi uma lição e tanto. Para todos nós! 🙂

HOMOSSEXUALIDADE: Saindo do Armário no Manhã Gazeta com Ione Borges

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Dei essa entrevista em 2010. Naquela época eu não tinha lançado outros livros com temática LGBT, não trabalhava como jornalista e nem havia recebido prêmios. Como esse tempo passa, não? Até hoje este é um dos vídeos mais assistidos no Youtube.

E é muito comum encontrar pessoas, em vários lugares, que ainda me reconhecem por conta deste vídeo.

Aproveitando que você está aqui, se inscreva no meu canal:
https://www.youtube.com/watch?v=4g86bMeBmOw&t=28s

Responda pesquisas do Google e ganhe créditos para comprar APPs no Android

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Outro dia, lendo notícias de alguns sites de tecnologia (prefiro eles aos de política, por exemplo), me deparei com uma notícia com o título mais ou menos da minha postagem: “Responda pesquisas do Google e ganhe créditos para comprar APPs no Android“. Na mesma hora pensei, poxa, mas eu sempre gasto uma grana com APPs tanto para meu iPad quanto pro meu Android. Tanto que o último aplicativo que comprei para o robozinho verde foi o Documents To Go Key que, se não me engano, foram quase R$ 40. Algo caro para ter um “Office” no dispositivo vinculado a minha conta. Mas tudo bem.

Mesmo arcando com os aplicativos que gosto, resolvi clicar na matéria e participar do “movimento digital”. E deu certo. Logo, aqui estou eu ensinando. Mesmo porque, na semana passada eu ganhei 50 dólares indicando um serviço de hospedagem que uso chamado SiteGround (e é realmente maravilhoso!), assim como ganho outros dólares indicando outros serviços.

Mas vamos direto ao ponto. Para que você também possa ganhar uns trocados, juntar e comprar aplicativos na loja do Google, a primeira coisa que precisa fazer é baixar o aplicativo chamado Google Opinion Rewards. Abra a sua loja de aplicativos dentro do seu Android e pesquise por ele. Achou? Pronto. Agora é só instalar e acessar. Simples? Não?

E como ele funciona? De vez em quando (pelo menos uma ou duas vezes por mês, mais ou menos) você é avisado que tem um novo questionário e se deseja responder. Ao aceitar, eles irão te fazer algumas perguntas sobre algo: jogos, televisão, esportes, etc e, ao final, bingo, creditar um valor em R$ na sua conta. É um valor bem baixo. As vezes R$ 1, outras vezes R$ 2, R$ 2,50, enfim. Tudo muda muito. O que não muda muito é a quantidade de perguntas: são sempre poucas (pelo menos até agora).

Ao término, que não leva mais de 2 minutos do seu tempo, vem a mensagem parecida com esta (prints do meu celular!):

Você clica em OK e ele te da o saldo atual (somando todos os créditos que você já ganhou com as outras pesquisas):

E a cada novo crédito que você recebe o aviso de validade do mesmo: você tem até um ano. Claro que tudo o que estou dizendo acima, foi com base no meu perfil. Pode ser que você receba mais questões do que eu ou não. Pode ser que o valor seja maior, ou não. Enfim, são várias possibilidades. O que você precisa, de fato, fazer, é prestar atenção nas perguntas pois, no momento da instalação, se não me engano, ele te apresenta um texto pra saber se você está lendo e respondendo “sem ler” ou não.

Mas, assim como eu indiquei o MarkMediaBR pra vocês aqui no meu blog, instalar este aplicativo é por sua conta e risco. Quando se trata de dinheiro, independente da quantia, as coisas ficam mais complicadas juridicamente (sou um pouco encanado com isso: até a Microsoft é processada quando libera atualizações do Windows que não funcionam!). E eu, como autor de livros (leia-se, com a criatividade fervendo para todos os lados) imagino alguém reclamando que foi instalar o aplicativo que eu recomendei chamado Google Opinion Rewards e “ferrou” todo o seu sistema Android.

Agora, se quiser arriscar uns trocados nas horas vagas, sem se preocupar com as teorias conspiratórias “googleanas” do tipo “estão te conhecendo mais pra te vender produtos”, vá firme.

Se não, pula pro meu próximo post! Aliás, ficou sabendo do homem que teve 700 rapazes na porta de sua casa e do trabalho buscando sexo? Recomendo a leitura! rs

Coletânea LGBT premiada: Orgias Literárias da Tribo

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Lançamento da Coletânea LGBT Orgias Literárias da Tribo em 01/05/2014

Apesar de ter escrito até o momento quatro livros com temática LGBT, apenas um deles foi premiado e, melhor, duas vezes em 2015. Estou falando da coletânea LGBT que organizei chamada Orgias Literárias da Tribo.

A ideia do projeto, que surgiu em 2014 e ganhou apoio da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo (ProAC LGBT), foi o de reunir em um único livro: contos, poesias, crônicas e textos em geral de 10 autores em uma “deliciosa orgia literária”. A ideia deu certo. Por meio de formulário, diversos autores enviaram seus textos e, entre tantos, só pude selecionar 10: aqueles que mais tinham sinergia com o projeto.

O mais legal desta obra é que, até hoje, é a única coletânea LGBT onde você encontra pelo menos um autor representado cada semento LGBT. Isso significa que tem um autor gay, uma lésbica, bissexual e transgênero. Por decisão editorial minha, antes da publicação do livro, decidi não dizer quem é quem nesta “suruba literária”. Assim, gays podem ler textos de bissexuais, lésbicas de trans, trans de gays, heterossexuais de todos e por aí vai indo.

Se você ainda não leu e deseja ler algo diferente, o link para a compra do livro impresso é este aqui:
http://bonslivroseditoradigital.com.br

Caso queira, a versão digital também pode ser adquira na Amazon Brasil:
https://www.amazon.com.br/dp/B00OAR6ZTO

Para comprar meus outros livros (impressos ou digitais), o link é este:
http://fabricioviana.com/livros

Homem processa Grindr por receber 700 homens em sua casa e trabalho

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Matthew Herrick

Grindr é um dos aplicativos de encontros entre homens gays/bissexuais para Android ou iOS mais conhecido do mundo. E o motivo é simples: ele foi um dos primeiros no mercado. O que ninguém esperava é que, em 2017, um homem chamado Matthew Herrick, de 32 anos, entrasse com um processo contra a empresa alegando que mais de 700 homens bateram em sua casa e no endereço do seu trabalho nos últimos meses.

Tudo começou quando Matthew recebeu a primeira visita em sua casa de um rapaz. Ele, não entendendo, pediu explicações e o rapaz disse que ele havia enviado fotos e marcado o encontro em sua residência. Quando o rapaz mostrou o perfil, Matthew informou que o perfil era falso e denunciou o mesmo para o Grindr.

Segundo Matthew, o Grindr não tomou nenhuma atitude e vários outros homens começaram a bater na porta de sua casa. Até mesmo no endereço do seu trabalho buscando sexo. Ele, então, abriu várias reclamações para tentar remover os perfis falsos mas não teve sucesso. Foi então que ele decidiu abrir um processo judicial contra a empresa alegando negligência, sofrimento intencional de angústia emocional, propaganda falsa e práticas comerciais enganosas.

Ele ainda disse que teve momentos que até 6 homens apareceram simultaneamente no endereço de sua casa prontos para uma orgia, programada pelo perfil fake. A suspeita é que o autor destes perfis seja seu ex-namorado que, por não aceitar o término do namoro, criou o perfil falso e convidou os rapazes.

Em todo o caso, a responsabilidade é do aplicativo por não ter removido tais perfis. O mesmo aconteceu com o aplicativo Scruff, porém, o sistema deles bloqueou imediatamente todos os perfis fake não acarretando transtornos.

Já o ex de Matthew nega as acusações. Agora, resta esperar o processo e as investigações.

VÍDEO: O lado homoerótico da luta livre…

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O homoerotismo pode ser encarado como a interpretação de fatos pela ótica erótica homossexual, podendo ou não representar sua realidade homoerótica.

Com base nisso, o perfil rSEANd PHOTOGRAPHY selecionou algumas cenas da luta livre que remetem ao homoerotismo.

O resultado? Confira você mesmo:

Outras formas de culto ao corpo e ao homoerotismo são demonstradas também em calendários com homens nus ou até mesmo em vídeos de campanhas publicitárias (onde homens lutam sem roupas).

Não necessariamente eles são homossexuais.

Como dito acima, o homoerotismo pode estar – muitas vezes – apenas nos olhos de seu observador. No caso, você neste momento.

Quem agradece? A maioria de nós, é claro!

Vai comprar o livro SAINDO DO ARMÁRIO? Onde gays encontram Jesus? Leia aqui.

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As aparências enganam. Tem um livro chamado SAINDO DO ARMÁRIO que, ao abrir, você encontra depoimentos de homossexuais que encontraram Jesus e deixaram sua homossexualidade. Não, não estou brincando. O autor usou um termo que remete a ideia de um gay se assumindo, “saindo do armário“, se aceitando, sendo realmente feliz, para, no conteúdo, colocar apenas depoimentos de gays que encontraram Jesus e abandonaram o “homossexualismo” (palavra em desuso!).

Não sei como isso soa para vocês. Mas, pra mim, isso é triste, deprimente e dai pra pior. A expressão saindo do armário é usada no mundo todo (lá fora “coming out“) apenas para dizer “Olha, saí do armário. Me aceitei como homossexual. Hoje sou feliz! Muito feliz! Sou Gay” e ponto.

Em nenhum lugar você encontra “Olha, saí do armário, encontrei Jesus e deixei de ser gay”. Isso definitivamente não existe. Mas, se o autor/pastor chamado Lúcio Barreto Junior escolheu isso, que assim seja. Vivemos em um mundo democrático e arte literária, é arte literária. Mas todos nós sabemos que as coisas não funcionam desta forma.

Quando eu escrevi meu quarto livro, o romance com temática gay chamado Theus: do fogo à busca de si mesmo (hoje considerado minha obra prima por vários dos meus leitores – quem tiver oportunidade, leia!), onde o protagonista Junior “se descobre gay” e é internado em uma fazenda religiosa que cura gays, muita gente achou isso absurdo. Nossa, esse tema? Ninguém hoje em dia faz isso! Com toda a paciência, eu sempre respondi. Não! Faz sim. Até pouco tempo atrás, por exemplo, a ONG MOSES (Movimento Pela Sexualidade Sadia), que durou 15 anos aqui no Brasil, convertia homossexuais em heterossexuais. O MOSES só foi dissolvido porque um de seus fundadores, o Sérgio Víula, vendo que a cura gay de fato não existia, foi parar na capa da Revista Época desmentindo tudo: dizendo o que ele sempre percebeu naqueles anos todos, que a cura, de fato, era uma farsa. Que os “convertidos” eram pessoas tristes, deprimidas e assim vai indo.

Na mesma época, o Êxodos, uma das maiores instituições religiosas do mundo, também com filiais por aqui, fechou várias de suas portas. Eles “curavam gays” mas, na mídia, era comum aparecerem alguns dos seus organizadores em orgias gays. No livro A História da Homossexualidade, do Colin Spencer, também tem vários relatos de instituições religiosas ao logo da história da humanidade que, em determinado momento, promoviam a cura gay e que, anos depois, tinham as verdades reveladas: muitos de seus organizadores apareciam em algum escândalo midiático, gay.

Então, para quem acha que estas coisas hoje em dia não existem, sim, existem! Na verdade existe uma guerra implícita de fundamentalistas religiosos para “curar homossexuais” acontecendo neste exato momento em que você lê este artigo. E nem precisamos ir tão longe. Lembra do caso da Isildinha e sua palestra “Como prevenir e reverter a homossexualidade” publicada aqui no meu blog e nos principais portais do país? Pois é, também tem o livro de outro pastor chamado “Homossexualidade Masculina” que, se você ler, trata apenas da “reversão da homossexualidade”. Mais um livro deprimente na minha visão de leitor e de alguém que estudou vários anos de psicologia e sexualidade onde, de fato, a cura não existe.

Por isso que eu luto, sempre que possível, para que meu livro O Armário chegue às pessoas que realmente precisam destas informações antes destas outras literaturas. Ano passado mesmo, saiu nota na Revista Exame (quase nenhum veículo LGBT noticiou) sobre o aniversário de 10 anos do meu livro que fala da homossexualidade e os processos psíquicos que envolvem a entrada e saída do armário. É um livro pró-LGBT. Embora eu não diga, em momento algum no livro, que o leitor deve se assumir. Eu falo que ele provavelmente terá uma vida muito mais saudável sendo ele mesmo (psicologicamente falando) do que ele se camuflar sendo quem ele não é. Para isso narro minha vida, cito sobre a história da homossexualidade desde o início dos tempos, dinâmica da família, machismo, homofobia internalizada e outros assuntos importantes que ajudem não só os homossexuais mas pais, professores e diversos profissionais a entenderem este universo.

Sem rodeios.

Se eu fosse falar em um livro coisas que não acredito, como por exemplo que basta alguém encontrar Jesus, Alá, Oxalá, Buda, Deus e afins que você deixará a homossexualidade, eu, com certeza, não usaria o título SAINDO DO ARMÁRIO.

Concordam?

Homens lutam sem roupa em campanha sueca. Assista ao vídeo sem censura!

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Assista antes que seja deletado! “Que sabor vai ganhar?” Com esta pergunta a campanha sueca coloca oito homens pelados lutando em um ringue cobertos por geleia de diversos sabores: creme de framboesa, manteiga, etc.

A campanha, criada pela Federação Sueca de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros, visa promover a importância dos testes de HIV para homens que fazem sexo com homens.

E não é a primeira vez que campanhas com homens nus são realizados para temas de sexualidade e saúde. Lembram do remadores que posaram nus? Soube que os calendários estão sendo um sucesso de vendas.

Como o vídeo tem homens pelados, o Yotube não aceita o upload. O mesmo aconteceu com o clip recente da Clarice Falcão (com homens e mulheres pelados: assista aqui).

Aliás, até uma foto minha minha seminu foi absurdamente criticada. Povo chato! rs

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Gostaram? Registre seus comentários! 🙂

Psicologia: a importância de “sair do armário”. Leia e compartilhe!

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Entre gays e “não gays” encontramos diversos indivíduos considerados “neuróticos” ou com algum desequilíbrio emocional. Infelizmente isso é “quase” comum nesta sociedade nem tão boa como imaginamos.

Claro que a homossexualidade, em si, não é o fato dessa desordem, afinal, hoje sabemos que ela não é considerada doença pela comunidade médica e científica (a homossexualidade é apenas uma expressão natural da sexualidade humana, e apenas isso!). O que causa a neurose são os conflitos que o indivíduo possui entre seus desejos (ID) e o que a sociedade impõe (superego), que faz com que o mesmo (ego) se torne fragilizado.

Se a sociedade não fosse tão preconceituosa e os homossexuais não aprendessem desde pequeno que seus desejos são “errados” (isso gera inclusive uma homofobia internalizada neles), é muito provável que muitas neuroses deixariam de existir. Isto é, nem seriam criadas.

Entretanto, quanto maior o desejo e quanto mais reprimido ele for pela sociedade (ou mesmo pelos pais), mais forte se torna o ciclo “neurotizante”, ao ponto de, com o tempo, podendo apresentar reações psicossomáticas, psicomotoras (famosos “tiques nervosos”), de isolamento, confusões mentais e até psicoses (loucura). Entre outros sintomas de desequilíbrio mental, como um dos casos que cito no meu livro sobre a homossexualidade chamado O Armário:

Para termos uma ideia mais precisa do quanto complicado é viver uma vida dupla, de mentiras e com grande desperdício de energia psíquica, vamos a um caso bem interessante de um rapaz. Noivo e com uma vida bastante conturbada, ele começou a criar – para sua futura esposa, amigos e familiares – desculpas para sair à noite, conhecer rapazes e ter seus encontros puramente sexuais (afinal, é a única coisa que poderia fazer nestas suas breves saídas – saciar seus desejos). Porém, a frequência com que saía aumentava ao ponto dele precisar criar histórias e personagens para suas desculpas, para que ninguém desconfiasse da verdade. A mais utilizada era a de que ele estava indo para a casa de um colega de trabalho resolver pendências, colega que só existia em sua mente. Para que a desculpa não fosse sempre a mesma, ele inventou uma filha desse colega, e que sempre o ajudava levando-a para o hospital (pois ela fazia um longo tratamento, segundo ele). Quando essa história também se saturava, ele criava outro personagem, um outro amigo de trabalho, um outro parente deste colega, uma tia com que tinha perdido contato desde pequeno, mas que morava em outra cidade, e por aí foi. Em apenas dois anos, esse rapaz se encontrava em uma situação muito complicada. Ele criou tantos personagens e tantas histórias em sua mente, para dar as desculpas, que foi parar em um tratamento psicológico em estado grave (quase de psicose) com o objetivo de tentar separar quem de sua vida era real e quem era imaginário (criado por sua mente), pois ele não sabia mais ‘quem era quem’.(página 97 e 98, livro O Armário)

Logo, a matemática de uma vida dupla é simples: se você tem uma pilha e usar metade de sua energia para uma vida saudável e a outra metade com o objetivo de “esconder-se”, é diferente de usar a mesma pilha/energia 100% ao seu favor, isto é, “fora do armário” e sendo você verdadeiramente em qualquer lugar com todos os seus desejos e com uma vida afetiva e sexual plena e satisfatória. Algumas empresas já sabem disso, segue mais um trecho do meu livro:

Algumas empresas de recursos humanos já sabem, por exemplo, que um rapaz no trabalho que não é assumido gasta muito mais energia escondendo seus desejos e vida homossexual do que outro – também homossexual – que não precisa escondê-los. Optam por aquele que é assumido, afinal, ele produzirá muito mais que o outro.

Claro que chegar a este ponto não é algo inatingível, acredito que, se muitos conseguem, você e qualquer pessoa também pode conseguir. Tudo bem, sabemos que isso não acontece de um dia para outro. Tudo depende de você e do caminho “lento” ao objetivo final, mas se você não começar a batalhar por sua vida e por sua felicidade, quem irá? Lembre-se de que, a única pessoa que sabe o que é melhor para você é você mesmo. Se escolher “sair do armário“, ótimo, parabéns e ao mesmo tempo esteja preparado para as grandes dificuldades que irá encontrar. Se escolher continuar “no armário”, ótimo também. Mas você não acha que vai desperdiçar grande energia onde poderia investir?

Digo isso pois é comum homossexuais assumidos, quando chegam ao seu “último estágio de aceitação”, pararem e pensarem: “como é gostoso ser quem realmente eu sou, não ter que esconder minha orientação sexual para amigos, familiares, colegas de trabalho ou estudo”. Tiro isso por mim e por muitos amigos, de todas as idades, que vez ou outra, comentam sobre. Lembrando que, não basta apenas sair do armário, também precisa – e isso é muito importante – livrar-se completamente da homofobia internalizada, que muitos homossexuais, mesmo assumidos, carregam consigo. Falo também no meu livro. Lembrando que ele não é vendido em livrarias, apenas neste link (144 páginas) ou a versão digital no site da Amazon Brasil

Portanto, o que vale, realmente, é refletirmos sobre tudo isso. E divulgar essa matéria para o máximo de pessoas possíveis. Precisamos ter uma vida autêntica antes de tudo.

Abraços fraternos,
Fabrício Viana

DICA muito IMPORTANTE para quem procura EMPREGO!

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Publiquei essa dica na minha página do Facebook e fez tanto sucesso (link) que resolvi publicar também aqui no meu blog. Se tiver algum amigo ou amiga desempregado, passe o link, compartilhe nas suas redes sociais. Querendo ou não, apesar de ser estatisticamente interessante, é motivador! 🙂

Lá vai (texto do post na íntegra):

Sei que emprego esta difícil. Mas eu aprendi, quando fui gerente de negócios na Catho, com o Thomas A. Case (meu ex-chefe e até então dono da Catho), que o grande erro das pessoas era procurar emprego ´de vez em quando´. Ele me disse que, quando se está desempregado, você deve trabalhar, das 9h as 18h, com uma hora de almoço, sem parar, na busca de um novo trabalho. E não parar até encontrar um. Isso requer esforço, investimento e também desilusões (você vai fazer muitas entrevistas que não vai valer a pena). Só não pode desistir. Esse é o diferencial de quem está desempregado e de quem quer continuar desempregado. Detalhe: ele me disse isso em uma época em que não estávamos com essa grande crise. Logo, o esforço hoje é ainda maior. Mas aí, é com você. Espero que meu post motive muita gente. Compartilhem e marquem amigos. Um abraço fraterno do jornalista e escritor careca. #distribueamorevocereceberaamor

Agora vamos compartilhar esse post e ajudar a galerinha! 🙂

Rádio Geek e a Literatura LGBT na Campus Party Brasil

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CONFIRMADO!

Estarei no dia 03/02 das 20h as 22h autografando meus quatro livros com temática LGBT no stand da Rádio Geek dentro da Campus Party 2017! Confirme sua presença! Alias, mesmo que você não for, confirme, afinal, das 22h as 23h darei uma entrevista ao vivo na rádio e você pode escutar pela Internet em qualquer parte do mundo! É a Literatura LGBT se fazendo presente na Campus Party 2017! Será incrível! Mais detalhes, dentro do evento. Quem puder, compartilha! 🙂

Link do evento no Facebook (com todos os detalhes):
https://www.facebook.com/events/629055743885961/

Mas, para ajudar alguns, segue link do texto que tem lá no evento. Sou destes! 🙂

Fabrício Viana (http://www.fabricioviana.com/), jornalista, escritor premiado e bacharel em psicologia, estará no stand da Rádio Geek dentro do Campus Party Brasil 2017 na sexta, dia 03/02 (das 20h as 22h) conversando com leitores e autografando seus quatro livros com temática LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros).

Mesmo que você não vá ao evento, confirme sua presença aqui, pois as 22h Viana será entrevistado ao vivo pela Rádio Geek (rádio oficial do evento!) e você pode escutar pelo endereço http://www.radiogeek.com.br/ (inclusive instalando o aplicativo deles).

Para quem não conhece, Fabrício Viana escreveu em 2006 o livro O Armário (sobre a homossexualidade e os processos psíquicos que envovem a “entrada” e a “saída do armário”), em seguida lançou Ursos Perversos (uma coletânea de contos homoeróticos pesados), depois organizou a coletânea LGBT (premiada duas vezes em 2015) não erótica de contos, poesias e crônicas chamada Orgias Literárias da Tribo (a única coletânea no Brasil onde você encontra pelo menos um autor representando cada segmento LGBT). Em seguida Viana lançou seu romance homoafetivo chamado THEUS: Do fogo à busca de si mesmo, hoje sucesso de vendas (seu maior sucesso!).

Os livros de Viana, como são produções independentes, não são vendidos em livrarias, apenas por meio de links para a Bons Livros Editora Digital no seu site (link direto: http://fabricioviana.com/livros). Todos os títulos também estão disponíveis em ebook na Amazon.

Para os que pretendem ir a Campus Party (31/01 a 05/02) e ainda não compraram seu convite, eles ainda estão á venda neste link http://brasil.campus-party.org/sobre-nos/entradas-2017 (utilizem o cupom da Rádio Geek: RADIOGEEKACADEMY

Participem, divulguem e convidem os amigos. É a Literatura LGBT fazendo presença na Campus Party 2017!