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Peça de teatro em São Paulo fala sobre a prática do sexo Gay Bareback

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O sexo dito bareback (sem camisinha) dentro da comunidade de homens gays ainda é algo muito polêmico. Muita gente que diz gostar do sexo bareback não, necessariamente, tem o fetiche de infectar ou ser infectado por outras pessoas. No Brasil, na maioria dos casos, são pessoas que apenas gostam de transar sem camisinha e usam o termo bareback para deixar isso bem claro em aplicativos e sites de pegação. Assim como muitos heterossexuais que também gostam do sexo desprotegido: apenas curtem o prazer da transa sem camisinha.

Entretanto, se procurarmos bem, encontram-se pessoas realmente interessadas no fetiche da transmissão da infecção do HIV. Que é da onde o termo bareback nasceu lá fora. E é justamente aqui que gira a polêmica peça Bug Chaser – Coração Purpurinado.

Sinopse

Mark está em uma quarentena sendo analisado por uma voz, um programa de inteligência artificial. Em fragmentos e saltos atemporais, a peça conta a saga desse homem, um advogado criminalista que busca se infectar propositalmente.

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“Falar de bareback, de um homem a procura de um vírus e de toda uma sociedade deteriorada, é trabalhar num universo particular que não deve ser entendido cartesianamente e requer cuidado para não reforçar preconceitos. O nosso desafio foi se debruçar sobre esse texto que trata de escolhas radicais e no trabalho do ator criador que lida com um personagem de extremos. Aqui, a luta contra a biopolítica impositiva e em estar fora da caixa social em que estamos automaticamente submetidos é levada ao limite. A partir da verticalização profunda no universo LGBT – abrangendo desde a sua subcultura até o mais violento preconceito sofrido – e a busca por ressignificações de lugar no mundo, pretendemos trazer questionamentos para além da simples reflexão e julgamento”, diz o diretor Davi Reis.

“A quarentena da peça significa a de todos os dias em que os discursos biomédicos colocam o sujeito que pratica bareback como alguém anormal, portador de distúrbios psicológicos ou criminalizadores, que acabam contribuindo para a manutenção de novos estigmas que há séculos acompanham os indivíduos homossexuais. Aliás, ainda há campos de concentração para gays. Foi mais de um ano de pesquisa, baseada em documentos e depoimentos de homens que se dispuseram a falar sobre o bareback”, conta Ricardo Corrêa, que já lançou um curta documentário ‘No Sigilo’, como parte de sua pesquisa que também trouxe depoimentos de vários homens gays sobre sexualidade, bareback e o HIV para o espetáculo.

“Há uma distinção entre o que se chama barebacking e bugchasing. Nem sempre os praticantes de bareback buscam a soroconversão. Percebi que esse é um assunto sobre o qual não se fala, há um silêncio na comunidade LGBT e por isso decidi enfocá-lo neste projeto artístico, pelos diferenciais que ele carrega em si e por sua tamanha complexidade. Existem, entretanto, diferentes aspectos ou dimensões culturais mais amplas, do nosso tempo, que devem ser considerados nestes contextos de fascinação pelo risco ou apostas nos ganhos sensoriais de encontros perigosos. Problematizo um homem em transito em um mundo doente, que busca encontrar pertencimento e aceitação. Uma jornada perigosa de autodescoberta para encontrar o melhor e o pior de uma nova comunidade que ele quer desesperadamente fazer parte. Falo de falo de escolhas, de desejos, de estigmas e principalmente sobre um novo capítulo da história do HIV”, conclui Ricardo.

Sobre Companhia Artera de Teatro

Com intuito de abarcar diversas dimensões da cena contemporânea, tem por meta a encenação de textos com dramaturgias inéditas, direcionando a pesquisa para temas relacionados às minorias, permitindo-se o intercâmbio com outras artes, manifestações e tecnologias.Em 2017, o grupo completa 15 anos de atividades ininterruptas, tendo realizado quinze produções, recebendo importantes prêmios. Site da Cia: http://ciaartera.wixsite.com/artera

Ficha Técnica:

Dramaturgia: Ricardo Corrêa. Direção: Davi Reis. Elenco: Ricardo Corrêa e Leonardo Souza. Vídeo design, Fotos e Programação visual: Alice Jardim. Figurino: Cy Teixeira. Iluminação: Fran Barros. Trilha sonora: Lucas Kaiser. Cenário: Cesar Resende de Santana (Basquiat). Preparação corporal: Felipe Alves. Operação de som e vídeo: Flavia Servidone e Viviane Barbosa. Operação de Luz: Lucas Barbosa. Produção: Ricardo Corrêa. Realização: Cia. Artera de Teatro.

Serviço:

Bug Chaser – Coração Purpurinado.
Teatro do Núcleo Experimental: Rua Barra Funda, 637.
Temporada de 04 de outubro a 30 de novembro – quartas e quintas às 21h.
Duração: 60 minutos.
Classificação etária: 16 anos.
Capacidade: 65 lugares.
R$ 40 | www.compreingressos.com.br

Drake, ex de Rihanna, tem suposto nudes vazado!

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Particularmente não gosto de divulgar fotos assim. Mesmo quando o boy é gostoso, como o Drake, ex da cantora Rihanna. Porém, entre as postagens do meu blog estas são as que mais tem acesso. Logo, se o público gosta, aqui está! 😉

Embora muitos rumores, ainda não se tem certeza que o nudes é mesmo do Drake. Mesmo o negócio sendo grande (ainda que “meia bomba”). Pelo menos as fotos tem agradado muita gente. Afinal, se a sociedade é falocrática, dar uma olhadinha não custa nada, certo?

Aliás, falando em postagens do meu blog, outros nudes, até hoje, são bem acessados por aqui. Como o caso do Leo Stronda e do Paulo Zulu. Pois é, é inacreditável que muita gente chega no meu blog, conhece meu canto, meus livros e meu trabalho pesquisando nudes. E não só gays. Aparece gente de tudo quanto é tipo e de todos os gostos.

Mas deixa de conversa e vamos soltar as imagens do Drake. Soltar não. Redirecionar o link, ok? Preparado? Preparada? Então clica aqui.

Para finalizar. Não sou “dado” quanto gostaria. Mas tem nudes meu no meu Instagram. Link ai do lado ou direto aqui: http://instagram.com/fabricioviana.sp

+ Próximos: Nova série independente sobre HIV no Youtube

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+ Próximos é uma série de ficção, de 5 episódios (aproximadamente 6 minutos cada), produzida e dirigida por Luis Fabiano Teixeira e Tiago Cardoso, que estará disponível no YouTube, a partir do dia 01/12 (Dia mundial de combate à AIDS).

Daniel (Lucas Onofre) e Antônio (Renato Almeida) se amam, mas a condição do primeiro, que é soropositivo, coloca em xeque o futuro da relação. Entre os dois está Karina, melhor amiga de Daniel e também amiga de Antônio.

Tudo é abordado de forma respeitosa e direta, misturando suspense, drama, romance e uma pitada de comédia. E, claro, uma contrapartida social também: uso de camisinha, teste de hiv e relacionamento entre casais sorodiferentes. Aliás, uma das preocupações do roteirista era não escrever diálogos que evocassem culpa ou algum tipo de julgamento dos personagens. “A ideia é que o espectador não julge ninguém, apenas se emocione e se envolva com a trama” – ressaltou Luis Fabiano Teixeira, que também assina o roteiro.

A websérie foi gravada na cidade de Santos, entre os meses de julho e agosto de 2017. “Mostramos uma Santos solar, bastante acolhedora, porque, nos anos 90, a cidade era uma das que mais tinha soropositivos, no Brasil. Nós íamos ao Gapa buscar material para fazer trabalhos de Ciências, então foi uma escolha afetiva mesmo e a cidade está o tempo inteiro dialogando com a história, foi um casamento perfeito” – afirma o diretor Luis Fabiano Teixeira.

O xodó da dupla de diretores é a fotografia, que foi se adaptando a falta de alguns recursos, mas o resultado os surpreendeu bastante: “A nossa fotografia traz um pouco de planejamento e um pouco de sorte, mesmo. A locação interna era muito pequena, por isso decidimos deixar tudo mais neutro, apenas com alguns pontos de cor no cenário. Já as externas foram totalmente imprevisíveis, criativa e esteticamente falando, por questões de segurança, mesmo. Não tínhamos uma equipe enorme, apenas eu, o Luis Gustavo, a Juh, e o Luis nos enlouquecendo lá de Amsterdam, pelo Whatsapp – brinca Tiago Cardoso.

A realização ficou a cargo da produtora dos diretores Mar de Ideias Conteúdo Cultural e a direção foi dividida entre as cidades de Guarujá e Amsterdam (via Facetime). A produção é totalmente independente e custou R$ 7.000, 00, com os dois diretores e a produtora Juh Ferraz se revezando em várias funções, durante as gravações. “Tivemos algumas negativas pelo caminho e por isso decidimos bancar do nosso próprio bolso o projeto. Ainda bem que pudemos contar com alguns apoios culturais importantes” – lembra Luis Fabiano Teixeira, sem entrar em maiores detalhes.

Infelizmente, falar de HIV ainda é tabu, no Brasil. O medo da rejeição e do preconceito empurra os soropositivos para um mundo de silêncio e escuridão, por isso acreditamos que tocar nesse assunto é uma forma de lançar luz sobre o debate e demonstrar acolhimento. De modo geral, a nossa mensagem é bem simples: trazer essas pessoas para perto do coração e longe do preconceito, daí surgiu o nome e o logotipo da websérie, + Próximos.

Trailer:

Serviço:

Lançamento da WebSérie + Próximos
Produção Juh Ferraz, Luis Fabiano Teixeira e Tiago Cardoso
Data 01/12/2017
Canal no Youtube: https://www.youtube.com/channel/UConSLQRIVXbqBJswiKDF_4g

 

Tom of Finland: Filme gay proibido em vários países concorre ao Oscar

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Tom of Finland é um dos nomes mais conhecidos do mundo quando o assunto é a homossexualidade masculina e seus desejos mais profundos representados em desenhos. Por isso, desde o século 20, ele retrata homens robustos, geralmente com pênis enormes e em várias situações bastante viris (dificilmente você irá ver um pênis que não esteja ereto).

Mesmo com sua fama mundial que atravessa gerações, expandindo-se mais com a Internet, o filme “Tom Of Finland” (2017), de Dome Karukoski, quase não saiu do papel. Nenhum grande produtor se atreveu a investir no filme. O resultado? Criaram um crowddfunding acreditando na comunidade gay mundial. E deu certo! O longa foi produzido com uma qualidade incrível.

A história, biográfica, conta a vida de Tom (que faleceu em 1991), que serviu no exército finlandês durante a Segunda Guerra Mundial. Como era crime ser gay na Finlândia naquela época, Tom, ignorou essa proibição e, para piorar, resolveu se dedicar 100% a sua arte homoerótica: desenhos de homens gays. No estilo mais fetichista possível.

O que é de se estranhar é que, mesmo com tantos avanços sobre a sexualidade nos últimos anos, o filme Tom Of Finland já foi proibido em mais de 50 países. Na minha opinião? Um absurdo! Mas é a realidade. Nem por isso essas proibições tiraram a película do grandioso presente: Tom Of Finland é um dos filmes indicados ao Oscar de 2018.

Eu? Sempre fui fã assumido do homoerotismo. Amo arte homoerótica de todos os estilos, seja na literatura (tanto que escrevi um livro de contos homoeróticos), pintura, esculturas e afins. E desejo, sempre, que mais e mais artistas voltados pra arte homoerótica apareçam no mundo.

Se você ainda não viu o trailer de Tom Of Finland, veja agora

Para conhecer o projeto Tom of Finland, o site é:http://tomoffinlandfoundation.org/

Novo livro de João Silvério Trevisan: Pai, pai

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João Silvério Trevisan, um dos intelectuais mais importantes da cena literária, lança seu mais recente livro com temática LGBT chamado “Pai, pai”.

Aos 73 anos, Trevisan já escreveu mais de dez livros, entre eles o Devassos no Paraíso (um rico estudo sobre a homossexualidade brasileira) e o Seis Balas Num Buraco Só (ensaio sobre o machismo). Além de seu histórico na militância homossexual (foi um dos responsáveis pelo “O Lampião da Esquina”) e trabalhos em peças de teatro e cinema, Trevisan teve seu último lançamento literário em 2009 com o “Rei do Cheiro”, vencedor do Prêmio Jabuti de Literatura (um dos mais importantes prêmios literários do Brasil).

Sinopse de Pai, pai:

João nasceu em Ribeirão Bonito, interior de São Paulo, filho mais velho de uma família de classe média baixa. Desde o início, acompanha a forma rude como o pai José trata sua mãe, de origem mais humilde. É vítima, ainda criança, da violência de José, que não aceita sua natureza de “menino maricas”. Antes de completar 10 anos, João entra num seminário, para escapar do ambiente de casa. “Eu iniciava meu processo de ser outro, um homem, sem deixar de ser o mesmo filho de José, o cachaceiro.” Depois de abandonar o seminário, ele busca sua liberdade, e deixa o Brasil da ditadura para conhecer o mundo. Atravessa graves momentos políticos na América Latina e vivencia a contracultura nos Estados Unidos. Mergulha na escrita e nas artes. Mas a sombra do pai continuará sempre consigo.

Serviço:

Lançamento do livro Pai, pai, de João Silvério Trevisan
28 de Outubro de 2018
Local Biblioteca Mario de Andrade
Rua da Consolação, 94  –  São Paulo / Sp
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/841205596053871

 

#Sugestão 15 livros com temática LGBT para ler no aplicativo Kindle (iOS/Android/Computador)

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Sei que muitos dos meus leitores gostam de livros com temática LGBT. Não só por ter comprado ou lido meus livros com esta temática, como por demonstrar, frequentemente, seu interesse nas minhas redes sociais (muitas vezes pedindo recomendações). Por isso, aqui vai mais uma lista de livros na Amazon Brasil. Formato digital. Onde, por um preço bem baixo, você pode ler em qualquer lugar usando o aplicativo gratuito chamado Kindle (ou o dispositivo, que você também pode comprar aqui: tenho um e super recomendo o investimento!).
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Segue a lista (embora eu tenha publicado mais lá, os quatro primeiros são meus!):
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THEUS: Do fogo à busca de si mesmo. Escrito pelo jornalista, blogueiro e premiado escritor Fabrício Viana, conta a história de um jovem que nasceu no interior, foi pego por seus pais praticando sexo com um amigo do trabalho e é imediatamente internado em uma fazenda de “cura gay” em Belo Horizonte. Lá, ele foge para São Paulo, conhece as baladas gays da grande cidade e o jovem Gabriel, seu melhor amigo. O livro, embora ficção, aborda diversos assuntos reais e está sendo muito bem elogiado pela crítica. O final é realmente surpreendente.
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Orgias Literárias da Tribo. Uma coletânea premiada duas vezes em 2015 de contos, poesias e crônicas de 10 autores. Esta é a única coletânea LGBT no Brasil onde você encontra pelo menos um autor representando cada segmento LGBT. Isso significa que um gay poderá ler texto de uma pessoa bissexual, um bissexual de uma lésbica, uma lésbica de uma pessoa transexual, ou, no geral, todo mundo ler o texto de todo mundo: mostrando, realmente, como somos diversos/diferentes e ao mesmo tempo iguais em muitas coisas.
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Ursos Perversos. Gosta de literatura erótica de boa qualidade? Ursos, dentro do meio gay, são homens grandes, barbados ou não, peludos ou não, que gostam de outros homens. Neste livro, você encontrará diversos contos eróticos gays picantes. Sexo mesmo. E tem de tudo! Suruba, banheirão, sexo a três e diversos textos muito bem elaborados pelo autor que, não satisfeito, convidou mais alguns amigos escritores para compor a obra.
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O Armário. Embora não seja tão recente, o livro se tornou um dos principais no Brasil quando o tema é “Saída do Armário” e os processos psíquicos que envolvem também a sua entrada. Dividido em duas partes, a primeira narra a biografia do autor, e sua saída do armário. E a segunda, importante para pais, professores, psicólogos e estudantes, a história da homossexualidade, os processos psíquicos envolvidos na dinâmica familiar, machismo e a homofobia internalizada.
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JR. Romance Gay. JR é a abreviação de Júlio e Reinaldo. Dois amigos que cresceram juntos, tiveram namoradas, sonham em cursar medicina e, quando menos esperam, se apaixonam. Uma estória incrível! Este é o primeiro livro escrito pelo iniciante Ton Cordeiro. Alerta de spoiler: Ton, ao contrário dos livros com finais trágicos, tão comuns inclusive na literatura em geral, opta por um final realmente feliz. Vale a leitura.
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Julia e Sara. Amor entre Mulheres. Apesar de ser um conto curto, a autora é nada mais, nada menos, que Karina Dias. Um nome muito conhecido dentro da literatura lésbica brasileira. Narra a história apaixonante entre Julia e Sara, mulheres que iniciam um contato por telefone, acabam se conhecendo, trocando experiências e, quando percebem, estão perdidamente apaixonadas uma pela outra. Uma história linda, narrada com muito amor e paixão pela autora já consagrada.
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Mentiras & Farsas: Diário de um Garoto de Programa. Poderia ser mais um livro de ficção que contasse a estória de um Garoto de Programa. Mas não é. Este são relatos reais de Alan Souza, um jovem que abraçou Salvador/BA e, por força do destino, começou a prestar serviços sexuais para mulheres, homens e casais. Você vai vivenciar junto com o autor coisas que jamais imaginaria vivenciar: o mercado da prostituição. Mas não só isso, Alan Souza, antes de tudo, demonstra ao leitor ser um grande ser humano. Um cara batalhador, vendia CD pirada na praia, trabalhou de taxista e não deixou sua arte, música, literatura e poesia de lado.
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Uma questão de Jeito. Escrito pelo mestre de literatura, dramaturgo e escritor premiado Roberto Muniz Dias, tem no seu conteúdo uma escola, um professor cis e uma aluna trans; e, nesta mistura, muitos mundos envolvidos. Vale a leitura. Muniz, assim como alguns autores, é militante pela arte literária LGBT brasileira.
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Em Busca de Mim Mesmo. Primeiro do Sérgio Viula, ex-ex-ex-gay. Sérgio é um nome conhecido quando se fala em cura gay. Ele foi um dos fundadores do Moses – Movimento pela Sexualidade Sadia que, de sadia, nada tinha. O grupo, perverso, existiu no Brasil e curava homossexuais pela religião. Sérgio, depois de 15 anos vendo que aquilo não efetivo, foi para a imprensa e desmascarou todos. O resumo? Virou livro Em Busca de Mim Mesmo
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Ela Conta Tudo. Contos Lésbicos por Katia Viula.  O livro é uma reunião de contos lésbicos recheados de muito romance, amor, encantamento, desejo e erotismo. Katia Viula conta, em sua obra, histórias fictícias, algumas das quais, baseadas em fatos reais, outras, totalmente inventadas. Alguns de seus contos foram inspirados em experiências vividas por ela mesma.
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A Menina Do Futuro. Escrito por Fernanda Florentino Lima e com 173 páginas, Amanda, sofrendo com a depressão, recebe uma ajuda lá de cima para reconquistar o amor de sua vida e fazer as pazes com a sua criança interior.
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Sem Destino. Depois que ela partiu. Depois do sucesso dos livros “Aquele dia junto ao mar”, “As Rosas e a Revolução” e “Diário de uma garota atrevida”, Karina Dias, premiada escritora de literatura homoafetiva, traz para o público uma nova trama. Desta vez, o primeiro livro de conto e poesias da carreira. Baseado na história de amor que viveu com Paula, com quem esteve casada por 6 anos, o trabalho foi escrito após o falecimento da esposa.
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Se as Estrelas Falassem. Embora curto, um conto gay romântico incrível escrito por Caio Gomez. Narra a história de um casal de namorados que faz juras de amor mas que, por um erro de interpretação, acaba acontecendo algo inesperado. Um conto fabuloso. Lindo. Prepare o lenço para se emocionar muito!
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Segredos Sombrios. Escritor por Aurélio Simões. Patrick Maia, o filho problemático da famosa apresentadora Maristela, é assassinado em um bar de encontros sexuais gay. A polícia inicia as investigações, mas não encontra uma pista sequer. Vinícius Maia, irmão da vítima, com o intuito de solucionar o caso, contrata Ítalo, um detetive particular. À medida que o detetive vai avançando nas investigações, revelações sombrias de pessoas próximas à vítima vão surgindo. Há um mistério que não quer ser revelado e vidas serão sacrificadas se for preciso. Seduzido por um mundo de luxúria, Ítalo precisará não só enfrentar um conflito de sexualidade como solucionar o caso mais instigante e perigoso de sua carreira.
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Primarius. Primarius em latim significa primeiro. O primeiro é aquilo ou aquele que precede a todos, que é o mais antigo, o inicial. É essencial, fundamental. Esta é a história do passado de Alessandro e as primeiras experiências, mudanças e dificuldades que surgem em sua vida ao descobrir, certo dia, que seu irmão mais velho é gay.
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 Se quiser sugerir outros, registre nos comentários! 😉
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Kevin, PopPorn ou Dando: Balada dançando pelado ou fazendo sexo? Tudo bem!

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Embora com nomes, DJ’s, frequentadores e lugares diferentes (as vezes, nem tanto), as festas PopPorn, Kevin ou Dando, promovem a liberdade do corpo. Você pode dançar na pista sem roupa, com pouca roupa ou – obviamente – com roupa. E mais, viu um crush gostoso e foi retribuído? Bebeu muito e quer uma brincadeirinha ali mesmo? Tudo bem também.

Se isso é demais para você, pare de ler agora. Porém, se você é bem resolvido com sua sexualidade – seja gay, bi ou hetero – e não vê problema algum em lugares assim, aliás, gosta e muito, estas festas são um prato cheio em São Paulo.

Fui conhecer recentemente a Kevin com meu marido e meu namorado (#Poliamor) e a vibe é incrível. Porém, sou suspeito. Gosto de balada e sou bem resolvido com assuntos ligados a sexualidade. Além de gostar, e muito, de sexo (mas não pratico 24h por dia como tantos imaginam). Porém, como todo lugar/assunto, tem seu público. Logo, se você procura algo do tipo, recomendo conhecer: com a velha máxima “não faça nada que não queira”.

Festa Kevin. Foto Rafa Maia.

Em um dos eventos, e as páginas sempre publicam os novos, tem a orientação “Pode de tudo, menos machismo, transfobia, falta de respeito ou de noção”. Logo, a ideia é realmente curtir o lugar, o momento e o prazer. E, pelo menos na que eu fui conhecer, tinha gel e camisinha a vontade no dark room.

De resto, reforço que toda festa/balada/bar, e afins, tem seu público específico. E novos adeptos. A ideia deste post é justamente pra dizer: festas assim existem. E se você gosta, vá conhecer algum dia. Aproveita que tem! E pros gays com homofobia internalizada grave, repito: não é só balada gay que tem dark room ou foco em sexo (mesmo porque muitas baladas gays não tem isso). Lugares heterossexuais também tem (a Augusta tá cheio!).

Então, menos neuroses e mais diversão/prazer.

Combinado?

 

#LAMENTÁVEL: Juiz determina a possibilidade de psicólogos curarem a homossexualidade.

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Fonte: Conselho Federal de Psicologia

A Justiça Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal acatou parcialmente o pedido liminar numa ação popular contra a Resolução 01/99 do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que orienta os profissionais da área a atuar nas questões relativas à orientação sexual. A decisão liminar, proferida nesta sexta-feira (15/9), abre a perigosa possibilidade de uso de terapias de reversão sexual. A ação foi movida por um grupo de psicólogas (os) defensores dessa prática, que representa uma violação dos direitos humanos e não tem qualquer embasamento científico.

Na audiência de justificativa prévia para análise do pedido de liminar, o Conselho Federal de Psicologia se posicionou contrário à ação, apresentando evidências jurídicas, científicas e técnicas que refutavam o pedido liminar. Os representantes do CFP destacaram que a homossexualidade não é considerada patologia, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) – entendimento reconhecimento internacionalmente. Também alertaram que as terapias de reversão sexual não têm resolutividade, como apontam estudos feitos pelas comunidades científicas nacional e internacional, além de provocarem sequelas e agravos ao sofrimento psíquico.

O CFP lembrou, ainda, os impactos positivos que a Resolução 01/99 produz no enfrentamento aos preconceitos e na proteção dos direitos da população LGBT no contexto social brasileiro, que apresenta altos índices de violência e mortes por LGBTfobia. Demonstrou, também, que não há qualquer cerceamento da liberdade profissional e de pesquisas na área de sexualidade decorrentes dos pressupostos da resolução.

A decisão liminar do juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho mantém a integralidade do texto da Resolução 01/99, mas determina que o CFP a interprete de modo a não proibir que psicólogas (os) façam atendimento buscando reorientação sexual. Ressalta, ainda, o caráter reservado do atendimento e veda a propaganda e a publicidade.

Interpretação do CFP – O que está em jogo é o enfraquecimento da Resolução 01/99 pela disputa de sua interpretação, já que até agora outras tentativas de sustar a norma, inclusive por meio de lei federal, não obtiveram sucesso. O Judiciário se equivoca, neste caso, ao desconsiderar a diretriz ética que embasa a resolução, que é reconhecer como legítimas as orientações sexuais não heteronormativas, sem as criminalizar ou patologizar. A decisão do juiz, valendo-se dos manuais psiquiátricos, reintroduz a perspectiva patologizante, ferindo o cerne da Resolução 01/99.

O Conselho Federal de Psicologia informa que o processo está em sua fase inicial e afirma que vai recorrer da decisão liminar, bem como lutará em todas as instâncias possíveis para a manutenção da Resolução 01/99, motivo de orgulho de defensoras e defensores dos direitos humanos no Brasil.

QG, nova balada abre as portas em São Paulo para misturar tribos

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Proposta é abrigar estilos diferentes com muita diversão e harmonia

Com abertura de portas prevista para o próximo dia 08 de setembro, sexta-feira, (em meio ao feriadão da Independência), o QG é a nova opção de diversão da noite paulistana. Com a missão de reunir pessoas que gostam de misturar estilos, conviver em harmonia e compartilhar experiências, a festa do empresário André Bianchini será abrigada no espaço Via Marquês, no bairro da Barra Funda, semanalmente.

“Estou nesse ramo há muitos anos, tenho percebido que muitas festas segregam públicos, mas nós estamos vivendo um momento muito especial, em que as pessoas estão buscando formas de compartilhar experiências e atitudes. Por isso pensei em produzir uma festa leve, feita com gente alto astral e que busque diversão genuína”, afirma o empresário.

Com muita música, se apresentam na noite de estreia o DJ argentino Dan Rodrigues (Festa Solus – Buenos Aires) e o jovial Marcus Cogo (House BR). Estêvão Delgado vai garantir boas risadas com seu pocket show da turma do Ezatamentchy. O som vai do Pop, Indy, Eletrônico, Funk, MPB, sambinhas e ao que mais a galera mostrar que quer.

A equipe de promoteres está forte, para garantir casa cheia já na primeira noite: Guilherme Cerqueira, Fernando Zaghi, Rodrigo Vasconcelos, Bruno Limah e Dan Rodrigues. Na porta, o público será recebido por Rodrigo Benedecte e lá dentro, o RP Filipe Maia cuidará dos convidados. Comandando os “bons drinks”, está a Equipe Kombat em três bares distribuídos pela casa, que conta ainda com mezanino e área VIP.

Se bater aquela fome, o QG contará com food truck, ou seja, dá pra repor as energias e continuar dançando a noite inteira. Já para os fumantes, claro, tem área aberta externa.

SERVIÇO

Local: QG – Av. Marquês de São Vicente, nº 1.589 – Barra Funda -São Paulo -SP.
Data: 08 de setembro e todas as sextas-feiras
Hora: A partir das 23 horas
Bilheteria: Na porta: R$ 35, 00 até 01:30hs, depois R$50,00
Formas de pagamento: Dinheiro ou todos os cartões de débito e crédito.
QG recomenda: Vá de Cabify, metrô, a pé ou de bicicleta. Evite trânsito e dirigir bebendo.
Contato da casa: 11-3615-2060 OU 11-97442-0692
http://www.viamarques.com.br/casa/

#ESCUTE: Set do DJ Thiago Foizer

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O Thiago Foizer, marido do Rodrigo Di Biase, é um menino muuuuuuito fofo. Lembro de ver ele pela primeira vez na Cantho (de domingo para segunda). Há muitos anos. Depois, de esbarrar e adicionar em seu perfil do Face e Instagram. Com o tempo passamos a trocar algumas ideias na balada (poucas, afinal, é balada!), e é neste momento que a gente percebe quem tem boa energia de quem não tem nenhuma.

Simpatizei tanto pelo rapaz que na primeira leva de livros da gráfica, fiz questão de enviar para ele e pro Rodrigo a quarta ediçao do meu romance gay Theus (hoje um dos meus maiores sucessos!). O mais bacana? O Foizer não só leu, como gostou e fez uma postagem bem sincera/autêntica sobre meu livro no Instagram (mais um leitor chorão! rs). Fiquei todo lisongeado.

O que eu não esperava é que o Foizer, que já agita algumas festas e eventos gays em São Paulo se lançaria como DJ. E melhor, como todo DJ que se preze, lançou seu primeiro set no Soundcloud (aliás, fundamental isso!).

E não é que o menino mandou super bem?

Duvida? Escute você mesmo:

E é isso que eu amo nas pessoas. Eu faço várias coisas, entre elas, sou escritor LGBT. Conheço médicos que são DJs, advogados que pintam quadros fabulosos, outros, artistas da noite. E assim vai indo. A arte presente em todas as esferas de nossas vidas (não nos limitando em nada!). E ser DJ galerinha linda, é uma arte antes de tudo! Uma arte que como todas elas, deve tocar seu público.

E o DJ Thiago Foizer já começou muito bem. Sucesso garantido! Principalmente porque o básico, simpatia, ele já tem: e isso rompe todas as barreiras da vida, não importa quem você seja ou o que tenha.

Sucesso Foizer!

Se o primeiro Set foi ótimo, com músicas incríveis e bem selecionadas, imagino os próximos! Quero ver você tocando em muuuuitas baladas! Muitas mesmo! <3

Casal gay de pinguins adota filhote rejeitado por fêmea

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Juntos há 12 anos, o casal gay de pinguins Dotty e Zee são um dos mais famosos do mundo. Embora não possam se reproduzir, com apenas um ano de relacionamento, eles começaram a criar um ninho juntos. Na época, o zoológico realizou um teste de DNA para verificar se os dois eram realmente machos: e eram.

A notícia correu o mundo. O que não esperávamos é que os dois, embora tenham sido encorajados a se reproduzirem com outras fêmeas, não largaram um ao outro. E mais, uma fêmea, do mesmo zoológico, deu a luz e rejeitou seu ovo. A equipe achou o fato como uma ótima oportunidade para testar o instinto paternal dos dois: e deu certo!

O casal de pinguins gays chocou o ovo e, após o nascimento do filhote, começaram a dividir as tarefas para a sua criação, ora cuidando e outra hora levando comida. Algo não muito diferente do que existe em nosso mundo entre casais gays que adotam filhos, não?

Mais uma prova (Divina? Para quem acredita em Deus!) de que o amor gay não é feio, não é pecado, não é sujo. Como eu vivo falando, inclusive no meu livro sobre a homossexualidade que escrevi em 2006 chamado O Armário, a homossexualidade é apenas uma vertente saudável da sexualidade humana. Nada além disso!

Vida longa ao casal! E ao novo membro da família!

#PSICOLOGIA: Como evitar pensamentos ruins? Sinta-se bem!

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Alguns estudos indicam que nós temos aproximadamente 70 mil pensamentos por dia. Essa estimativa foi dividida em aproximadamente 3 mil pensamentos por hora e 50 pensamentos por minuto.

Claro que, alguns pensamentos são bons (nos levando a pensar cada vez mais em coisas boas) e outros são ruins (nos levando a pensar cada vez mais em coisas ruins). A grande questão é, como ter somente pensamentos bons? Evitando os ruins?

Bom, se temos 70 mil pensamentos por dia, não dá para controlar cada pensamento que temos, correto? Mas uma dica é fabulosa e acaba com várias outras que você possivelmente irá ler na internet: você precisa sentir-se bem!

Isso mesmo! Embora seres racionais, toda a nossa razão vem da emoção. Somos basicamente seres emocionais: por mais que tenhamos a razão, é a emoção que nos controla. Se você se sente ruim, é automático: sua mente produzirá uma séria de pensamentos ruins, levando a sentimentos ruins que produzirá mais pensamentos ruins. É como uma bola de neve, ruim.

Então, você precisa começar a se sentir bem. Neste exato momento que você esta lendo este texto no meu blog, pare para pensar em quantas coisas boas você já fez, seus familiares, amigos, trabalho, seus cachorros, enfim, comece a pensar na vida e nas coisas que te fazem se sentir bem. Quando você relaxa e se sente bem, verdadeiramente, automaticamente, todos os seus pensamentos (a emoção é a base de tudo) serão bons! 

Caso volte a ter pensamentos ruins, pare com tudo, respire e treine seu corpo e sua mente para voltar a se sentir bem. Mas sinta! Sinta-se realmente bem. E mantenha essa sensação boa. Automaticamente, todos os seus pensamentos serão bons. E pensamentos bons farão você se sentir melhor. E terá mais pensamentos bons. Como uma bola de neve, mas boa.

Algumas pessoas, para se sentir bem, escutam músicas que lembram coisas boas, outras, brincam e abraçam seus cachorros. Busque o que te faça bem! Acorde todos os dias lembrando-se que o segredo é você sentir-se bem. Quando treinar isso, e fizer isso todos os dias, verá que só terá pensamentos bons.

Para finalizar, eu, particularmente, odeio textos de auto-ajuda. Mas essa técnica (tirada de uma parte do Livro O Segredo) funciona.

Logo, compartilhe. Divulgue. Nada de pensamentos ruins. A vida é uma só. Vamos nos sentir bem sempre. Pensar coisas boas sempre e ter uma vida mais produtiva e muito saudável.

Sobre a tal vacina da cura gay desenvolvida pelos cientistas russos. Leia.

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Vamos ser bem sinceros? Desde que comecei a estudar em 2006 profundamente sobre a homossexualidade para escrever e publicar meu primeiro livro chamado O ARMÁRIO (hoje, referência no Brasil sobre), eu escuto falar sobre a “tal possível cura da homossexualidade“. Que nunca existiu e nunca irá existir. Aliás, no próprio O ARMÁRIO eu cito como, na história, cientistas tentaram provar (no início da ciência) incansavelmente e sem nenhum sucesso o quanto os homossexuais eram “doentes”. Hoje sabe-se que a homossexualidade nunca foi ou será, realmente, uma doença.

Ainda assim, o mundo é gigantesco e sempre que possível, aparecem notícias de alguém que fez algo para “tentar” o contrário. Recentemente, e acredite, virão outras notícias parecidas, o doutor Dimitri Yusrokov, médico russo do Instituto de Ciência e Medicina de Novosivirsk, alega ter desenvolvido uma vacina que promete remover os sintomas da homossexualidade em seres humanos, desde que o tratamento tenha início na juventude.

O anúncio do antídoto, sugestivamente chamado de “cura gay” nas redes, consiste na administração do nível de testosterona que o feto recebe dentro da barriga da mãe, e que aumentaria as chances da criança nascer com traços mais masculinos. O medicamento seria a base de Xerostogênio, um tipo de estrogênio encontrado em compostos químicos que, segundo os pesquisadores, é o responsável pela homossexualidade. O mais interessante é que a técnica é a mesma “ladainha” que encontramos em livros sobre a história da homossexualidade, como de Colin Spacer. Até aqui, nada muito novo: só alarde e nada palpável.

Aliás, para quem entende da dinâmica machista, parece mais uma injeção de “masculinidade” (testosterona) pro homem ser sempre homem, evitando seu lado feminino, ou melhor, gay. Sem falar ironicamente que, injetando mais testosterona, pode ainda nascer mais gays, porém peludos e rústicos (a comunidade bear agradece!).

Países como a China e Arábia, com sua cultura mais atrasada, já estão de olho na vacina. Outros cientistas americanos e europeus já expressaram um certo cetismo quanto ao procedimento: como eu disse, não tem nenhuma novidade até então. Parece realmente aquelas práticas antigas, que já tentaram e não funcionaram. Não tem como funcionar.

Para quem não leu meu livro O ARMÁRIO ainda, vale lembrar que diversos estudos ao longo de muitos anos (por todo o mundo!) comprovaram, por A + B, que a homossexualidade não é uma doença. Hoje em dia, doença é ter uma orientação sexual discordante: sou gay e não assumo que sou gay, por exemplo. Alias, está até na Classificação Internacional de Doenças (pesquisem pelo termo Orientação Egodistônica)

Logo, essa notícia é só para confundir, ainda mais, nossa população que já não entende nada da nossa homossexualidade: que ela é apenas mais uma vertente saudável da sexualidade humana. Por isso, inclusive, lancei o projeto http://educandoparadiversidade.com.br

Em tempo, caso queira, um dos meus livros, o romance gay THEUS aborda com modesta maestria a cura gay religiosa. Caso queira conhecer meus livros, o link é http://fabricioviana.com/livros. Afinal, só a informação correta acaba com tantos preconceitos. Concordam?

Flash Gay Tattoo: Evento de tatuagem para LGBTs em São Paulo

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Idealizado pela Mantra Tattoo, a Flash Gay Tattoo terá três tatuadores de diferentes estilos que terão aproximadamente 500 desenhos para a escolha do público em São Paulo.

Segundo os organizadores, as tattoos – também com temática LGBT – terão preços que custarão entre R$ 200, R$ 300 e R$ 500.

O local do evento é um mix de lavanderia, galeria de arte e bar. A ideia surgiu para comemorar os três anos da Mantra Tattoo que desde o seu início levanta abertamente a bandeira LGBT.

Haverá feirinha cultural com luminárias, pins, patches e trilha sonora de Carlos Marcello Marques. As tatuagens poderão ser feitas no dia ou agendadas.

Serviço:

Dia 08/10/2017
Flash Gay Tattoo
Das 12h até as 23h
Local: Laundry Deluxe – Rua da Consolação, 2.937, Jardins.

Confirmado, Sense8 terá terceira temporada!

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Em março deste ano a Netflix confirmou o cancelamento de Sense8, uma de suas séries mais populares deles. Raríssimas pessoas acharam que era só uma estratégia de marketing para chamar a atenção do mundo e, logo após, dar a notícia de continuidade.

Bom, digo raríssimas pessoas pois eu fui uma delas. Mesmo com bons argumentos de amigos dizendo que as contas não batiam: muito caro para pouca gente assistindo. O que discordo: se está muito caro, dá pra continuar mas sem custos altos (locações longe, etc). Mas tirando minha humilde opinião sobre os acontecimentos (quem mandou eu estudar marketing depois de psicologia! risos), recentemente, após comoção nas redes sociais, a empresa voltou atrás e disse que a série terá mais um episódio de despedida.

Entretanto, Lana Wachowski, uma das criadoras de Sense8, disse que esta escrevendo não apenas um episódio mas toda a terceira temporada. Junto com uma entrevista dada com alguns atores da série, foi dito por Lana em terceira pessoa: “Ela está escrevendo porque acredita muito nos fãs, que eles vão criar muitos outros fãs. Lana realmente está escrevendo a terceira temporada inteira“.
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Com duas temporadas, Ted Sarandos, um dos executivos do serviço de streaming da Netflix, explicou no início do ano sobre o cancelamento: “Os fãs são muito apaixonados, mas não tanto o suficiente para suportar economicamente algo tão grande, até mesmo na nossa plataforma“, disse. De acordo com a imprensa americana, a Netflix gastou pelo menos R$ 655 milhões com as duas temporadas do seriado.

Embora Lana esteja escrevendo toda a terceira temporada, até o momento, a Netflix só confirma um episódio de duas horas para finalizar a série. E está prevista para 2018. Mas se for ou não estratégia de marketing, vamos sim ter uma terceira temporada: a dúvida agora é se terá apenas um episódio ou vários.

Esperamos que vários.