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Onde comprar meus livros? Temas: LGBT, Marketing, Psicologia, etc…

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Além de jornalista e bacharel em psicologia, também sou autor do livro O Armário (sobre a homossexualidade e os processos psíquicos que envolvem a saída e entrada do armário), Ursos Perversos (contos eróticos gays), Orgias Literárias da Tribo (coletânea LGBT premiada duas vezes em 2015!), THEUS: Do fogo à busca de si mesmo (romance gay incrível, meu maior sucesso!) e muitos outros de psicologia, marketing, etc.

Como sou autor independente desde 2006, nenhum dos meus livros você encontra em livrarias! Para comprar seu exemplar na versão digital (Amazon) ou impressa (Bons Livros Editora Digital), visite agora mesmo: http://fabricioviana.com/livros Lá tem todas as informações!

Fotos com meus leitores? Aqui. 

Me adicionar nas redes sociais? Aqui.

Literatura LGBT: 3º Bate-papo com Autores/Editoras na Feira Cultural LGBT dia 31/05

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Tradicional encontro com autores e editoras de livros com temática LGBT ocorre pela terceira vez durante a Feira Cultural LGBT

Dia 31/05, durante a Feira Cultural LGBT no Vale do Anhangabaú em São Paulo, teremos o 3º Bate-papo com Autores/Editoras de Literatura LGBT.

Idealizado pelo jornalista e escritor Fabrício Viana, o 3º bate-papo contará com tendas onde diversos Autores/Editoras estarão expondo, vendendo e conversando sobre sua produção literária LGBT.

Com um público aproximado de 200 mil pessoas, esta é uma grande oportunidade para que todas as pessoas apaixonadas por livros com temática LGBT possam conhecer seus autores, editoras e comprar seus romances, crônicas, poesias, livros de não ficção, livros eróticos, entre outros gêneros literários e ainda conversar com seus autores/editoras preferidos.

A tenda de Literatura LGBT terá início as 10h da manhã e irá até as 22h do mesmo dia. Entre os autores/editoras, até o momento (15/05) estarão presentes (em ordem alfabética):

>> Alice Reis (WonderClub)
http://oamordealice.com.br

>> Fabrício Viana
http://fabricioviana.com/livros

>> Karina Dias
http://karinadias.com.br/

>> Léa Carvalho / Malu Santos (Editora Metanoia)
http://metanoiaeditora.com/

>> Paula Curi (Palavras, Expressões e Letras)
http://editorapel.com.br/

>> Silvano Sulzart
http://www.silvanosulzart.com.br/

>> Thales Frazão
https://www.facebook.com/thalesnas/

Temos ainda algumas vagas, se você é autor/editora e deseja fazer parte, por favor, entrar em contato o mais breve possível com Paula Curi pelo e-mail contato@editorapel.com.br (até dia 18/05)

SERVIÇO:

Literatura LGBT: 3º Bate-papo com Autores/Editoras de livros com temática LGBT
Dia 31/05 (feriado) – Feira Cultural LGBT da APOGLBT SP
Das 10h as 22h.
Local: Vale do Anhangabaú em São Paulo
Entrada gratuita
Link do evento: http://paradasp.org.br/literaturalgbt2018

TERMOS LGBTs: Manual em PDF para Jornalistas e profissionais de Comunicação

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Novo Manual de Comunicação LGBTI+, lançado pela Aliança Nacional LGBTI+ e Rede GayLatino, destinado aos meios de comunicação, jornalistas e estudantes da área propõe: “Substitua preconceito por informação correta!”.

A publicação é destinada aos meios de comunicação, incluindo jornalistas e estudantes da área. Tem por objetivo contribuir para diminuir preconceitos e estigmas e colaborar para o melhor entendimento de termos que são recorrentes entre a população LGBTI+, mas que podem não ser usuais no dia a dia de profissionais e estudantes da Comunicação, a fim de contribuir para um jornalismo inclusivo.

A primeira parte do Manual contém definições, conceitos e fenômenos acerca das pessoas LGBTI+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, intersexuais e outras identidades de gênero e sexualidade não contempladas na atual sigla adotada, representadas pelo “+”). Em seguida, o Manual traz alguns dos principais pontos históricos envolvendo a população LGBTI+, inclusive os avanços mais recentes em termos de reconhecimento dos direitos desta população no Brasil e no mundo, bem como considerações sobre as lacunas ainda existentes para que alcance a cidadania plena. Também informa sobre termos a serem evitados em comunicações sobre o tema LGBTI+, assim como pautas que podem ser de interesse de profissionais dessa área.

Este manual é resultado de um trabalho conjunto. Foram aproximadamente 300 sugestões e colaborações de especialistas, militantes, ativistas, associados das organizações envolvidas, autoridades públicas, professores, estudantes e profissionais da Comunicação, através de uma consulta pública com duração de dois meses. Além disso, esta obra é inspirada em manuais de comunicação LGBTI+ de organizações como a SOMOSGAY (Paraguai), a Colômbia Diversa (Colômbia), a GLAAD (Estados Unidos) e a ABGLT (Brasil).

Diversas parcerias foram importantes para a organização e divulgação deste material, entre elas, com a organização paraguaia SOMOSGAY em colaboração com o Fundo Robert Carr, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (SindiJor-PR), o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal do Paraná, a Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas, a Associação da Parada do Orgulho GLBT do São Paulo, o Grupo Arco-Íris do Rio de Janeiro, o Instituto Brasileiro de Diversidade Sexual (IBDSEX) e a Comissão Especial de Diversidade Sexual do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. Em especial, este manual conta com a parceria do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), sendo prefaciado pela Diretora do UNAIDS no Brasil, Dra. Georgiana Braga-Orillard.

É uma obra que procura ser sucinta e fornecer informações práticas para consultas rápidas. Não se trata de uma obra acadêmica com aprofundamento nos temas e conceitos, mas sim de uma proposta de ferramenta para o dia a dia de profissionais e estudantes de comunicação. Eventuais sugestões de melhoria, inclusão ou exclusão de texto, bem como críticas, podem ser encaminhadas para o e-mail aliancalgbti@gmail.com para análise pelo Grupo de Trabalho e incorporação nas próximas edições. Lançamentos

As seguintes datas de lançamento já estão confirmadas:

DF, Brasília: 16 de maio de 2018, às 14h.  Senado Federal, Sala da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, Anexo II – Ala Senador Nilo Coelho

PR, Curitiba: 21 de maio de 2018, às 18h30. Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná, Rua José Loureiro, 211, Centro

SP, São Paulo: 22 de maio de 2018, das 18h30 às 21h. Novotel São Paulo Jaraguá, Rua Martins Fontes, 71, Centro

AL, Maceió: 25 de maio de 2018, às 9h. Assembleia Legislativa de Alagoas, Praça Dom Pedro II, s/nº, Centro

Ainda que a agenda de lançamento esteja em andamento, os profissionais da imprensa podem ter acesso ao manual por meio deste link.

Livro Famílias Invisíveis – Coletânea de Contos e Poemas LGBT, projeto CELLOS-MG

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O Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual de Minas Gerais (CELLOS-MG), organizador da Jornada pela Cidadania LGBT e da Parada do Orgulho LGBT de Belo Horizonte, promove no dia 17 de maio, o lançamento do livro Família Invisíveis – Coletânea de Contos e Poemas LGBT.

O evento acontecerá às 18h, no Museu de Imagem e Som (MIS) – Cine Santa Teresa, localizado na Rua Estrela do Sul, 89, Praça Duque de Caxias, no bairro Santa Teresa. A entrada é gratuita.

Essa edição é parte integrante da 4ª Jornada pela Cidadania LGBT, cujo tema “FamíliaS e DireitoS – Nossa Existência é Singular, Nossa Resistência é Plural” faz-se presente na obra. O edital literário convocou a participação de autores em todos os territórios do estado e seus títulos vencedores estarão na produção impressa.

O livro “Famílias Invisíveis – Coletânea de Contos e Poemas LGBT” tem entre seus principais objetivos promover e divulgar a literatura LGBT de Minas Gerais; estimular a produção literária com temática LGBT que discutam a diversidade sexual e de gênero; promover a integração artístico-cultural dessa população, fortalecendo sua identidade e posicionamento político-social. Esses pontos contribuem de maneira bastante efetiva no combate ao preconceito e à intolerância por meio da arte, apresentando ao leitor vivências e laços parentais que, quando observadas com sensibilidade, podem revelar-se muito semelhantes à sua própria realidade.

Essa publicação é um produto cultural resultante do projeto 4ª Jornada pela Cidadania LGBT, beneficiado pelo Fundo Estadual de Cultura, do Governo do Estado de Minas Gerais.

A data de lançamento é bastante simbólica para a comunidade LGBT. Em 17 de maio de 1990, a Assembleia Geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças (CID). Declarou-se, portanto, que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”.

Link para evento do Facebook:
https://www.facebook.com/events/1674680379234912/

SERVIÇO:

Lançamento do Livro “Famílias Invisíveis – Coletânea de Contos e Poemas LGBT”
17 de maio de 2018, às 18h00 (5ª feira)
Museu de Imagem e Som (MIS) Cine Santa Teresa
Rua Estrela do Sul, 89, Praça Duque de Caxias, Santa Teresa, BH/MG
Entrada gratuita
Realização: CELLOS-MG, Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual de Minas Gerais.
Apoios: Fundo Estadual de Cultura, Secretaria de Estado de Cultura, Fundação Municipal de Cultura (PBH), Diretoria Municipal de Políticas para a População LGBT, Crivo Editorial.

#POLÊMICA: A Parada LGBT virou um carnaval fora de época? Assista ao vídeo deles!

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Antes de mais nada, a #Polêmica foi pra chamar a atenção mesmo! 😉 Afinal o vídeo ficou incrível. Agora, com calma, vamos ao meu texto:

Vivemos em tempos modernos: menininhos e menininhas bitolados em assistir stories do Instagram e afins. Tanto que estou começando a gravar alguns no meu insta (instagram.com/fabricioviana.escritor). Isso é bacana pois as novas tecnologias proporcionam possibilidades comunicacionais incríveis. Uma delas são as lives (vídeos ao vivos) transmitidos tanto pelo Facebook como pelo Instagram, além de outras ferramentas digitais.

Pensando-se nisso, juntamente com o Gabriel Morais, meu estagiário na APOGLBT SP, decidimos criar uma live com a Cláudia Regina. Cláudia é a primeira mulher e lésbica a presidir a ONG que organiza a maior Parada LGBT do mundo. Eu? Tive o prazer de organizar e mediar esse encontro digital que entrou no ar dia 08/05/2018 das 17h as 18h. E ficou tão incrível que diversos temas foram bem explicados por ela.

INCLUSIVE, no vídeo tem uma resposta dela sobre a crítica muito clichê de que a “Parada LGBT virou um carnaval fora de época!”. Quer escutar uma resposta da presidente sobre? Assista ao vídeo que conseguimos gravar para que todos pudessem ver.

Link direto aqui: https://youtu.be/F5XvJPADwxw

Ou assista incorporado agora mesmo:

E vamos compartilhar. Informação sempre foi uma arma muito importante para combater a ignorância.

DORITOS® RAINBOW lança campanha pró-LGBT incrível!

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  • Sucesso no ano passado, produto volta ao Brasil e passa a ser comercializado nos principais pontos de venda de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná
  • Toda venda arrecadada será destinada a cinco instituições ligadas à causa LGBTQ+, uma em cada região do Brasil
  • Nova campanha é uma evolução da comunicação do ano passado e conta com participação da cantora Liniker, da medalhista olímpica Rafaela Silva, da drag queen e apresentadora de TV Ikaro Kadoshi, entre outros

São Paulo, maio de 2018 – DORITOS® Rainbow, em seu segundo ano no Brasil, vem com a proposta de fazer com que as vozes da comunidade LGBTQ+ sejam ouvidas. Com a campanha “Amplie seu mundo, escute a Voz de Rainbow”, a marca traz uma série de reflexões e ativações que mostram a evolução desta iniciativa que começou em 2017. Em 2018, DORITOS® irá reverter 100% das vendas do produto para cinco instituições ligadas ao Movimento LGBTQ+ e convidar consumidores a ampliarem seus pontos de vista praticando tolerância e aceitação.

Devido à grande procura do produto em 2017, quando foi distribuído a consumidores paulistas em ações de sampling, DORITOS® Rainbow passa a ser comercializado nos principais pontos de venda dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, a partir de maio até quando durarem os estoques. O valor de vendas arrecadado será 100% revertido a instituições ligadas ao Movimento LGBTQ+. Além da Casa 1, ONG parceira desde o ano passado, outras quatro instituições serão beneficiadas, uma por região do Brasil, escolhidas por meio de um edital, aberto no início de maio. As instituições interessadas podem se inscrever no site doritos.com.br e consumidores podem contribuir com indicações de projetos ou com doações. Em agosto, a marca anunciará os escolhidos.

O que a voz de Rainbow tem a dizer?

A evolução em relação ao lançamento de DORITOS® Rainbow, snack em versão comemorativa com tortilhas coloridas nas cores do movimento LGBTQ+, no ano passado é o mote da comunicação adotada em 2018. Anna Carolina Teixeira, diretora de Marketing de DORITOS® no Brasil, explica que o objetivo da campanha “Amplie seu mundo, escute a Voz de Rainbow” – assinada pela agência AlmapBBDO – continua sendo dar voz aos membros da comunidade LGBTQ+, mas que, para a volta do produto, a marca deseja levar a discussão a cada vez mais pessoas em toda a sociedade. “No primeiro ano, conversamos com a comunidade LGBTQ+ e celebramos a história do movimento com sua bandeira original. Para o segundo ano, fazemos um convite a todos para escutem o que os membros da comunidade têm a dizer e, desta forma, provocar discussões que possam contribuir na formação de uma sociedade mais diversa e aberta ao amor, igualdade e à aceitação”, explica Anna Carolina. Ainda de acordo com a executiva, “a campanha é mais uma importante inciativa para reforçar o posicionamento global da marca, que acredita na liberdade de expressão”.

A nova campanha traz membros da comunidade LGBTQ+ convidando os consumidores a “ampliarem o seu mundo” para novas vivências e pontos de vista.  O vídeo, em formato de manifesto, dá voz a seis pessoas da comunidade LGBTQ+ – o idealizador da CASA 1 Iran Giusti, o ativista do movimento João Silvério, a judoca e medalhista olímpica Rafaela Silva, a drag queen e apresentadora de TV Ikaro Kadoshi, o dono do canal Muro Pequeno, Murilo Araújo e a cantora Liniker – que aparecem falando sobre a necessidade de, cada vez mais, ampliar esta conversa. As mensagens também estarão presentes em ativações como OOH e nos patrocínios renovados com o Milkshake Festival e com a Parada do Orgulho LGBTQ+, ambos realizados em São Paulo nos dias 2 e 3 de junho, respectivamente.

Para mais detalhes sobre a campanha de DORITOS® Rainbow, para indicar uma instituição ou projeto ligado ao movimento LGBTQ+ ou para realizar doações à causa, acesse o site www.doritos.com.br.

“Fazia de tudo para ninguém descobrir que eu era gay”, disse Silvio Santos

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Silvio Santos. Foto: Divulgação.

Silvio Santos é realmente uma figura! No último domingo (15), durante o seu programa, ele fez mais declarações divertidas durante o quadro “Exame de Calouros” com seus participantes.

“Você, com essa roupa, dá a impressão que não é homem com H maiúsculo”, disse brincando e, em seguida ainda em tom de piada, falou que era gay e fazia de tudo para esconder isso dos outros.

“Quando tinha 21 anos, fazia tudo para ninguém descobrir que era gay”, disse o apresentador, que foi um dos primeiros a levar transexuais e transformistas em seus programas de TV.

Não satisfeito, ainda com seu bom clima de humor, continuou: “No Rio de Janeiro eu bancava o machão porque se as pessoas pensassem que eu fosse gay, elas iriam cair no meu pelo […] Eu sempre tive vergonha de ser gay, era uma fraqueza minha”, disse o dono do SBT.

E, claro, apesar de ser brincadeira do Silvio. O fato é que muita gente realmente passa por isso. Tanto que meu primeiro livro escrito e publicado, foi sobre a homossexualidade e os processos psíquicos que envolvem a entrada e saída do armário, chamado O ARMÁRIO. Para ler (versão digital ou impressa), visite a página com todos os meus livros aqui http://fabricioviana.com/livros 😉

Onde realizar o teste para HIV em São Paulo? O autoteste gratuito?

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O projeto A hora é Agora chega em São Paulo com o objetivo de ajudar as pessoas a fazerem o teste de HIV.

A plataforma virtual http://ahoraeagora.org foi lançada para promover a autotestagem, com objetivo principal de ampliar o diagnóstico precoce do HIV entre as populações mais vulneráveis à infecção por meio do teste de fluido oral.

Caso o resultado dê reagente/positivo feito em casa, ele deve ser confirmado com um novo teste, que é o teste confirmatório e que deve ser feito em uma unidade de saúde.

Todas as informações podem ser obtidas no site http://ahoraeagora.org ou pelo telefone 0800 16 2550

Aproveitando o assunto, caso você já saiba sobre sua sorologia (neste caso, positivo para o HIV), procure o mais rápido possível um centro de tratamento para começar a tomar os antirretrovirais. Quanto antes você tomar a medicação, mais chances você terá de ter uma carga viral indetectável e, assim, não transmitir o HIV. Além, é claro, de não deixar seu organismo chegar a uma quantidade baixa de CD4 (defesas!) e, assim, dar chance para as diversas doenças oportunistas.

Sua saúde (e de todos os seus amigos e amigas) em primeiro lugar!

#PSICOLOGIA: Entenda neste vídeo como evitar a autossabotagem!

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Começou uma faculdade e não terminou? Teve um sonho e não foi atrás? Estava desempregado, começou a trabalhar e já está decepcionado e querendo sair? Não se sente capaz de começar e terminar as coisas? Desiste fácil de tudo? Será que você não está se autossabotando?

Em todo o caso, quem vai responder todas estas perguntas é você mesmo. Mas acho que esse vídeo é muito legal para levar todos nós a uma reflexão. Muitas vezes o prazer imediato fala mais alto do que investir em algo chato, cansativo e que leva tempo. Porém, como já diz o velho ditado, sem esforço não se chega a lugar algum.

Vamos assistir? E compartilhar? Vídeo produzido pelo colega de psicologia Fred Mattos:

E se você já teve um caso parecido, deixe comentários abaixo. Pode usar pseudônimo! Eu mesmo me identifiquei com a parte do Inglês que, por muita coincidência, também sempre deixei de lado. Hoje é que estou correndo atrás (inclusive, curando uma segunda graduação: Letras – Português / Inglês)

Mãe homofóbica “vibra” com o suicídio do filho gay.

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Foto Reprodução / Facebook

O que eu sempre escuto dos jornalistas quando me ligam para me entrevistar sobre meus livros, especialmente sobre O Armário (sobre a homossexualidade e os processos psíquicos que envolvem a “entrada e saída do armário”) é que o mundo mudou. Que estamos mais tolerantes e falando mais sobre a homossexualidade.

O que eu digo pra eles é que não é bem assim. Uma pesquisa recente, que inclusive coloco no livro, feita em uma universidade no Rio de Janeiro com adolescentes sobre o tema é que eles pensam exatamente como nossos avós. Falamos mais? Temos mais visibilidade? Temos conquistas? Sim. Mas o mundo ainda é cheio de preconceito e LGBTfobia, especialmente nas escolas e dentro das próprias famílias. Foi o que aconteceu recentemente com o jovem Yago Oliveira, que postou nas redes sociais um desabafo sobre sua família e em seguida se matou.

Morador de João Pessoa (PB), Yago sofria preconceito de todos, especialmente de sua mãe extremamente religiosa. Dois meses antes de cometer suicídio, ele fez um longo desabafo no Facebook:

No dia 14 de Março Yago foi encontrado morto dentro do quarto enforcado. A polícia registrou como suicídio. Entre diversos comentários no Facebook do garoto, o comentário da mãe dele (dado com exclusividade ao portal Mixturando) foi o que mais surpreendeu a todos:

“O Homem lá de cima atendeu meu pedido, prefiro um filho morto do que vivo e pecador, seria uma eterna vergonha e uma desonra sem tamanho”

Casos como o dele, como eu disse acima, são ainda muito comuns. Lembro-me até de um rapaz, adulto, gay, que mora sozinho e com quem trabalhei recentemente, que disse que no grupo do whatsapp de família dele, todos estavam criticando homossexuais e isso o tinha deixado muito triste.

Então, o mundo mudou sim. Mas o preconceito e discriminação ainda existem e podem ser bastante cruéis. Não por acaso, meu outro livro, um romance gay chamado THEUS, baseado em fatos reais de fazendas religiosas que curavam gays aqui no Brasil, faz também muito sucesso: é impossível um leitor, gay, não se identificar com diversas partes (aliás, os comentários de leitores na Amazon Brasil são incríveis).

E para quem acha que estamos evoluindo, engana-se, pois políticos religiosos estão aí, criticando gays de forma fervorosa: promovendo o ódio e não o amor que tanto pregam. Nesta luta, todos perdem. Infelizmente.

Eleições é o tema da 22ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo que acontece dia 03 de Junho na Av. Paulista

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“Poder pra LGBTI+, Nosso Voto, Nossa Voz” é seu slogan.

22ª edição da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo acontece domingo, 3 de Junho, com concentração a partir das 10h em frente ao MASP, na Avenida Paulista. O movimento é organizado pela ONG APOGLBT SP (Associação da Parada do Orgulho de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros de São Paulo) há mais de 20 anos.

Para esta edição, o tema é “Eleições” e o slogan é “Poder pra LGBTI+, Nosso Voto, Nossa Voz”. Este tema e slogan foram discutidos em várias reuniões ao longo do ano desenvolvido pela APOGLBT SP em parceria com coletivos, outras ONGs LGBTs e militantes independentes onde, entre diversas questões, o tema Eleições em 2018 foi o mais discutido. Para que a sociedade possa entender esse tema, nestas mesmas reuniões, foi produzido uma justificativa em forma de manifesto, que pode ser lida integralmente aqui:

Eleições. Poder para LGBTI+, Nosso Voto, Nossa Voz

Somos milhões de filhos e filhas, pais, parentes e amigos. Ocupamos todos os cantos do Brasil e contribuímos para todas as áreas do conhecimento. Trabalhamos em todas as indústrias e segmentos econômicos como assalariados e autônomos, em profissões formais e informais. Estamos presentes nas empresas públicas e privadas, na cidade e no campo, no asfalto e nas favelas, nos bairros abastados e nas periferias, assim como na propaganda, nas artes, nos filmes e nas novelas. Representamos cerca de 10% dos mais de 207 milhões de brasileiros e brasileiras. Temos orgulho de sermos Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transsexuais, Travestis, Transgêneros e Intersexos (LGBTI+).

Mas, apesar de tudo isso, ainda não nos enxergamos no espelho da política. No Congresso Nacional, dos 581 parlamentares, temos apenas um deputado assumidamente homossexual que defende as cores da nossa bandeira. Infelizmente, ainda são poucos os políticos heterossexuais e cisgêneros aliados que abraçam a pauta LGBTI+, por mais direitos humanos e cidadania, em seus discursos e plataformas políticas. É triste reconhecer que a sub-representatividade de políticos LGBTI e aliados, comprometidos com nossas pautas, repete-se em outras casas legislativas do país.

O fato é que a nossa luta, mesmo tendo conseguido tantos avanços na sociedade civil, sofre constantes reveses e ameaças das bancadas conservadoras. É como se a cada passo pra frente, fôssemos empurrados dois passos pra trás. Temos um Congresso que é tido como o mais conservador desde 1964, segundo o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Precisamos mudar essa situação, e urgente!

Sim, nós podemos. Pois temos o poder nas nossas mãos; o nosso voto. Neste ano, ele será nossa voz, nossa arma e nosso trunfo. Precisamos nos empoderar das urnas e dos nossos direitos conquistados para elegermos presidente, governadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores que nos enxerguem como cidadãs e cidadãos e nos representem, sejam eles e elas LGBTI+ ou não. Pois estamos vivendo um momento em que é imprescindível nos colocarmos contra um discurso cheio de preconceitos e ódio, utilizado por políticos mal intencionados. 

Eles usam a velha retórica de proteção dos valores da família, da moral e dos bons costumes, como se nós fôssemos contra a família ou religião. Tudo isso para cassar nossos poucos direitos conquistados e impedir avanços para uma sociedade mais justa e igualitária. A arma deles é um discurso religioso distorcido para manipular a população. Somos usados como cortina de fumaça e apontados como inimigos do “cidadão de bem” para desviar o foco de suas práticas escusas e corruptas, garantindo seus enriquecimentos ilícitos e a perpetuação no poder.

É assim que estão fazendo com a tentativa de legalizar terapias de “cura gay”, com a tramitação de um “estatuto da família” que desconsidera os nossos modelos familiares, com um projeto de lei chamado “escola sem partido” que, se aprovado, vai proibir a discussão sobre gênero e sexualidade nas escolas, entre muitas outras frentes de ataque à nossa comunidade. A falta de representatividade com compromisso, ética e responsabilidade social faz com que a corrupção se instale, direitos sejam cassados, lutas por mais cidadania sejam sufocadas e crimes de ódio contra LGBTI continuem impunes.

É com essa justificativa e compromisso que a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT) escolheu, com outros coletivos, ONGs e militantes, o tema Eleições para a 22ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, que trará o slogan “Poder pra LGBTI+, Nosso Voto, Nossa Voz”. Queremos que nessas, e nas próximas eleições, nossas vozes sejam ouvidas nas urnas e fora delas, e que nossos votos nos representem de fato. 

Entendemos que a luta por mais direitos humanos e cidadania extrapola nossa sigla. Por isso, convidamos todas as pessoas da sociedade, eleitores e políticos, ao diálogo sobre direitos LGBTI e convocamos a nossa comunidade a empoderar-se do seu voto, do seu poder de escolha, das suas conquistas, de lutar por elas e por outras que precisamos. Sabemos que as mulheres ocupam apenas 10% das cadeiras da Câmara dos Deputados, mesmo sendo elas mais da metade da população. Se, no Brasil, 55% da população é formada por negros, apenas 20% dos deputados federais são. É hora de nos juntarmos a outros grupos minorizados e minoritários e elegermos a nós mesmos e às pessoas aliadas.

Mulheres cisgêneras, transsexuais e transgêneras, lésbicas, gays, negras e negros, bissexuais, travestis, homens trans e pessoas com deficiência, também podem fazer política. Mas pedimos que seja de forma justa, humana, igualitária e comprometida com nossa bandeira.

Poder

Poder é um conceito que também remete a coisas que lutamos contra, como  hierarquias, desigualdades e abusos. Não é esse o poder que queremos. Mas o fato é que precisamos ocupar os espaços que produzem as desigualdades para transformá-los por dentro. Nosso empoderamento como indivíduos também passa por essa questão. Negar essa necessidade é fechar os olhos para a realidade.

PODER PRA LGBTI+ é um projeto de construção de um novo poder mais humano, inclusivo, justo e representativo de todas e todos os cidadãos, independentemente de gênero, orientação sexual, raça, classe, lugar de origem, mobilidade entre tantos outros recortes.”

Para ajudar na divulgação da 22ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, a APOGLBT SP criou o evento oficial no Facebook que deve ser divulgado: www.paradasp.org.br/parada2018

Para outras informações, deve-se acessar o portal www.paradasp.org.br

SERVIÇO:

22ª Edição da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo
– Tema: Eleições
– Slogan: Poder pra LGBTI+, Nosso Voto, Nossa Voz!
– Horário: das 10h às 18h
– Concentração: Em frente ao Masp, na Avenida Paulista – São Paulo/SP
– Realização: ONG APOGLBT SP
– Evento oficial no Facebook: http://paradasp.org.br/parada2018

Ator Tarso Brant exibe com orgulho seu novo documento de identidade como homem trans

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Publicado originalmente aqui.

Como sabemos, não é nada fácil se perceber uma pessoa transexual neste mundo em que vivemos. A luta é sempre da gente, com a gente mesmo. Olhar no espelho e ver que somos do sexo oposto ao que sentimos, é algo realmente absurdo. Por isso, a maioria das pessoas transexuais sonham em readequar seu corpo: para que ele fique exatamente com o que condiz com sua mente.

Agora, imagina você ter todo um esforço e, mesmo conseguindo mudar fisicamente, ainda ter problemas em aeroportos e outros lugares por conta do seu documento? Você aparenta ser de um gênero e seu nome, no documento, é de outro? Complicado, não?

Justamente por isso, quando transexuais conseguem mudar seus documentos, a felicidade é imensa. E isso aconteceu recentemente com o ator Tarso Brant. Tarso, homem trans, nasceu com o nome de Tereza Brant e, até algumas entrevistas recentes, disse que não trocaria seu nome para algo masculino. O que, de fato, é gosto e pode-se mudar com o tempo. Afinal, já que tem a possibilidade de sermos completos (em todos os sentidos), devemos!

E foi isso o que ele fez. A felicidade do rapaz foi tão grande que ele publicou seu novo documento de identidade com seu nome masculino em seu Instagram (e também o texto completo que ele escreveu lá), confira:

Escrevi esse texto hà algum tempo atrás e gostaria de compartilha-lo com vocês junto com mais essa conquista pessoal. Minha nova carteira de identidade. Ja me despedi da antiga faz algum tempo, mas è com muito carinho que compartilho com vocês o exato momento e a forma que pude sentir isso. (05/03/2017) Hoje reconheço que a Tereza não só fez parte de mim, como veio para me ensinar a ser um homem melhor, já não me incomodo mais, e percebo que a única forma de deixa-la ir seria compreendendo- a totalmente, sentindo o que antes ela sentia como parte “desconhecida”, agora já conhecida tendo que reviver novamente os fatos sob um outro olhar, compreendendo de uma nova forma… sendo uma outra pessoa: Seu oposto, que não deixa de ser Eu em busca de vivenciar minha completude de estado. Sendo o que realmente sou, como um ciclo: ela iniciou, eu termino. Ela me encontrou, agora está na hora de partir… preciso deixa-la ir, me expressando da melhor maneira. Nada mais justo que contar sua historia, transforma- la nas minhas mais belas palavras em forma de agradecimento por ter me dado o bem que para ela era mais precioso, a vida. -Ei doce menina Não quero que se vá assim, tão repentina Também não quero ser rude em despeja-la em qualquer esquina Você merece carinho e compreensão, como toda boa menina no colo de seu irmão Não quero que fiques triste por pensar que de mim não faz mais parte Você sempre vai estar, guardada onde ninguém vai te tirar No fundo Do meu mais puro olhar. -tarsobrant

Uma publicação compartilhada por Tarso Brant (@tarsobrant) em

Para quem não conhece, Tarso nasceu em Belo Horizonte e ficou nacionalmente conhecido após exibir sua transição de gênero abertamente em suas redes sociais. Como na época o assunto ainda era um grande tabu, ele participou de diversos programas de TV até que, em 2017, ajudou a escritora Glória Perez na criação de uma personagem trans para a novela A Força do Querer da Rede Globo.

Vida longa ao rapaz! E que muitos outros homens trans, e mulheres transexuais, consigam tudo isso! Direitos iguais, não? Nem mais, nem menos!

Dica pra vida! 5 arrependimentos mais comuns no leito de morte.

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Bronnie Ware é uma enfermeira australiana e cuida, há alguns anos, de pacientes terminais. Inspirada em diversas histórias que já escutou, decidiu publicar em seu blog os cinco arrependimentos mais comuns que as pessoas tinham antes de morrer.

Sua postagem teve tanto sucesso que virou o livro chamado “The Top Five Regrets of The Dying” (Os cinco maiores arrependimentos de quem está morrendo). E se você observar bem, as vezes estamos tão preocupados com tantas coisas que esquecemos do principal. Ou dos cinco principais. Vamos ver quais são eles:

1. Queria ter aproveitado a vida do meu jeito e não da forma que os outros queriam 

Esse é o mais comum de todos. Quando lancei meu livro chamado O Armário, sobre a homossexualidade e os processos psíquicos que envolve a “entrada” e “saída do armário”, o que eu não esperava era que o livro fosse lido por quem “não tem nada a ver com o tema”. E um dos principais elogios sobre o livro foi justamente este: ele deixa claro que, independente de qualquer coisa, você precisa ser autêntico sobre sua vida, seus desejos e suas aspirações. Quanto mais se preocupar com o que os outros querem de você, pior para você. Parece que, de fato, isso é real. Logo, se policie nisso!

2. Queria não ter trabalhado tanto

Esse é outro arrependimento. Certa vez li um texto de um jovem que fez vários cursos, trabalhou duro, foi promovido, buscou metas e crescimento pessoais. Tudo isso para poder chegar na terceira idade e ter uma vida mais tranquila, sem trabalhar muito. Quando li isso, pensei, poxa, mas será que não existe um meio termo? Será que não podemos ganhar razoavelmente bem, curtir mais os momentos com quem amamos e seguir uma vida sem tanto trabalho? Sim, dá sim. O equilíbrio, para todas as coisas, deve ser o foco de tudo sempre. Não muito. Nem pouco.

3. Queria ter falado mais sobre meus sentimentos

Muita gente guarda pra si muitas coisas. Sofre sozinho. E isso não é nada bom. Ter com quem partilhar, alegrias e tristezas, é sempre muito bom. Nos faz mais humanos. Lógico que não vai abrir aquele grande problema que só um psicólogo poderá resolver com qualquer um, mesmo sendo melhor amigo, pastor, bispo e afins. Tem coisas que só um tratamento psicológico ou psiquiátrico realmente resolvem (e, por favor, invistam nisso!). Mas compartilhar algumas tristezas e não somente alegrias faz parte do bem estar. Além do que, tem muita gente que começa a ter doenças psicossomáticas (quando o biológico passa a ter a doença por causa de algum sofrimento psíquico) justamente por
guardar tantas coisas pra si.

4. Não queria ter perdido contato com meus amigos 

Com diz a letra de Filtro Solar, traduzido, “Amigos vão e vem, mas preste atenção aos poucos e bons”. E isso é real. Relações de amizade se firmam com base em interesses em comum. Um namorado não terá todos os interesses que você tem, um amigo específico, também não, nem mesmo um familiar, e justamente por isso precisamos ter uma rede de amigos, cada um com aquele interesse que você tem: e que se complementam. Esquecer os amigos por conta de trabalho, casamento e afins, é realmente muito prejudicial.

5. Queria ter me permitido ser feliz

Segundo Bronnie, mutias pessoas só percebem que a felicidade é uma questão de escolha. “O medo de mudar fez com que eles fingissem para os outros e para eles mesmos que eles estavam satisfeitos quando, no fundo, tudo o que eles queriam era rir e ter mais momentos alegres”, disse ela em uma entrevista. Eu mesmo sou um cara bem humorado, prefiro rir e ver as coisas por esse lado. Bom humor, bons momentos, bons sentimentos e afins, geram mais bom humor, bons momentos e mais bons sentimentos. É a lei da atração.

Gostou? Deixe seus comentários e vamos compartilhar pros amigos e amigas! Ninguém pode, ou deve, se arrepender dessas coisas no final da vida. Afinal, como digo em outros livros meus, independente da sua religião e dela ter ou não uma vida após a morte, vamos viver o hoje, o agora, com responsabilidade, amor e muitos momentos bons. A escolha é sempre nossa!

Livro A Noite das Faquiresas – Faquirismo e Feminismo, de Alberto de Oliveira e Alberto Camarero

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O evento A NOITE DAS FAQUIRESAS – FAQUIRISMO E FEMINISMO acontecerá no Bar e Espaço Cultural Presidenta, na Rua Augusta, 335, no dia 24/02, um sábado, às 20h.

Esse evento tem como ponto de partida o livro “Cravo na Carne – Fama e Fome: O Faquirismo Feminino no Brasil”, de Alberto de Oliveira e Alberto Camarero, publicado pela editora Veneta, resultado de uma pesquisa histórica sobre as faquiresas brasileiras, mulheres transgressoras que enfrentaram a sociedade machista de meados do século XX e apresentaram-se em exibições de resistência física, enfrentando a fome (jejuavam durante dezenas de dias expostas ao público) e a tortura de pregos, cacos de vidro, crucificação e a companhia diária de serpentes vivas.

No dia 24/02, acontecerá no Presidenta um bate-papo dos Albertos com Auta Messias, a faquiresa Najja, muito conhecida no Brasil no final dos anos 1960 pelas provas em que exibia-se jejuando crucificada; a cineasta e atriz Helena Ignez, que está escrevendo o roteiro de um filme sobre esse tema – “Relatos de uma faquiresa” – e a performer Verônica Veloso, falando sobre a relação entre Faquirismo e Feminismo e a importância da transgressão das faquiresas em seu tempo.

Nesse dia, também vai acontecer a performance “A Carne”, um estudo da interface entre o Faquirismo feminino e algumas performers feministas, pela Confraria das Malvadas, formada por Beatriz Cruz, Bruno Caetano, Inês Bushatsky, Paula Klein, Rafael Bicudo e Verônica Veloso.

Serviço:

Lançamento do livro A Noite das Faquiresas – Faquirismo e Feminismo
Autores Alberto de Oliveira e Alberto Camarero
Data 24/02 às 20h
Local Bar e Espaço Cultural Presidenta, na Rua Augusta, 335 – São Paulo / SP
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/562195250811653
Blog https://cravonacarnefamaefome.blogspot.com.br/

Gus Kenworthy: “Namorar dentro do armário é uma tortura”

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Quem leu meu livro sobre a homossexualidade e os processos psíquicos presentes na “entrada” e “saída do armário”, chamado O Armário (versão digital ou impressa), sabe exatamente o que sente o esquiador freestyle Gus Kenworthy.

Vencedor da medalha olímpica, Gus virou manchete ao voltar às Olimpíadas de inverno em Pyeongchang na Coréia do Sul. Em uma entrevista, ao olhar para trás quando ele estava dentro do armário, ele disse “Namorar no armário é uma tortura”. E é mesmo!

“É uma das coisas mais difíceis, especialmente se você está completamente fechado. E eu estava, então eu não tinha ninguém para conversar se algo no relacionamento me incomodasse ou se eu precisasse desabafar”.

Em outro momento, ele disse também sobre sua relação com o primeiro namorado:

“Quando eu comecei a ver meu primeiro namorado, alguns dos caras da indústria disseram merda, porque de repente começamos a passar muito tempo juntos”, disse ele.

“Mas havia um esquiador que diria realmente merda, comentários realmente grosseiros. Na verdade, era apenas um assédio moral”.

Depois que ele saiu para o mundo, Gus diz que recebeu um telefonema do esquiador homofóbico: “Ele foi engasgado e disse:” Desculpe, eu não sabia o tempo todo, e se eu soubesse, não teria dito nada”, ele me fez chorar”.

Gus está agora em um relacionamento com o ator Matthew Wilkas e espera que sua abertura sobre sua sexualidade e vida amorosa inspire uma futura geração de atletas. Exatamente o que eu fiz quando escrevi meu livro O ARMARIO. Minha impressão é que, sofremos tanto dentro de um armário que, quando saímos e notamos que a vida pode ser repleta de felicidades, queremos realmente mostrar isso ao mundo e ajudar, sempre que possível, mais e mais pessoas a se assumirem e serem felizes.

Aliás, até hoje, em diversos lugares que eu vou, muita gente me para nos lugares e diz que quando mais novo leu meu livro O Armário e, graças a ele, tem uma vida mais feliz e digna. Que o livro realmente ajudou muito. E continua ajudando. Aliás, tem 11 anos que escrevi ele, imagina a quantidade de leitores que eu tenho pelo mundo!

Dia 17/02 o Bloco da Diversidade vai agitar São Paulo no Carnaval 2018!

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Bloco da Diversidade é um dos tradicionais blocos LGBTs da capital paulista.

Pelo quinto ano consecutivo, o Bloco da Diversidade, organizado pela APOGLBT SP (ONG responsável pela maior Parada LGBT do mundo), estará nas ruas de São Paulo levando alegria e diversão com todas as cores da diversidade humana!

Para quem não sabe, o Bloco da Diversidade foi criado em 2014 com a proposta de levar para as ruas no Carnaval de São Paulo a voz da população LGBT, que mesmo nessa época festiva e diversa também sofre preconceito e exclusão. Por entender que o Carnaval é uma forma de Manifestação Cultural e Social, a APOGLBT SP criou o Bloco da Diversidade.

Nos seus primeiros 04 anos o Bloco da Diversidade levou para as ruas sempre uma mensagem positiva de inclusão e respeito: no Bloco da Diversidade não aceitamos qualquer tipo de preconceito, seja de cor, raça, sexo, gênero e até mesmo de credo religioso.

Esse ano o Bloco da Diversidade completa cinco anos de existência, e você e todos os seus amigos e familiares são nossos convidados para participar de um dos melhores blocos LGBT de São Paulo! Venha brincar seu #Carnaval ao som das marchinhas de carnaval, samba, axé, funk melody, MPB, sertanejo, música eletrônica e muito mais! O Bloco da Diversidade toca todos os ritmos, por entender que somos brasileiros e temos uma diversidade musical muito grande e que essa diversidade nos representa e nos torna diferentes!

Evento oficial no Facebook:
https://www.facebook.com/events/179589919305360/

Trajeto:

Largo do Arouche, Av. Vieira de Carvalho, Praça da República, Av. São Luiz, Rua Coronel Xavier de Toledo, Rua Conselheiro Crispiniano, Av. São João, Av. Ipiranga, Praça da República, Av. Vieira de Carvalho e retorno ao Largo do Arouche.

Vídeo do ano passado:

Serviço:

Bloco da Diversidade 2018
17/02 a partir das 17h30 (término as 22h)
Concentração Largo do Arouche
Organização: http://paradasp.org.br/