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Onde comprar meus livros? Temas: LGBT, Marketing, Psicologia, etc…

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Além de jornalista e bacharel em psicologia, também sou autor do livro O Armário (sobre a homossexualidade e os processos psíquicos que envolvem a saída e entrada do armário), Ursos Perversos (contos eróticos gays), Orgias Literárias da Tribo (coletânea LGBT premiada duas vezes em 2015!), THEUS: Do fogo à busca de si mesmo (romance gay incrível, meu maior sucesso!) e muitos outros de psicologia, marketing, etc.

Como sou autor independente desde 2006, nenhum dos meus livros você encontra em livrarias! Para comprar seu exemplar na versão digital (Amazon) ou impressa (Bons Livros Editora Digital), visite agora mesmo: http://fabricioviana.com/livros Lá tem todas as informações!

Fotos com meus leitores? Aqui. 

Me adicionar nas redes sociais? Aqui.

“Fazia de tudo para ninguém descobrir que eu era gay”, disse Silvio Santos

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Silvio Santos. Foto: Divulgação.

Silvio Santos é realmente uma figura! No último domingo (15), durante o seu programa, ele fez mais declarações divertidas durante o quadro “Exame de Calouros” com seus participantes.

“Você, com essa roupa, dá a impressão que não é homem com H maiúsculo”, disse brincando e, em seguida ainda em tom de piada, falou que era gay e fazia de tudo para esconder isso dos outros.

“Quando tinha 21 anos, fazia tudo para ninguém descobrir que era gay”, disse o apresentador, que foi um dos primeiros a levar transexuais e transformistas em seus programas de TV.

Não satisfeito, ainda com seu bom clima de humor, continuou: “No Rio de Janeiro eu bancava o machão porque se as pessoas pensassem que eu fosse gay, elas iriam cair no meu pelo […] Eu sempre tive vergonha de ser gay, era uma fraqueza minha”, disse o dono do SBT.

E, claro, apesar de ser brincadeira do Silvio. O fato é que muita gente realmente passa por isso. Tanto que meu primeiro livro escrito e publicado, foi sobre a homossexualidade e os processos psíquicos que envolvem a entrada e saída do armário, chamado O ARMÁRIO. Para ler (versão digital ou impressa), visite a página com todos os meus livros aqui http://fabricioviana.com/livros 😉

Onde realizar o teste para HIV em São Paulo? O autoteste gratuito?

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O projeto A hora é Agora chega em São Paulo com o objetivo de ajudar as pessoas a fazerem o teste de HIV.

A plataforma virtual http://ahoraeagora.org foi lançada para promover a autotestagem, com objetivo principal de ampliar o diagnóstico precoce do HIV entre as populações mais vulneráveis à infecção por meio do teste de fluido oral.

Caso o resultado dê reagente/positivo feito em casa, ele deve ser confirmado com um novo teste, que é o teste confirmatório e que deve ser feito em uma unidade de saúde.

Todas as informações podem ser obtidas no site http://ahoraeagora.org ou pelo telefone 0800 16 2550

Aproveitando o assunto, caso você já saiba sobre sua sorologia (neste caso, positivo para o HIV), procure o mais rápido possível um centro de tratamento para começar a tomar os antirretrovirais. Quanto antes você tomar a medicação, mais chances você terá de ter uma carga viral indetectável e, assim, não transmitir o HIV. Além, é claro, de não deixar seu organismo chegar a uma quantidade baixa de CD4 (defesas!) e, assim, dar chance para as diversas doenças oportunistas.

Sua saúde (e de todos os seus amigos e amigas) em primeiro lugar!

#PSICOLOGIA: Entenda neste vídeo como evitar a autossabotagem!

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Começou uma faculdade e não terminou? Teve um sonho e não foi atrás? Estava desempregado, começou a trabalhar e já está decepcionado e querendo sair? Não se sente capaz de começar e terminar as coisas? Desiste fácil de tudo? Será que você não está se autossabotando?

Em todo o caso, quem vai responder todas estas perguntas é você mesmo. Mas acho que esse vídeo é muito legal para levar todos nós a uma reflexão. Muitas vezes o prazer imediato fala mais alto do que investir em algo chato, cansativo e que leva tempo. Porém, como já diz o velho ditado, sem esforço não se chega a lugar algum.

Vamos assistir? E compartilhar? Vídeo produzido pelo colega de psicologia Fred Mattos:

E se você já teve um caso parecido, deixe comentários abaixo. Pode usar pseudônimo! Eu mesmo me identifiquei com a parte do Inglês que, por muita coincidência, também sempre deixei de lado. Hoje é que estou correndo atrás (inclusive, curando uma segunda graduação: Letras – Português / Inglês)

Mãe homofóbica “vibra” com o suicídio do filho gay.

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Foto Reprodução / Facebook

O que eu sempre escuto dos jornalistas quando me ligam para me entrevistar sobre meus livros, especialmente sobre O Armário (sobre a homossexualidade e os processos psíquicos que envolvem a “entrada e saída do armário”) é que o mundo mudou. Que estamos mais tolerantes e falando mais sobre a homossexualidade.

O que eu digo pra eles é que não é bem assim. Uma pesquisa recente, que inclusive coloco no livro, feita em uma universidade no Rio de Janeiro com adolescentes sobre o tema é que eles pensam exatamente como nossos avós. Falamos mais? Temos mais visibilidade? Temos conquistas? Sim. Mas o mundo ainda é cheio de preconceito e LGBTfobia, especialmente nas escolas e dentro das próprias famílias. Foi o que aconteceu recentemente com o jovem Yago Oliveira, que postou nas redes sociais um desabafo sobre sua família e em seguida se matou.

Morador de João Pessoa (PB), Yago sofria preconceito de todos, especialmente de sua mãe extremamente religiosa. Dois meses antes de cometer suicídio, ele fez um longo desabafo no Facebook:

No dia 14 de Março Yago foi encontrado morto dentro do quarto enforcado. A polícia registrou como suicídio. Entre diversos comentários no Facebook do garoto, o comentário da mãe dele (dado com exclusividade ao portal Mixturando) foi o que mais surpreendeu a todos:

“O Homem lá de cima atendeu meu pedido, prefiro um filho morto do que vivo e pecador, seria uma eterna vergonha e uma desonra sem tamanho”

Casos como o dele, como eu disse acima, são ainda muito comuns. Lembro-me até de um rapaz, adulto, gay, que mora sozinho e com quem trabalhei recentemente, que disse que no grupo do whatsapp de família dele, todos estavam criticando homossexuais e isso o tinha deixado muito triste.

Então, o mundo mudou sim. Mas o preconceito e discriminação ainda existem e podem ser bastante cruéis. Não por acaso, meu outro livro, um romance gay chamado THEUS, baseado em fatos reais de fazendas religiosas que curavam gays aqui no Brasil, faz também muito sucesso: é impossível um leitor, gay, não se identificar com diversas partes (aliás, os comentários de leitores na Amazon Brasil são incríveis).

E para quem acha que estamos evoluindo, engana-se, pois políticos religiosos estão aí, criticando gays de forma fervorosa: promovendo o ódio e não o amor que tanto pregam. Nesta luta, todos perdem. Infelizmente.

Eleições é o tema da 22ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo que acontece dia 03 de Junho na Av. Paulista

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“Poder pra LGBTI+, Nosso Voto, Nossa Voz” é seu slogan.

22ª edição da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo acontece domingo, 3 de Junho, com concentração a partir das 10h em frente ao MASP, na Avenida Paulista. O movimento é organizado pela ONG APOGLBT SP (Associação da Parada do Orgulho de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros de São Paulo) há mais de 20 anos.

Para esta edição, o tema é “Eleições” e o slogan é “Poder pra LGBTI+, Nosso Voto, Nossa Voz”. Este tema e slogan foram discutidos em várias reuniões ao longo do ano desenvolvido pela APOGLBT SP em parceria com coletivos, outras ONGs LGBTs e militantes independentes onde, entre diversas questões, o tema Eleições em 2018 foi o mais discutido. Para que a sociedade possa entender esse tema, nestas mesmas reuniões, foi produzido uma justificativa em forma de manifesto, que pode ser lida integralmente aqui:

Eleições. Poder para LGBTI+, Nosso Voto, Nossa Voz

Somos milhões de filhos e filhas, pais, parentes e amigos. Ocupamos todos os cantos do Brasil e contribuímos para todas as áreas do conhecimento. Trabalhamos em todas as indústrias e segmentos econômicos como assalariados e autônomos, em profissões formais e informais. Estamos presentes nas empresas públicas e privadas, na cidade e no campo, no asfalto e nas favelas, nos bairros abastados e nas periferias, assim como na propaganda, nas artes, nos filmes e nas novelas. Representamos cerca de 10% dos mais de 207 milhões de brasileiros e brasileiras. Temos orgulho de sermos Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transsexuais, Travestis, Transgêneros e Intersexos (LGBTI+).

Mas, apesar de tudo isso, ainda não nos enxergamos no espelho da política. No Congresso Nacional, dos 581 parlamentares, temos apenas um deputado assumidamente homossexual que defende as cores da nossa bandeira. Infelizmente, ainda são poucos os políticos heterossexuais e cisgêneros aliados que abraçam a pauta LGBTI+, por mais direitos humanos e cidadania, em seus discursos e plataformas políticas. É triste reconhecer que a sub-representatividade de políticos LGBTI e aliados, comprometidos com nossas pautas, repete-se em outras casas legislativas do país.

O fato é que a nossa luta, mesmo tendo conseguido tantos avanços na sociedade civil, sofre constantes reveses e ameaças das bancadas conservadoras. É como se a cada passo pra frente, fôssemos empurrados dois passos pra trás. Temos um Congresso que é tido como o mais conservador desde 1964, segundo o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Precisamos mudar essa situação, e urgente!

Sim, nós podemos. Pois temos o poder nas nossas mãos; o nosso voto. Neste ano, ele será nossa voz, nossa arma e nosso trunfo. Precisamos nos empoderar das urnas e dos nossos direitos conquistados para elegermos presidente, governadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores que nos enxerguem como cidadãs e cidadãos e nos representem, sejam eles e elas LGBTI+ ou não. Pois estamos vivendo um momento em que é imprescindível nos colocarmos contra um discurso cheio de preconceitos e ódio, utilizado por políticos mal intencionados. 

Eles usam a velha retórica de proteção dos valores da família, da moral e dos bons costumes, como se nós fôssemos contra a família ou religião. Tudo isso para cassar nossos poucos direitos conquistados e impedir avanços para uma sociedade mais justa e igualitária. A arma deles é um discurso religioso distorcido para manipular a população. Somos usados como cortina de fumaça e apontados como inimigos do “cidadão de bem” para desviar o foco de suas práticas escusas e corruptas, garantindo seus enriquecimentos ilícitos e a perpetuação no poder.

É assim que estão fazendo com a tentativa de legalizar terapias de “cura gay”, com a tramitação de um “estatuto da família” que desconsidera os nossos modelos familiares, com um projeto de lei chamado “escola sem partido” que, se aprovado, vai proibir a discussão sobre gênero e sexualidade nas escolas, entre muitas outras frentes de ataque à nossa comunidade. A falta de representatividade com compromisso, ética e responsabilidade social faz com que a corrupção se instale, direitos sejam cassados, lutas por mais cidadania sejam sufocadas e crimes de ódio contra LGBTI continuem impunes.

É com essa justificativa e compromisso que a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT) escolheu, com outros coletivos, ONGs e militantes, o tema Eleições para a 22ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, que trará o slogan “Poder pra LGBTI+, Nosso Voto, Nossa Voz”. Queremos que nessas, e nas próximas eleições, nossas vozes sejam ouvidas nas urnas e fora delas, e que nossos votos nos representem de fato. 

Entendemos que a luta por mais direitos humanos e cidadania extrapola nossa sigla. Por isso, convidamos todas as pessoas da sociedade, eleitores e políticos, ao diálogo sobre direitos LGBTI e convocamos a nossa comunidade a empoderar-se do seu voto, do seu poder de escolha, das suas conquistas, de lutar por elas e por outras que precisamos. Sabemos que as mulheres ocupam apenas 10% das cadeiras da Câmara dos Deputados, mesmo sendo elas mais da metade da população. Se, no Brasil, 55% da população é formada por negros, apenas 20% dos deputados federais são. É hora de nos juntarmos a outros grupos minorizados e minoritários e elegermos a nós mesmos e às pessoas aliadas.

Mulheres cisgêneras, transsexuais e transgêneras, lésbicas, gays, negras e negros, bissexuais, travestis, homens trans e pessoas com deficiência, também podem fazer política. Mas pedimos que seja de forma justa, humana, igualitária e comprometida com nossa bandeira.

Poder

Poder é um conceito que também remete a coisas que lutamos contra, como  hierarquias, desigualdades e abusos. Não é esse o poder que queremos. Mas o fato é que precisamos ocupar os espaços que produzem as desigualdades para transformá-los por dentro. Nosso empoderamento como indivíduos também passa por essa questão. Negar essa necessidade é fechar os olhos para a realidade.

PODER PRA LGBTI+ é um projeto de construção de um novo poder mais humano, inclusivo, justo e representativo de todas e todos os cidadãos, independentemente de gênero, orientação sexual, raça, classe, lugar de origem, mobilidade entre tantos outros recortes.”

Para ajudar na divulgação da 22ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, a APOGLBT SP criou o evento oficial no Facebook que deve ser divulgado: www.paradasp.org.br/parada2018

Para outras informações, deve-se acessar o portal www.paradasp.org.br

SERVIÇO:

22ª Edição da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo
– Tema: Eleições
– Slogan: Poder pra LGBTI+, Nosso Voto, Nossa Voz!
– Horário: das 10h às 18h
– Concentração: Em frente ao Masp, na Avenida Paulista – São Paulo/SP
– Realização: ONG APOGLBT SP
– Evento oficial no Facebook: http://paradasp.org.br/parada2018

Ator Tarso Brant exibe com orgulho seu novo documento de identidade como homem trans

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Publicado originalmente aqui.

Como sabemos, não é nada fácil se perceber uma pessoa transexual neste mundo em que vivemos. A luta é sempre da gente, com a gente mesmo. Olhar no espelho e ver que somos do sexo oposto ao que sentimos, é algo realmente absurdo. Por isso, a maioria das pessoas transexuais sonham em readequar seu corpo: para que ele fique exatamente com o que condiz com sua mente.

Agora, imagina você ter todo um esforço e, mesmo conseguindo mudar fisicamente, ainda ter problemas em aeroportos e outros lugares por conta do seu documento? Você aparenta ser de um gênero e seu nome, no documento, é de outro? Complicado, não?

Justamente por isso, quando transexuais conseguem mudar seus documentos, a felicidade é imensa. E isso aconteceu recentemente com o ator Tarso Brant. Tarso, homem trans, nasceu com o nome de Tereza Brant e, até algumas entrevistas recentes, disse que não trocaria seu nome para algo masculino. O que, de fato, é gosto e pode-se mudar com o tempo. Afinal, já que tem a possibilidade de sermos completos (em todos os sentidos), devemos!

E foi isso o que ele fez. A felicidade do rapaz foi tão grande que ele publicou seu novo documento de identidade com seu nome masculino em seu Instagram (e também o texto completo que ele escreveu lá), confira:

Escrevi esse texto hà algum tempo atrás e gostaria de compartilha-lo com vocês junto com mais essa conquista pessoal. Minha nova carteira de identidade. Ja me despedi da antiga faz algum tempo, mas è com muito carinho que compartilho com vocês o exato momento e a forma que pude sentir isso. (05/03/2017) Hoje reconheço que a Tereza não só fez parte de mim, como veio para me ensinar a ser um homem melhor, já não me incomodo mais, e percebo que a única forma de deixa-la ir seria compreendendo- a totalmente, sentindo o que antes ela sentia como parte “desconhecida”, agora já conhecida tendo que reviver novamente os fatos sob um outro olhar, compreendendo de uma nova forma… sendo uma outra pessoa: Seu oposto, que não deixa de ser Eu em busca de vivenciar minha completude de estado. Sendo o que realmente sou, como um ciclo: ela iniciou, eu termino. Ela me encontrou, agora está na hora de partir… preciso deixa-la ir, me expressando da melhor maneira. Nada mais justo que contar sua historia, transforma- la nas minhas mais belas palavras em forma de agradecimento por ter me dado o bem que para ela era mais precioso, a vida. -Ei doce menina Não quero que se vá assim, tão repentina Também não quero ser rude em despeja-la em qualquer esquina Você merece carinho e compreensão, como toda boa menina no colo de seu irmão Não quero que fiques triste por pensar que de mim não faz mais parte Você sempre vai estar, guardada onde ninguém vai te tirar No fundo Do meu mais puro olhar. -tarsobrant

Uma publicação compartilhada por Tarso Brant (@tarsobrant) em

Para quem não conhece, Tarso nasceu em Belo Horizonte e ficou nacionalmente conhecido após exibir sua transição de gênero abertamente em suas redes sociais. Como na época o assunto ainda era um grande tabu, ele participou de diversos programas de TV até que, em 2017, ajudou a escritora Glória Perez na criação de uma personagem trans para a novela A Força do Querer da Rede Globo.

Vida longa ao rapaz! E que muitos outros homens trans, e mulheres transexuais, consigam tudo isso! Direitos iguais, não? Nem mais, nem menos!

Dica pra vida! 5 arrependimentos mais comuns no leito de morte.

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Bronnie Ware é uma enfermeira australiana e cuida, há alguns anos, de pacientes terminais. Inspirada em diversas histórias que já escutou, decidiu publicar em seu blog os cinco arrependimentos mais comuns que as pessoas tinham antes de morrer.

Sua postagem teve tanto sucesso que virou o livro chamado “The Top Five Regrets of The Dying” (Os cinco maiores arrependimentos de quem está morrendo). E se você observar bem, as vezes estamos tão preocupados com tantas coisas que esquecemos do principal. Ou dos cinco principais. Vamos ver quais são eles:

1. Queria ter aproveitado a vida do meu jeito e não da forma que os outros queriam 

Esse é o mais comum de todos. Quando lancei meu livro chamado O Armário, sobre a homossexualidade e os processos psíquicos que envolve a “entrada” e “saída do armário”, o que eu não esperava era que o livro fosse lido por quem “não tem nada a ver com o tema”. E um dos principais elogios sobre o livro foi justamente este: ele deixa claro que, independente de qualquer coisa, você precisa ser autêntico sobre sua vida, seus desejos e suas aspirações. Quanto mais se preocupar com o que os outros querem de você, pior para você. Parece que, de fato, isso é real. Logo, se policie nisso!

2. Queria não ter trabalhado tanto

Esse é outro arrependimento. Certa vez li um texto de um jovem que fez vários cursos, trabalhou duro, foi promovido, buscou metas e crescimento pessoais. Tudo isso para poder chegar na terceira idade e ter uma vida mais tranquila, sem trabalhar muito. Quando li isso, pensei, poxa, mas será que não existe um meio termo? Será que não podemos ganhar razoavelmente bem, curtir mais os momentos com quem amamos e seguir uma vida sem tanto trabalho? Sim, dá sim. O equilíbrio, para todas as coisas, deve ser o foco de tudo sempre. Não muito. Nem pouco.

3. Queria ter falado mais sobre meus sentimentos

Muita gente guarda pra si muitas coisas. Sofre sozinho. E isso não é nada bom. Ter com quem partilhar, alegrias e tristezas, é sempre muito bom. Nos faz mais humanos. Lógico que não vai abrir aquele grande problema que só um psicólogo poderá resolver com qualquer um, mesmo sendo melhor amigo, pastor, bispo e afins. Tem coisas que só um tratamento psicológico ou psiquiátrico realmente resolvem (e, por favor, invistam nisso!). Mas compartilhar algumas tristezas e não somente alegrias faz parte do bem estar. Além do que, tem muita gente que começa a ter doenças psicossomáticas (quando o biológico passa a ter a doença por causa de algum sofrimento psíquico) justamente por
guardar tantas coisas pra si.

4. Não queria ter perdido contato com meus amigos 

Com diz a letra de Filtro Solar, traduzido, “Amigos vão e vem, mas preste atenção aos poucos e bons”. E isso é real. Relações de amizade se firmam com base em interesses em comum. Um namorado não terá todos os interesses que você tem, um amigo específico, também não, nem mesmo um familiar, e justamente por isso precisamos ter uma rede de amigos, cada um com aquele interesse que você tem: e que se complementam. Esquecer os amigos por conta de trabalho, casamento e afins, é realmente muito prejudicial.

5. Queria ter me permitido ser feliz

Segundo Bronnie, mutias pessoas só percebem que a felicidade é uma questão de escolha. “O medo de mudar fez com que eles fingissem para os outros e para eles mesmos que eles estavam satisfeitos quando, no fundo, tudo o que eles queriam era rir e ter mais momentos alegres”, disse ela em uma entrevista. Eu mesmo sou um cara bem humorado, prefiro rir e ver as coisas por esse lado. Bom humor, bons momentos, bons sentimentos e afins, geram mais bom humor, bons momentos e mais bons sentimentos. É a lei da atração.

Gostou? Deixe seus comentários e vamos compartilhar pros amigos e amigas! Ninguém pode, ou deve, se arrepender dessas coisas no final da vida. Afinal, como digo em outros livros meus, independente da sua religião e dela ter ou não uma vida após a morte, vamos viver o hoje, o agora, com responsabilidade, amor e muitos momentos bons. A escolha é sempre nossa!

Livro A Noite das Faquiresas – Faquirismo e Feminismo, de Alberto de Oliveira e Alberto Camarero

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O evento A NOITE DAS FAQUIRESAS – FAQUIRISMO E FEMINISMO acontecerá no Bar e Espaço Cultural Presidenta, na Rua Augusta, 335, no dia 24/02, um sábado, às 20h.

Esse evento tem como ponto de partida o livro “Cravo na Carne – Fama e Fome: O Faquirismo Feminino no Brasil”, de Alberto de Oliveira e Alberto Camarero, publicado pela editora Veneta, resultado de uma pesquisa histórica sobre as faquiresas brasileiras, mulheres transgressoras que enfrentaram a sociedade machista de meados do século XX e apresentaram-se em exibições de resistência física, enfrentando a fome (jejuavam durante dezenas de dias expostas ao público) e a tortura de pregos, cacos de vidro, crucificação e a companhia diária de serpentes vivas.

No dia 24/02, acontecerá no Presidenta um bate-papo dos Albertos com Auta Messias, a faquiresa Najja, muito conhecida no Brasil no final dos anos 1960 pelas provas em que exibia-se jejuando crucificada; a cineasta e atriz Helena Ignez, que está escrevendo o roteiro de um filme sobre esse tema – “Relatos de uma faquiresa” – e a performer Verônica Veloso, falando sobre a relação entre Faquirismo e Feminismo e a importância da transgressão das faquiresas em seu tempo.

Nesse dia, também vai acontecer a performance “A Carne”, um estudo da interface entre o Faquirismo feminino e algumas performers feministas, pela Confraria das Malvadas, formada por Beatriz Cruz, Bruno Caetano, Inês Bushatsky, Paula Klein, Rafael Bicudo e Verônica Veloso.

Serviço:

Lançamento do livro A Noite das Faquiresas – Faquirismo e Feminismo
Autores Alberto de Oliveira e Alberto Camarero
Data 24/02 às 20h
Local Bar e Espaço Cultural Presidenta, na Rua Augusta, 335 – São Paulo / SP
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/562195250811653
Blog https://cravonacarnefamaefome.blogspot.com.br/

Gus Kenworthy: “Namorar dentro do armário é uma tortura”

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Quem leu meu livro sobre a homossexualidade e os processos psíquicos presentes na “entrada” e “saída do armário”, chamado O Armário (versão digital ou impressa), sabe exatamente o que sente o esquiador freestyle Gus Kenworthy.

Vencedor da medalha olímpica, Gus virou manchete ao voltar às Olimpíadas de inverno em Pyeongchang na Coréia do Sul. Em uma entrevista, ao olhar para trás quando ele estava dentro do armário, ele disse “Namorar no armário é uma tortura”. E é mesmo!

“É uma das coisas mais difíceis, especialmente se você está completamente fechado. E eu estava, então eu não tinha ninguém para conversar se algo no relacionamento me incomodasse ou se eu precisasse desabafar”.

Em outro momento, ele disse também sobre sua relação com o primeiro namorado:

“Quando eu comecei a ver meu primeiro namorado, alguns dos caras da indústria disseram merda, porque de repente começamos a passar muito tempo juntos”, disse ele.

“Mas havia um esquiador que diria realmente merda, comentários realmente grosseiros. Na verdade, era apenas um assédio moral”.

Depois que ele saiu para o mundo, Gus diz que recebeu um telefonema do esquiador homofóbico: “Ele foi engasgado e disse:” Desculpe, eu não sabia o tempo todo, e se eu soubesse, não teria dito nada”, ele me fez chorar”.

Gus está agora em um relacionamento com o ator Matthew Wilkas e espera que sua abertura sobre sua sexualidade e vida amorosa inspire uma futura geração de atletas. Exatamente o que eu fiz quando escrevi meu livro O ARMARIO. Minha impressão é que, sofremos tanto dentro de um armário que, quando saímos e notamos que a vida pode ser repleta de felicidades, queremos realmente mostrar isso ao mundo e ajudar, sempre que possível, mais e mais pessoas a se assumirem e serem felizes.

Aliás, até hoje, em diversos lugares que eu vou, muita gente me para nos lugares e diz que quando mais novo leu meu livro O Armário e, graças a ele, tem uma vida mais feliz e digna. Que o livro realmente ajudou muito. E continua ajudando. Aliás, tem 11 anos que escrevi ele, imagina a quantidade de leitores que eu tenho pelo mundo!

Dia 17/02 o Bloco da Diversidade vai agitar São Paulo no Carnaval 2018!

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Bloco da Diversidade é um dos tradicionais blocos LGBTs da capital paulista.

Pelo quinto ano consecutivo, o Bloco da Diversidade, organizado pela APOGLBT SP (ONG responsável pela maior Parada LGBT do mundo), estará nas ruas de São Paulo levando alegria e diversão com todas as cores da diversidade humana!

Para quem não sabe, o Bloco da Diversidade foi criado em 2014 com a proposta de levar para as ruas no Carnaval de São Paulo a voz da população LGBT, que mesmo nessa época festiva e diversa também sofre preconceito e exclusão. Por entender que o Carnaval é uma forma de Manifestação Cultural e Social, a APOGLBT SP criou o Bloco da Diversidade.

Nos seus primeiros 04 anos o Bloco da Diversidade levou para as ruas sempre uma mensagem positiva de inclusão e respeito: no Bloco da Diversidade não aceitamos qualquer tipo de preconceito, seja de cor, raça, sexo, gênero e até mesmo de credo religioso.

Esse ano o Bloco da Diversidade completa cinco anos de existência, e você e todos os seus amigos e familiares são nossos convidados para participar de um dos melhores blocos LGBT de São Paulo! Venha brincar seu #Carnaval ao som das marchinhas de carnaval, samba, axé, funk melody, MPB, sertanejo, música eletrônica e muito mais! O Bloco da Diversidade toca todos os ritmos, por entender que somos brasileiros e temos uma diversidade musical muito grande e que essa diversidade nos representa e nos torna diferentes!

Evento oficial no Facebook:
https://www.facebook.com/events/179589919305360/

Trajeto:

Largo do Arouche, Av. Vieira de Carvalho, Praça da República, Av. São Luiz, Rua Coronel Xavier de Toledo, Rua Conselheiro Crispiniano, Av. São João, Av. Ipiranga, Praça da República, Av. Vieira de Carvalho e retorno ao Largo do Arouche.

Vídeo do ano passado:

Serviço:

Bloco da Diversidade 2018
17/02 a partir das 17h30 (término as 22h)
Concentração Largo do Arouche
Organização: http://paradasp.org.br/

Príncipe gay indiano transforma palácio em abrigo para LGBTs sem-teto

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Filho do marajá Rajpipla, o príncipe Manvendra Singh Gohil, morador de Gujarat abriu seu palácio para abrigar LGBTs sem-teto.

Localizado em Gujarat, um estado oeste indiano, o terreno separado para os moradores LGBTs vulneráveis tem quase 61 mil metros quadrados. O feito se torna mais notável ainda quando sabemos que na Índia a homossexualidade ainda é considerada crime.

Para quem não se lembra, em 2006, Gohil se tornou conhecido mundialmente após assumir sua homossexualidade a família real indiana. Na época ele foi desprezado por parte da família mas, mesmo assim, não se deixou abater. Foi nesta mesma época que ele fundou uma organização chamada Lakshya Trust, que apoia homossexuais e ajuda a população a ser educada na prevenção de doenças e infecções sexuais, como o HIV.

“Percebi que sentia atração por pessoas do meu próprio gênero aos 12 ou 13 anos, quando comecei a amadurecer sexualmente”, contou Gohil ao jornal Internacional Business Times. “Eu sentia que era diferente dos outros garotos, sentia um conflito interno, mas não entendia que era gay.”

Segundo ele, essa intolerância com a homossexualidade em seu país é fruto da colonização britânica. Afinal, na cultura indiana tradicional, pessoas trans ainda são vistas como pessoas iluminadas. Porém, a homossexualidade consta no artigo 377 do código penal, que condena toda atividade sexual que vá contra a “ordem natural”. Como se essa ordem, de fato, existisse.

Para Fabrício Viana, jornalista, bacharel em psicologia e autor do livro sobre a homossexualidade chamado O Armário, “Muitos países ainda condenam a homossexualidade. Muita destas condenações são frutos de um resíduo histórico das diversas religiões que condenam qualquer prática sexual onde o semen é desperdiçado. Já a ciência sabe que a homossexualidade não é um problema, e sim mais uma vertente sadia da sexualidade humana. Espero que algum dia estas religiões percebam o grande mal que causam aos seres humanos, em especial, as pessoas LGBTs”, comenta Viana.

Na entrevista, Gohil termina dizendo que, no seu abrigo, ele deseja oferecer condições para que estas pessoas LGBTs tenham um empoderamento social e financeiro, para que sejam capazes de saírem do armário.

Publicado originalmente no site da Parada LGBT de SP

 

#ReserveAgora! 5ª edição do meu romance homoafetivo THEUS

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EDITADO EM 26/01/2018: Foram mais de 350 pedidos do livro só nestes dias. Meu muito obrigado. Os livros serão postados no correio ainda hoje. Para quem quiser, pode comprar a versão impressa diretamente no Site da Editora ou a versão digital na Amazon. 🙂  

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=============== texto antigo abaixo ==============

Leia tudo, ok? É pouco texto! 🙂

Muita gente estava triste pois não conseguia mais comprar a versão impressa do meu quarto livro, o romance homoafetivo chamado THEUS (apenas a versão digital aqui). Realmente, é um dos livros que esgotam muito rápido e, por isso mesmo, a quarta edição acabou há alguns meses. Se você não conhece e quiser ler a sinopse, clique aqui (essa página não será fechada)

Como funciona esse lance de edições? Quando um autor lança um livro, a editora ou ele mesmo imprime uma determinada quantidade de livros, geralmente, 1.000 exemplares. Essa primeira impressão é chamada de primeira edição. Quando estes exemplares acabam, a editora ou o autor manda imprimir mais 1.000 exemplares. Essa segunda impressão é chamada de segunda edição. E assim vai indo, a cada edição, significa que a quantidade de livros impressos esgotou-se e foi impresso mais uma quantidade. Por isso meu romance THEUS (romance gay) está na quinta edição!

Fico muito orgulhoso por isso. Muita gente não deve saber, mas é raro um autor lançar um livro e ele vender toda a primeira edição. Meu livro O Armário está na terceira. E agora esse presente que é o THEUS.

Como o custo para lançar cada edição ainda é alto no Brasil, pelo preço do papel, etc e tal, estou aqui abrindo a pré-venda da quinta edição. E é tudo muito simples. Você clica no botão abaixo, faz o pagamento (boleto, cartão de crédito ou transferência bancária) usando o PagSeguro e, assim que o livro chegar da gráfica (daqui mais ou menos 45 dias – deve chegar antes, claro!) eu mando pra você por correio. Assim, já entra uma grana para ajudar nos custos da produção.

Logo, se você ainda não leu ou quer presentear um amigo, e quiser me dar essa força, basta reservar um (ou vários) exemplares abaixo. Só peço um pouco de paciência, pois o PagSeguro manda uma mensagem automática perguntando se está tudo certo com a compra após 15 dias. E o livro só será enviado a partir de 30 dias. E, calma, até hoje, nunca tive qualquer problema com dinheiro de leitores e novos leitores. Qualquer problema na produção, data de entrega, etc, tudo será comunicado a todos por e-mail, combinado?

Mas essa é uma forma, até bem interessante, de fazer com que muita gente que um dia escutou falar a respeito, finalmente tome a iniciativa e compre o romance THEUS que, felizmente, vem fazendo muito sucesso.

Lembrando que o valor do livro é de R$ 30,00 mais R$ 7,00 de frete (para qualquer região do Brasil). Se tiver dificuldades para fazer o pagamento, me escreva que mando os dados da minha conta no Banco Itau.

E, novamente, meu muito obrigado! Em 2018 vem novos livros por aí. Aguardem!

(link removido, compre direto no site da editora)

Agora, se você não conhecia meu trabalho e quer muito ler o THEUS AGORA MESMO, corre e compra a versão digital na Amazon (daí, já pode ler no celular, tablet ou computador usando o aplicativo KINDLE)

Quando será a Parada LGBT de Belo Horizonte (BH)? Data?

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Foto: SMADC
Quer saber quando será a Parada do Orgulho LGBT de Belo Horizonte (BH) neste ano? Chamada também de Parada Gay por muitas pessoas que não são militantes? Bom, a organização divulgou na mídia. A data correta para este ano é 8 de Julho a partir das 11h.

O Cellos – MG, que organiza a marcha, até o momento desta publicação não divulgou o tema e o slogan. E, é claro, até a data em si, vale confirmar antes com eles. Como jornalista e escritor LGBT, sei que algumas vezes datas de Paradas são alteradas por inúmeros motivos.

Mas, se tudo der certo, a 21ª edição começará na Praça da Estação, no centro.

Oficina de Escrita Erótica com Fabrício Viana no Sesc Belenzinho

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No dia 06/02 vou ministrar uma oficina gratuita com o tema “Romance Homoerótico” no Sesc Belenzinho das 19h as 22h. Essa oficina faz parte do projeto Libertária: Programação para Adultos, onde diversos autores ministrarão oficinas de Escrita Erótica em diversas datas.

Segue texto retirado no site do Sesc (link aqui) e cronograma completo:

Oficina de escrita criativa com objetivo de incentivar a produção literária com temática erótica. A cada encontro, um autor será o facilitador do grupo, compartilhando sua experiência na produção de literatura erótica, além de propor exercícios de escrita que serão desenvolvidos durante a oficina.

16/01 – “Escrita Erótica na Internet”, com Seane Melo. (Jornalista e escritora maranhense, publicou de forma independente o e-book de contos eróticos ‘Ao vivo em Goiânia: quatro contos de patroa’. Mensalmente, divulga novos contos no Medium, como colaboradora da publicação Mulheres que Escrevem, onde procura desenvolver múltiplos olhares para o feminino no erotismo. É doutoranda em Comunicação na Universidade Federal Fluminense.)

23/01 – “Poesia Feminista”, com Bruna Escaleira (Formada em Jornalismo pela USP e pós-graduada em Jornalismo Cultural pela FAAP, pesquisa poesia erótica e feminismos no Mestrado em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa na USP, é colunista no portal AzMina sobre literaturas feitas por mulheres. Além de participar de diversas coletâneas e revistas literárias, tem dois livros de poesia publicados: “Entranhamento” (Editora Patuá, 2014) e “Algo a Declarar” (Editora Com-Arte, 2016). Desde 2011 faz parte do coletivo Circular de Poesia Livre com o qual realizou os Saraus das Mulheres Livres.)

30/01 – “Poesia Homoerótica”, com Victória Sales (Moradora da zona norte de São Paulo é poeta, slammer, fotógrafa amadora, arte educadora e se formou em biblioteconomia. Lançou no ano de 2017 o livreto “Um Jazz pra Duas”, composto apenas por poesias de amor lésbico.)

06/02 – “Romance Homoerótico”, com Fabrício Viana (Jornalista, escritor e bacharel em psicologia. É autor dos livros com temática LGBT “O Armário”, “Ursos Perversos”, “Orgias Literárias da Tribo” e “Theus: Do Fogo à Busca de Si Mesmo”. Também é organizador do Congresso Nacional Online de Literatura Queer”.). Seus livros: http://fabricioviana.com/livros

20/02 – “Do Conto ao Romance”, com Alexandre Marques Rodrigues (Formado em Psicologia, pela Universidade Católica de Santos. “Parafilias”, livro de estreia, com temática erótica, publicado pela Record, foi vencedor do Prêmio Sesc de Literatura 2014, na categoria Contos, e finalista do Prêmio Jabuti. Em 2016, também pela Record, lançou seu primeiro romance, Entropia, finalista do Prêmio São Paulo e publicado este ano em Portugal, pela Teodolito.)

27/02 – “Sexo e Amizade”, com André Sant’Anna (Escritor, músico, dramaturgo, roteirista de cinema, televisão e publicidade. É autor da trilogia “Amor” – Edições Dubolso, “Sexo e Amizade” – Companhia das Letras; “O Paraíso é Bem Bacana” – Companhia das Letras; “Inverdades” – 7Letras; “O Brasil É Bom” – Companhia das Letras. Teve o conto “O Importado Vermelho de Noé” incluído na antologia “Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século” e o texto “Pro Beleléu” na antologia “As Cem Melhores Crônicas Brasileiras” – Ed.Objetiva.)

Local: Sala de Oficinas 3

Informações e inscrições, aqui
https://www.sescsp.org.br/programacao/142925_ESCRITAS+EROTICAS 

Ator pornô hetero de 27cm Bo Sinn grava cena de sexo gay sem camisinha.

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Como bem sabem, eu amo literatura erótica (tanto que um dos meus livros – e um dos mais vendidos – é de contos eróticos gays), pornografia e o mundo do sexo propriamente dito. Claro que a gente não faz sexo 24h por dia como todos imaginam, nem tem como, afinal, o trabalho, os estudos e outros prazeres também são prioridades. Porém, quem entende de pornô, gay, bi ou heterossexual, vai se lembrar do famoso Bo Sinn. Ele é quase o Kid Bengala lá fora por conta dos seus 27 centímetros.

O que ninguém esperava, daí vem a surpresa, é que o grandalhão faria um vídeo pornô gay e bareback (sem camisinha). Aliás, entre nós, é sabido que vários atores heteros também curtem outros homens. Nem vou citar nomes para não ser processado aqui no meu blog. Mas já cansei de escutar histórias de fulano e cricrano que pelo menos deixa você chupar ou mete com força no rabo de alguns caras. Bom, deixaremos as fofocas de lado, vamos voltar pro Bo Sinn. Recentemente ele foi contratado pela produtora gay Bromo e já no seu primeiro vídeo ele contracena com o ator gay Tyle Knoxx tendo uma uma pequena participação do ator Ryan Bones.

Em entrevistas, Bo garante que fez o vídeo por dinheiro. O mesmo ocorre com aquele outro ator, heterossexual, brasileiro, casado com mulher e que tem filhos, que diz que faz vídeo pornô gay (ele sendo passivo, isto é, sendo penetrado) também por dinheiro. Se eles dizem isso? Quem somos nós, não é mesmo? Eu, repetindo novamente, amo pornô e acho que todos saem ganhando. Se bem que, neste mercado, como já relatou alguns amigos que são atores pornôs gays que eu conheço, o mar não está tão bom assim. Mas, é o que tem.

Caso queira ver o vídeo do Bo Sinn na cena gay, o trailer pode ser assistido aqui. Não está satisfeito? Ok. Parece que o vídeo já vazou. E, por enquanto, a versão completa aqui (não sei por quanto tempo ficará on). Se tiver mais novidades sobre ele, registre nos comentários. Se tiver ator pornô favorito, também. Sou bem curioso. 😉