Tributo à Jason Slader (Walter Matins). Meu namorado lindo. Poliamor.



Publicado no meu Instagram, neste link: https://www.instagram.com/p/Bk5PO33gtoQ/


06/07. Hoje é nosso primeiro aniversário de namoro que passo sem você. Faríamos 11 meses juntos. Quando você colocou a aliança me disse que jamais tiraria, por nada. Que seria pra sempre. E nunca tentou me roubar do meu marido. Entendeu no dia a dia que poliamor não se divide, agrega. Quando estavamos na balada só eu e você em um canto dançando, você me dizia, cadê o seu marido? Vamos atrás dele! Quando acontecia o contrário, Alex me chamava a atenção: você precisa dar mais atenção pro Jason/Walter. Um cuidava do outro. Embora muitos achassem que fosse um trisal, a gente raramente quando tinha paciência explicava: não, um é marido e o outro namorado (inclusive eu usando aliança de casado com Alex e outra de compromisso com o Walter). E todos nos dávamos muuuuito bem. Tudo foi sempre muito aberto. Muito verdadeiro. Muito lindo. Diferente de tanta gente que critica relação aberta e poliamorosa mas vive traindo namorados/as e esposas/maridos tentando passar algo que nunca foram: certinhos. Sociedade hipócrita. Sem amor. E amor foi o que mais tivemos. Tanta gente quer namorar. E a gente nunca quis. Simplesmente aconteceu. Dia a dia. Vídeo game. Filmes. Netflix. Baladas. Inconscientemente a gente passava quase que 24h juntos. Não existia aquela coisa melosa, mo, mozao, mozinho, bom dia, saudades, etc. Palavras sempre foram palavras. A atitude que demonstrava algo mais forte. Se eu estava sentado no sofa, em determinado momento ele grudava em mim. E vice-versa. E sabia que eu tinha também meus momentos com meu marido, que também amo (#poliamor: amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo, mas não todo mundo!). Enfim. A gente não queria e aconteceu. Tanta gente quer e se esforça, mas não dá. Quando tem que ser, é. Naturalmente. Quando a gente não busca um amor, ele aparece onde a gente menos imagina. Mas vou parar por aqui. Prometo não postar mais nada nas redes sobre nós daqui para frente. To aqui só pra dizer o quanto feliz você me fez, eu te fiz e se existir mesmo outro plano espiritual (torço para estar errado em meu ateísmo), ainda seremos. Se você prometeu que seria pra sempre, será realmente pra sempre. Te amo pokopoko. #namoradolindo (como nos chamávamos). ❤️❤️❤️

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Editado/Inserido, dia 07/08:

Há exatamente um ano nos conhecemos. Alex, meu marido, sempre muito ciumento, disse na frente dele: “Você deveria namorar um cara igual a ele!”. E foi assertivo. Não poderia ter sido tão perfeito. “Se eu colocar aliança é pra nunca mais tirar, será a primeira e única vez”, respondeu ele. E fazia (fazíamos) de tudo por isso. Enfim, desejo que todos os meus amigos experimentem algo tão intenso e bacana como tivemos. Exceto o problema de saúde que o levou. Fique bem #pokopoko#muitasaudade#mandandoboasvibracoes








Fabrício Viana é jornalista (MTB 80753/SP), escritor premiado e bacharel em psicologia. Com mais de 20 mil leitores, Viana é autor do livro O Armário (sobre a homossexualidade), Ursos Perversos (literatura erótica), Orgias Literárias da Tribo (coletânea LGBT premiada), Theus: Do fogo à busca de si mesmo (romance com temática gay) e outras publicações. Entre seus projetos, destacam-se o Educando Para Diversidade e a Bons Livros Editora Digital. Siga seu Canal no Youtube e suas redes sociais.
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