Seriado Vai Anitta da Netflix: comentários! Faça o download e assista!



No seriado/documentário Vai Anitta você vai ver como uma menina saiu da pobreza e virou sucesso internacional. E mais, a cantora deu passagem livre para o pessoal da Netflix “Podem gravar tudo!” e saiu tudo mesmo, até “miniesporros” que ela deu na equipe!

Pois é, acabei de assistir aos seis episódios direto (maratonei mesmo!) e se você quer também, o aplicativo da Netflix permite que você faça o download e assista no smartphone em qualquer lugar, viu? Corre lá!

Bom, vamos aos comentários! Achei que o seriado fosse mais um vídeo “bobo” de alguém que fez sucesso e quer “se vender mais”. Mas não, mostra o lado humano e profissional de uma mulher que ralou pesado mesmo pra chegar onde chegou. Alguém determinada, focada e que sabe o que quer da vida (algo raro hoje em dia!)

Tanto que logo no primeiro episódio ela já apresenta seu irmão e sócio Renan Machado. Ela até brinca com os produtores internacionais que não gosta de apresentar seu irmão pras pessoas pois elas costumam amar mais ele do que ela. E, sim, ele é um gatooooo. Blog gay né? Você tinha que ler isso! (risos)

Outro detalhe importante no início de sua carreira internacional foi sua estratégia “matadoura” de “Vamos anunciar uma música e um vídeo clipe novo por mês!”. “No Brasil, se não tiver vídeo clipe, música não faz sucesso!”. E mais “E uma música por mês, as pessoas vão aguardar e esperar: qual a música e clipe do próximo mês?”

O mais legal, pelo menos que eu achei, foi a história “pobre” dela. Que infelizmente é o da maioria dos brasileiros. Achei legal não por ser pobre, obviamente, mas pela superação e busca por melhoria e excelência (onde muitos não buscam sair dessa “pobreza”, menos ainda excelência: acho isso incrível nas pessoas!). E, daí, nas conversas internacionais, a fala do Poo Bear no vídeo, dizendo que ele realmente acreditava na Anitta, que não existia nada comparado a ela, ninguém parecia Anitta, “nem Beyonce, nem Rihanna, nem Demi Lovato, nenhuma outra artista de sucesso” é incrível. Foi justamente essa personalidade diferente que mostrou a ele, “Sim, existe lugar para Anitta no mundo!”. E ao assistir os seis episódios da primeira temporada, todos nós concordamos!

Sobre outros momentos “humanos”, foi legal ver ela falando sobre depressão, sobre as plasticas que fez, mostrar sua mãe errando a letra de sua música na máquina de Karaokê ou ainda essa mesma máquina dizer que Anitta “precisa melhorar” quando ela termina de cantar a própria música. Hilário. Alias, o bom humor dela, as representações artísticas que ela faz no cotidiano, peça que prega nos amigos, etc, já demostra que sua inteligência é mesmo acima da média (só pessoas muito inteligentes são bem humoradas e criativas no senso de humor, opinião minha!).

Eu só sei que achei tudo muito incrível. E olha que não sou fã de Anitta. Nem de outra cantora. Sou o gay todo errado para muitas coisas. Mas não tem como não se apaixonar. Ainda mais por ela ser nova, saber o que quer e gerir a própria carreira. E mais, vir de favela, ser pobre e resolver dar um boom na vida. Sim, se a gente for escutar a história de muitos artistas, a maioria vem com essa ladainha “Eu era humilde, pobre e bla bla bla“. Sempre isso. O que a gente precisa focar nestas histórias (e no seriado Vai Anitta tem de sobra sobre sua vida) é justamente o componente “Não se acomodar com as coisas!“.

Esse sentimento de “Não se acomodar com as coisas” faz parte da Anitta e não deveria fazer parte de tanta gente pobre que, pra eles, basta acordar, comer, fazer um bico aqui ou ali, ir pra casa, ver a novela e dormir (tirei a parte de fazer filhos aos montes sem planejamento pra não criar polêmicas). Acho que a vida é mais que isso. Deve ser mais que isso. E Anitta mostra que sim, é mais que isso e sim, é possível tudo isso!

Mas voltando pro seriado em si, e para finalizar, poderia contar diversas cenas que gostei e que se passou com ela, alerta de pequenos spoilers!), como ter vomitado no novo namorado após ele ter pedido ela minutos depois em namoro, ter se casado e só ter um vídeo e uma foto, a escolha dela pelo segundo clipe ser na floresta Amazônica e que foi baseada em uma pesquisa dela, o esporro na equipe que esqueceu de tirar fotos dela com outra roupa pras diversas mídias (erro grotesco, inclusive, onde ela disse “Gente, ninguém veio aqui pra passear, eu tenho que cantar, atuar, ver isso e aquilo e ainda tenho que me preocupar com as fotos que temos que mandar pro Spotify, etc“: eu e qualquer pessoa daria a mesma bronca!) ou ainda a fala do Marcos Kilzer, A&R da Anitta na Warner Brasil, dizendo que “é difícil ter uma artista como Anitta, focada, que sabe o que quer, que vai atrás das coisas, que tem essa perseverança, essa inteligência diferenciada do resto, tino musical… pra mim ela é um gênio, totalmente fora da curva!“, entre muuuuuuuuuuitas outras coisas que, no final, você vai chegar a conclusão: “Não, não é um seriado feito pra promover a cantora”. Só com coisas “bonitinhas”. Embora irá promover, sim. Mas, é um seriado pra você se apaixonar mais ainda por Anitta“.

Então, vai lá e assiste. Depois me conta. E, como sabem como sou, foco na energia dela, enquanto pessoa, enquanto profissional. Levem isso nas suas vidas. Empoderem-se. Dêem um up em seus sonhos, projetos, vida, família, tudo. Sempre há tempo. Se tudo bem planejado.

Vai Anitta é, realmente, um seriado de um estrela que agora, felizmente, se tornou uma constelação e é do mundo. Orgulho!

Parabéns Anitta.

Parabéns Netflix!

Tem vídeo meu também no Youtube sobre, assista: https://youtu.be/Dt9xh_r0mLs

Ou direto aqui:

Ps: Só senti falta da Pablo Vittar, mas suspeito eu que ela (e mais conteúdo que não entrou) apareça na segunda temporada… 😉

Para assistir ou fazer o download (para download, precisa usar o aplicativo da Netflix):

https://www.netflix.com/br/title/80216621








Fabrício Viana é jornalista (MTB 80753/SP), escritor premiado e bacharel em psicologia. Com mais de 20 mil leitores, Viana é autor do livro O Armário (sobre a homossexualidade), Ursos Perversos (literatura erótica), Orgias Literárias da Tribo (coletânea LGBT premiada), Theus: Do fogo à busca de si mesmo (romance com temática gay) e outras publicações. Entre seus projetos, destacam-se o Educando Para Diversidade e a Bons Livros Editora Digital. Siga seu Canal no Youtube e suas redes sociais.
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