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SUGESTÃO DE LEITURA: romance gay

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Quando eu escrevi o meu primeiro livro chamado O Armário (sobre a homossexualidade e os processos psíquicos sobre a saída do armário) em 2006, fui em mais de 30 programas de TV falar sobre meu livro e sobre a homossexualidade. Em um destes programas, especificamente conversando com a Renata Ceribelli do Fantástico, ela me perguntou “Fabrício, no seu livro você incentiva as pessoas a saírem do armário?”. Eu respondi “De jeito algum. Eu mostro os caminhos e o quanto é libertador sair do armário, naturalizar o que é, de fato, natural. Mas cada um escolhe o que deve fazer da sua vida, pois toda ação gera libertação e suas particularidades”.

Em outras palavras, para quem leu O Armário (felizmente muita gente, afinal, hoje ele é referência no assunto), sabe que lá tem uma parte onde eu deixo claro um pensamento que carrego desde sempre: você não precisa colocar a bandeira LGBT na testa e sair gritando pra todos que você é gay. Não há necessidade alguma disso. Entretanto, no trabalho ou faculdade por exemplo, quando alguns dos seus colegas falam sobre o final de semana que passaram com suas famílias, namoradas ou esposas, é plausível que você também fale no mesmo tom sobre suas relações homoafetivas. Como por exemplo: “Eu e meu marido fomos ao cima e depois pegamos uma balada”. Ou ainda “Conheci um rapaz mas não sei se vai dar certo”. Ou a mesma coisa no caso das meninas. Resumindo, se eles podem e falam com naturalidade de suas relações, nós também devemos.

Não precisa mentir e muito menos omitir. E sim naturalizar o que é natural.

E foi justamente isso que vimos (e que chamou tanta a atenção de muita gente nesta semana) ao ver o trecho da entrevista ao vivo onde o repórter Pedro Figueiredo (marido do também jornalista Erick Rianelli) falou: “Vocês me deixaram agora em maus lençóis. Vocês perguntaram se eu ia embarcar, eu disse que iria para Búzios… Já tomei um puxão de orelha do meu marido, já! Pode ficar tranquilo que eu vou passar o Réveillon aqui, no Rio de Janeiro”.

Você perdeu? Então assista agora:

Fofo, não?

E que mais pessoas, personalidades ou não, naturalize o que é natural no seu dia a dia. Não há nada de errado nisso. Pelo contrário, é com estas atitudes que mostramos a sociedade que nós existimos, temos família e merecemos respeito como qualquer outra pessoa.

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