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Homem gay estupra, por cinco dias, dois de seus assaltantes

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O caso é inacreditável, mas aconteceu. Segundo o site Thugify, Kim Gorton, de 36 anos, e Garfield Morgan, de 54, roubaram inúmeras casas na Flórida, Estados Unidos.

O que eles não contavam é que, ao tentar roubar a casa de Harry Harrington, de 54 anos, 2 metros de altura e 130 quilos, eles fossem pegos. Harry, conhecido como The Wolfman, já tinha diversas passagens pela polícia por agressões e abusos sexuais.

No dia do assalto, Harry dominou os assaltantes facilmente e os amarrou por cinco dias. Durante todo este tempo, eles os agrediu e os estuprou. No último dia, de tanto os assaltantes gritarem, um vizinho escutou e chamou a polícia.

“Eles quebraram a minha porta da frente, então, eu quebrei a porta de trás deles”, disse Harry aos policiais.

Todos foram presos. Harry por agressão, estupro e manter os assaltantes em cárcere privado e os dois, por tentativa de roubo.

ENQUETE: Você namoraria uma pessoa soropositiva (HIV+)?

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Você namoraria uma pessoa soropositiva (HIV+)? Responda de forma anônima: suas informações pessoais não serão coletadas. Esta enquete não tem finalidade acadêmica, é apenas para termos uma noção de como anda o senso comum relacionado ao HIV. Convidem amigos para participar/responder.

Você namoraria uma pessoa soropositiva (HIV)?

 

E já que chegou até aqui, se quiser, leia meu ultimo post sobre HIV:

Vocês sabiam? Quem tem HIV, toma coquetel e tem carga
viral indetectável, não transmite HIV

 

 

Vocês sabiam? Quem tem HIV, toma coquetel e tem carga viral indetectável, não transmite HIV.

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Um dos maiores problemas humanos, que gera preconceito, é a desinformação. Porém, não dá para se informar de tudo. Mais ainda em assuntos que não damos tanta importância. Por isso é interessante que algumas pessoas (como eu – risos) divulguem dados importantes como este. Alias, dentro do meu romance homoafetivo chamado THEUS: do fogo à busca de si mesmo, embora não seja tema da trama/romance, um dos personagens diz isso ao protagonista: “Quem tem HIV, toma coquetel e tem carga viral indetectável, não transmite HIV!“.

Como já disse em entrevistas a jornais, revistas e programas de TV, o meu romance THEUS é um livro de ficção mas que aborda muito tema sério (inclusive relacionamento aberto, poliamor, etc). Este é apenas um deles. Ao questionar detalhes desta informação, o protagonista Junior tem a resposta do personagem Leandro (que é um terapeuta sexual): “Se quiser, pesquise! São vários estudos que já fizeram a respeito!“. Porém, algumas pessoas ficam assustadas com esta informação. Algumas, indignadas. Mas, navegando pela Internet, além dos artigos acadêmicos sérios que atestam esta informação, achei o vídeo do Doutor Maravilha, médico infectologista que cita estes estudos. Assista:

Logo, o risco de você pegar HIV tendo relações sexuais desprotegidas com quem tem HIV, toma os antirretrovirais e tem carga viral indetectável, é praticamente zero. Mesmo que a pessoa com o HIV queira transmitir de propósito (como citou a matéria tosca do Fantástico sobre o tal “Clube do Carimbo”, meses atrás), se ela toma medicação e tem carga viral indetectável, ela jamais conseguirá. Agora, se ela tem HIV e não toma a medicação, ai sim, ela irá transmitir o vírus (inclusive, isso é crime!): e acredite, 40% das pessoas que possuem o HIV não sabem que possuem o HIV.

Por outro lado, essa informação não elimina o uso da camisinha. Além do HIV, várias outras doenças são transmitidas sem o uso do preservativo (o Brasil enfrenta, atualmente, um surto de Sífilis!). Na dúvida, faça o teste. Um dos maiores problemas do HIV hoje, com certeza, é não saber que tem.

ENQUETE: Aproveite sua visita e responda “Você namoraria uma pessoa soropositiva (HIV)? Responda aqui: http://fabricioviana.com/enquete-voce-namoraria-uma-pessoa-soropositiva-hiv/

40% das pessoas que possuem o HIV não sabem que possuem o HIV.

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Em nota divulgada nesta terça, 30/11, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que pelo menos 40% dos portadores do vírus HIV no mundo, não sabem que possuem o vírus no corpo.

Segundo Margaret Chan, diretora geral da OMS, “Milhões de pessoas que têm o HIV não se beneficiam do tratamento indispensável e que, igualmente, pode impedir que transmitam o vírus a outros indivíduos”.

Uma das principais razões do desconhecimento das pessoas é a dificuldade de acesso aos lugares que realizam o diagnóstico. Para piorar, dos que sabem que tem o vírus, aproximadamente 18 milhões não tem acesso ao tratamento de antirretrovirais.

Diante desta estimativa, a OMS incentiva o autoteste, que pode ser feito com um pouco de saliva ou furando a ponta do dedo com uma agulha. Além do mais, o autoteste proporciona um resultado privado, em lugar confortável e com resultado pronto em até 20 minutos.

Nos últimos 10 anos, o total de pessoas que souberam que tinham HIV passou de 12% a 40% na escala mundial. E, conforme alguns estudos, quem tem HIV, toma antirretrovirais e tem carga viral indetectável, não transmite HIV para outras pessoas. Um dos problemas do HIV é, realmente, não saber que tem. Quem não sabe, tem carga viral alta, uma probabilidade de transmissão maior e, quando descobre o vírus, geralmente é tarde demais.

Por isso, na dúvida, a melhor forma de prevenção é o uso da camisinha. Agora, se você praticou sexo desprotegido, faça o teste. É um bem que você fará para você mesmo e para todos aqueles que tem contato.

ENQUETE: Aproveite sua visita e responda “Você namoraria uma pessoa soropositiva (HIV)? Responda aqui: http://fabricioviana.com/enquete-voce-namoraria-uma-pessoa-soropositiva-hiv/

04/12: Sarau Literário LGBT de Natal em SP, no MDS (Metrô República)

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O MDS, Museu da Diversidade Sexual, apresenta o Sarau Literário LGBT de Natal. A atividade tem como objetivo promover uma tarde descontraída entre leitores e autores de livros com temática LGBT.

Entre xs autorxs convidadxs, estarão Drikka Silva, Karina Dias, Mayti Ulian, Priscila Cruz, Ana Luiza Libânio, Lis Selwyn, Marisa Medeiros, Ana Paula Enes, Ruth Vanessa, Lara Orlow, Fabricio Viana e Dario Neto. Além de editoras especializadas em literatura LGBT.

O evento vai das 14h as 18h e diversos livros poderão ser adquiridos diretamente com seus autores/editoras. Quem desejar recitar textos, trechos de livros, etc, será bem recebidx.

sarau-literatura-lgbt-natalO MDS fica dentro do Metrô República em São Paulo, mais especificamente no mezanino (fora das catracas). Caso não consiga encontrar, basta perguntar aos funcionários do metrô.

E quem for exclusivamente pra me ver, chegue cedo pois não poderei ficar até o final (terei outro compromisso). 🙂

Para confirmar sua presença no Facebook, o link é:
https://www.facebook.com/events/1871925469704784

Aproveite e convidem xs amigxs. Incentive autores nacionais e a produção literária LGBT.

Remadores posam nus para combater a homofobia

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Todos os anos, desde 2009, os atletas da equipe de remo chamada Warwick Rowers, do Reino Unido, posam nus com o objetivo de arrecadar fundos para combater a homofobia no esporte.

Os posters, calendários e afins são vendidos e a verba é revertida para o projeto “Sport Allies”, que nada mais é do que um programa que auxilia jovens homossexuais a lidarem com o bullying e a discriminação dentro do esporte.

Confira algumas imagens e vídeo do projeto:

Incrível, não? E se um projeto semelhante fosse criado por aqui? Quem iria gostar?

TUTORIAL: Como ler meus livros em ebook na Amazon Brasil?

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Se você acompanha meu trabalho como escritor desde 2006, já comprou algum dos meus quatro livros na versão impressa (O Armário, Ursos Perversos, Orgias Literárias da Tribo ou o Theus) ou tem interesse em ler alguns deles – ou todos – no seu smartphone, tablet ou computador, preste atenção neste tutorial. Graças a Amazon isso é possível e mais, é muito fácil depois que você aprende! 🙂

A primeira coisa que você precisa entender é que, um livro digital (ebook), nem sempre é gratuito. Não é porque está na Internet que ele será de graça. Porém, alguns autores, como eu, preferem colocar a versão digital pois o preço desta versão para o leitor é mais acessível (meus livros você encontra no valor de R$ 5,99 a R$ 14,00 na versão digital – não mais que isso!), cabendo no bolso de qualquer pessoa. Entre todas as lojas virtuais de ebooks, eu optei pela Amazon Brasil, pois ela usa um sistema de DRM que evita a pirataria. Outras livrarias digitais não utilizam este sistema. Logo, se virem alguns dos meus livros para download gratuito por aí, me avisem! 😉

Mas, voltando ao tutorial, par ler meus livros na versão digital, siga as seguintes etapas:

  • Após criar a conta, você poderá acessar, no próprio site, diversos livros, sobre os mais variados tipos e para todos os gostos. Alguns livros não prestam, outros, muito. A Amazon é uma plataforma onde “qualquer autor” pode publicar seus livros, logo, antes de fazer a compra de um livro digital, faça uma pesquisa, leia comentários dos leitores sobre a obra, pesquise sobre o autor na Internet e veja se realmente vale a pena comprar o livro. Falo isso porque eu mesmo já comprei/baixei muito livro ruim por lá (tanto gratuito quanto pago). Todo cuidado é pouco.
  • Como encontrar meus livros? No buscador do site, você pode procurar pelos meus livros simplesmente buscando o nome deles ou meu nome. Em todo caso, já vou colocar os links aqui. Digite “Fabricio Viana” ou o nome dos meus livros “Theus“, “O Armário“, “Ursos Perversos” ou “Orgias Literárias da Tribo” . Se você quiser, eu também escrevo com outros pseudônimos, vários, mas quando se trata de psicologia ou marketing, eu assino como “Fabrício Darlan Viana“.
  • Cada livro tem um valor. Você pode baixar uma parte dele, como degustação, ou clicar em comprar. Se clicar em comprar, a Amazon só aceita cartão de crédito (se você não tiver cartão de crédito, pode comprar cartões de créditos pré-pagos por aí, já vi em hipermercados!). Após digitar os números do cartão, o livro digital que você comprou é seu. Isto é, ele fica vinculado à sua conta para sempre! E como você irá ler o livro que acabou de comprar? Usando o Kindle!
  • Após comprar seus livros, pagos ou gratuitos, lá na Amazon, você precisará de um Kindle para ler seus livros. Um Kindle é um dispositivo conhecido como “Leitor de Livros Digitais“. É um dispositivo muito bom (eu tenho dois em casa) onde a Amazon faz o sincronismo com sua conta e tudo o que você compra no site, vai para este dispositivo. Se você não tiver o aparelho físico, o link para comprar é este aqui. Diferente de um tablet, o aparelho Kindle não usa LCD, o contraste é tão perfeito que ele imita uma folha de papel (alias, a impressão das páginas é feita por tinta eletrônica).
  • NÃO QUERO COMPRAR O APARELHO KINDLE, quero ler no smartphone, tablet ou computador. Ótimo. Ai que a Amazon se torna muito interessante. Você pode baixar gratuitamente o aplicativo KINDLE para seu smartphone ou tablet (aqui está a versão para Android e aqui esta a versão para iOS). Se preferir, tem também para o computador (PC e MAC). Após instalar o aplicativo, basta inserir os dados da sua conta da Amazon e Pronto! Todos os livros que estão vinculados a sua conta (comprados) serão baixados automaticamente para seu aparelho ou computador que tenha instalado o aplicativo Kindle. Viu como é fácil?

Agora que você aprendeu, segue os links da Amazon mais uma vez:

THEUS: Romance Gay. 196 páginas.
http://amazon.com.br/dp/B00XOO003G

O Armário: Homossexualidade e Saída do Armário
http://amazon.com.br/dp/B00P98O3QA

Ursos Perversos: Contos Eróticos Gays
http://amazon.com.br/dp/B00OB4ITMC

Orgias Literárias da Tribo – Coletânea LGBT
http://amazon.com.br/dp/B00OAR6ZTO

Bom, é isso. O tutorial ficou um pouco grande mas, para quem gosta de ler, vai tirar de letra. A explicação é fácil. Se ficou com alguma dúvida, deixa nos comentários, dai eu revejo meu texto e refaço algumas partes. Lembrando que na Amazon você tem diversas categorias literárias fantásticas: erótico, LGBT, psicologia e tantos outros que eu, particularmente, amo. Agora, se você quiser mesmo meus livros impressos, eles só são vendidos neste link http://bonslivroseditoradigital.com.br (a editora entrega para todas as regiões do Brasil).

É isso ai.

Por um mundo com mais gente interessante!

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Li um post de um profissional de coaching que gostei muito. Resolvi compartilhar com vocês. Fala sobre o mindset e a divisão das pessoas em três grandes grupos:

  • Grupo Paisagem: 90% das pessoas são inertes e apenas fazem parte da paisagem. É como se fossem uma planta, só estão ali porque alguém as colocou e servem apenas para decorar o ambiente. Nada além disso.
  • Grupo Problema: 2% das pessoas vieram para o mundo somente para atrapalhar. Elas são o problema ou fazem parte dele. Embora seja o menor grupo, é uma minoria muito barulhenta.
  • Grupo Solução: 8% das pessoas estão neste grupo. É um grupo seleto de pessoas que fazem parte da solução: são pessoas que ajudam outras pessoas e fazem o bem. Não se intimidam com as dificuldades. Mudam o mundo a sua volta. Crescem, produzem, evoluem e ajudam os outros também a crescerem e a evoluírem, incondicionalmente.

Embora eu não goste de classificações/generalizações, este é um discurso que já escutei de vários profissionais de coaching e, embora você possa não concordar (e tem todo o direito, claro!) as vezes eu olho para as pessoas ao meu redor, inclusive nas redes sociais, e sinto exatamente isso: 90% delas fazem parte da paisagem, 2% tem interesses ruins/obscuros e só 8% são realmente interessantes: fazem o bem e mudam o mundo ao seu redor.

Daí eu te pergunto, qual grupo você pertence? Qual grupo você deseja pertencer?

Divulgue este post. Incentive mais gente a pensar sobre.
Por um mundo com mais gente interessante! Hoje e sempre…

#HOMOFOBIA Isildinha Muradas mente: ela se intitula pedagoga desde Outubro!

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Embora uma obra de ficção, quando eu digo que o protagonista do meu meu romance com temática gay chamado THEUS é internado em uma fazenda religiosa que “cura homossexuais” alguns torcem o nariz. Existe isso nos dias de hoje? Sim. Existe e muito! Infelizmente. Mas não são divulgados. Os casos vão sempre “pipocando”. A “bola da vez” é o cartaz propondo como “prevenir” e “reverter a homossexualidade” pela pastora Isildinha Muradas que também se intitula pedagoga. Depois da revolta nas redes sociais, o cartaz foi retirado e Isildinha disse em entrevista ao portal G1 (além de vídeo e texto em seu perfil no Facebook) que jamais falaria que é pedagoga, afinal, sua profissão é de dentista. E que tudo não passa de um grande “erro da arte” feita por outro pastor.

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Reprodução / Redes Sociais

Além do tema que não condiz com os estudos da sexualidade humana, psicologia ou pedagogia. Afinal, não é possível “prevenir” ou “reverter” a homossexualidade (também falo isso no livro meu outro livro, O Armário), Isildinha mente pois em uma entrevista em vídeo ela deixa claro que é pedagoga sim (em 1 minuto)! E ainda fala sobre educação e as diferentes áreas da pedagogia (em 12 minutos). E isso já caracteriza crime por exercício ilegal da profissão. É a mesma coisa do que eu ir em um programa de TV e dizer que sou médico (coisa que não sou), e ainda criar uma palestra/curso me intitulando como médico. Assista agora mesmo o vídeo:

O caso também chegou ao conhecimento da Comissão de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil de Minas Gerais. Segundo Juliana Lobato, presidente da comissão, a divulgação da palestra caracteriza claramente uma postura discriminatória da igreja e poderá caber ações civis e criminais.

A Associação Brasileira de Psicopedagogia afirmou que repudia a temática da palestra proposta, que não se embasa na psicopedagogia qualificada academicamente e comprometida com o exercício profissional responsável. Já o Conselho Regional de Psicologia de Minas (CRP-MG), deixou claro que repudiam o tema da palestra e qualquer tipo de discriminação à orientação sexual e identidade de gênero. As duas entidades também afirmaram que não reconhecem Isildinha Muradas como membro.

No geral, ao que tudo indica, o preconceito, a ignorância e o desrespeito de alguns religiosos fundamentalistas sobre a homossexualidade é tão grande que eles enfiam mesmo o “pé na jaca”. Triste. Triste mesmo.

Termômetro de mercúrio ou digital? Em qual confiar?

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A gente não fica doente sempre, certo? Por isso, há uns anos, comprei um termômetro digital na farmácia perto de casa e achei aquilo o máximo. Estamos nos modernizando, pensei. Até ai, tudo bem. Mas, de um tempo pra cá, a intuição falou mais alto: espera, tem algo de errado neste termômetro. Será o tempo? Parou de funcionar? Não mede direito? Sinto que estou com febre mas não marca febre. Na dúvida, peguei outro termômetro digital usado pelos meus pais, na casa deles. E a sensação de um produto estranho, que não me dava uma precisão na medição aconteceu novamente. Pensei, acho que a inovação tecnológica de medir temperatura é tão grande que provavelmente existem muitos termômetros digitais falsos no mercado. Talvez mais do que imaginemos.

Como estava cheio de desconfiança, pedi a minha mãe que comprasse o bom e velho termômetro de mercúrio. Ela rodou umas 4 farmácias perto de casa e, pasmem, mesmo morando em uma das maiores cidades do mundo, não existe mais para a venda. Apenas o termômetro digital. O mesmo que eu já havia comprado.

Pensei, vou pesquisar na internet, quem sabe encontre um termômetro digital que realmente compense. Pesquisei no Mercado Livre e fiquei assustado. A quantidade de produtos de medição digital é enorme. Com preços bem atrativos, ao checar a opinião dos compradores, a maioria reclamava da medida imprecisa deles. A maioria esmagadora, por assim dizer. Se duvida, vai lá e confere com seus próprios olhos.

Ai, continuando minhas pesquisas, encontrei lugares que ainda vendiam o tradicional termômetro de mercúrio. Como já tenho certa idade, preferi confiar no que sempre mediu minha febre desde criança. Comprei um pra mim e um pros meus pais. E joguei o termômetro digital no lixo.

Conclusão? Apesar deste post ser muito pessoal, eu optei pelo termômetro de mercúrio pelo custo x benefício x medição precisa. O valor dele ainda é baixo, embora difícil de encontrar (inclusive na internet: até sites de farmácia online não os vende mais). E sobre os termômetros digitais? Felizmente, ao que tudo indica, nem todos são ruins e dão problemas na medição. Também achei empresas bem conceituadas que produzem termômetros digitais de boa qualidade. Mas são muito caros! Se eu fosse um profissional de saúde e usasse eles constantemente, arriscaria e compraria deles principalmente pela praticidade (afinal, devem ser realmente precisos). Como eu disse lá no início, não ficamos com febre sempre então, para uso pessoal, nada como o bom e velho termômetro de mercúrio.

Só estou compartilhando isso porque, quem me conhece, além de jornalista, escritor e bacharel em psicologia, sou uma pessoa humana. E humanos se ajudam, sempre que podem. E como é um post pessoal não citei marca, sites ou afins.

Ursos Perversos: meu livro de contos eróticos gays!

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Livro de Contos Eróticos Gays

Escrevi até o momento quatro livros com temática LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros). Cada livro meu foi escrito dentro de um gênero literário diferente. Tenho:

Ursos, para quem não sabe, dentro da comunidade LGBT, são homens gays grandes, peludos e/ou barbados. Se você nunca leu nada meu, sugiro começar pelo livro THEUS. É meu maior sucesso. Porém, o fato é que, “zapeando” pela Internet, as vezes esbarro com alguns leitores promovendo meus livros. Este vídeo, por exemplo, encontrei no Instagram do leitor Luiz Paulo.

Olha que fofo:

Ele recomenda meu livro com um olhar bem sacana. Gosto assim! 🙂

Lembrando que meus livros não são vendidos em livrarias. Para comprar a versão impressa ou digital, clique nos links abaixo:

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Livro Ursos Perversos. Uma coletânea de contos pesados.
Categoria: Literatura Erótica. Coletânea.
Dados Técnicos: Publicado em 2014, 1ª edição, 120 págs e formato 14x21cm. ISBN 9788590758723
Sinopse: “Ursos”, dentro da comunidade LGBT são homens gays grandes, peludos e/ou barbados. Se você gosta de literatura erótica de boa qualidade e de contos eróticos gays que irão fazer você se arrepiar todo, leia Ursos Perversos. São 14 contos diagramados em 120 páginas de pura imaginação e prazer (destes, 6 contos pertencem à Alberto de Avyz, Paulo Sérgio Moraes, Roberto Maty, Sérgio Viula, Tony Goes e Vitor Paulino, com ilustração de Hokin Bear).

Bons Livros Romance Gay Theus

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Vale a pena comprar o fone de ouvido BeatsX, da Apple?

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Achei os AirPods caros e meu medo é que eles sairiam fácil dos ouvidos. Daí, na loja da Apple do Morumbi em São Paulo, assim que comprei o iPhone 7 Plus, encontrei o fone de ouvido BeatsX pelo valor de R$ 799,00. Ao fazer vários testes, principalmente para ver se sairiam ou não do ouvido, resolvi comprar.

Prós:
– A bateria dele é incrível, realmente dura muitas horas depois de carregado;
– Tem uns “clips” que vem junto e que você encaixa nos fones: ajuda muito a prender na orelha (até hoje nunca caiu, inclusive durante atividades físicas);
– Carrega muito rápido.

Contras:
– Não vem carregador. Apenas o cabo USB (uso do iPhone ou conecto no MacBook);
– Não passa as músicas, os botões só servem para aumentar/diminuir o volume, pausar ou atender chamadas.

Ainda assim, vale o investimento. Bem melhor que os fones com fio que vem junto. Ou ainda, bem mais em conta do que importar o mesmo fone pela loja da Amazon, por exemplo.

Link da loja da Apple aqui.

#Perturbador: Você precisa assistir “Nosedive”, episódio de Black Mirror

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Black Mirror brinca com as questões tecnológicas e as relações humanas. Diferente de outros seriados, cada episódio trata um tema diferente. Não só isso. Atores, diretores, tudo muda de um para o outro. Mas a reflexão é a mesma. Por isso, o espisódio “Nosedive” (T03E03) com certeza é o primeiro filme (e sim, tem na NetFlix) que você precisa assistir se, até o momento, nem da existência de Black Mirror você sabia.

Black Mirror
Black Mirror – Nosedive – T03E03

O episódio “Nosedive” (“Queda Livre”) mostra uma realidade não muito distante da nossa, em que todos precisam parecer incríveis e felizes o tempo todo para ganhar boas classificações sociais. E é aí que mora o perigo: sua pontuação é o que determina seu papel dentro da sociedade. Pessoas que conseguem boas notas tem privilégios: salas VIP, filas especiais, podem alugar bons carros, ganham descontos e são rodeados de amigos “felizes”. Notas baixas? Não só afastam as oportunidades como também as pessoas.

O episódio mostra indiretamente as angustias e ansiedades “solitárias” de estarmos dentro ou fora deste universo digital, em que curtidas, comentários ou números de seguidores dizem tanto de uma pessoa (quando não deveria). Resumindo, não é difícil comparamos com o nosso dia a dia depois das redes sociais (em especial ao tão “glorioso” Facebook). Onde “melhores amigos” surgem, te marcam em fotos ou querem, a todo o custo, serem “super amigos”.

nosedive

Então, antes de continuar um textão de reflexão (realmente, dá panos pra manga!). O principal objetivo deste post é que você conheça a série e assista, principalmente, a este episódio (novamente, na Netflix está como “Queda Livre”). Recomende aos amigos e faça com que muitos assistam “Nosedive”. Reflitam sobre suas vidas e entendam que, como diz Erich Fromm em seu brilhante livro Ter e Ser, nós podemos ser, sem ter. Neste caso, ser sem ter toda essa “fama fake digital”.

Por um mundo mais humano e diverso. Sempre.

Qual a data da Parada Gay em 2017? Parada do Orgulho LGBT?

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Além de ter escrito quatro livros com temática LGBT, também presto serviços de jornalista e assessor de comunicação da APOGLBT, ONG responsável pela maior parada LGBT do mundo: a de São Paulo. E uma das perguntas que sempre recebo é: quando será a data da Parada Gay em 2017?

 

Então, para que todos possam se adequar a data, vou ensinar um “segredinho”. Todos os anos, a Parada é realizada no primeiro domingo após o feriado de Corpus Christi. O feriado sempre é em uma quinta, logo, em 2017, será dia 15 de Junho. Então, a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo será no dia 18 de Junho de 2017.

Entenderam?

Claro que, ano ou outro, isso muda. Mas, geralmente, essa é a “regrinha”.

Influenciadores digitais: Roda Viva com Leandro Karnal e Luis Felipe Pondé

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Para quem perdeu ou nem sabia da existência, aqui está, programa especial Roda Viva com Leandro Karnal e Luis Felipe Pondé sobre os “influenciadores digitais”. Junto, foi chamado para conversar PC Siqueira, Hugo Gloss, Dani Noce, Paulo Cuenca, Taty Ferreira e Cauê Moura.

Vários pontos interessantes. Eu gostei da parte sobre a exposição nas redes sociais. Eu sou exposto. É comum sair e ser reconhecido na rua, dentro da comunidade LGBT e até mesmo em lugares poucos improváveis. Enfim, as vezes me da um certo pavor – e olha que nem sou tão “famosinho assim” – porém, vamos ao ponto: segundo Karnal, não tem como você se isolar, pois isso, também chamaria a atenção. Ele mesmo só expõe na Internet suas viagens, justamente para que outras coisas de sua vida não sejam expostas. Quando ele disse isso, me lembrei da minha vida: também só exponho coisas que quero expor. Diversas outras coisas, guardo pra mim (inclusive bons momentos = sou bem egoísta nesta parte).

Outro ponto que gostei foi sobre a questão da atenção. As pessoas querem, de fato, um conforto, uma luz ou um contato mais próximo. Se você dá, querem mais. Se você não dá, você não serve pra elas. Lembro-me da época do Orkut onde um rapaz disse que eu era um ótimo escritor. Quando eu disse que não o aceitaria no meu perfil, que era de amigos e familiares muito próximos, ele falou que não tinha lido nada meu e que jamais leria. Que eu era um péssimo escritor. A opinião dele mudou de uma extremidade para a outra em questão de segundos.

Bom, o vídeo tem outras reflexões (com pontas soltas, afinal, nada é perfeito). Assista e, assim como eu fiz, questione também sua vida digital. Não é tudo, mas é um começo.

Se gostou da dica, deixa seus comentários. E se inscreva lá no meu canal, as vezes, gravo uns vídeos também: http://youtube.com/fabricioviana