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Qual a data da Parada Gay em 2018? Parada do Orgulho LGBT?

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Além de ter escrito quatro livros com temática LGBT, também presto serviços de jornalista e assessor de comunicação da APOGLBT, ONG responsável pela maior parada LGBT do mundo: a de São Paulo. E uma das perguntas que sempre recebo é: quando será a data da Parada Gay em 2018? Claro que, o correto aqui no Brasil é Parada LGBT (só la fora, que usam o termo gay para todas as letras)!

 

Então, para que todos possam se adequar a data, vou ensinar um “segredinho”. Todos os anos, a Parada é realizada no primeiro domingo após o feriado de Corpus Christi. O feriado sempre é em uma quinta, logo, em 2018, será dia 31 de Maio. Então, a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo será no dia 03 de Junho de 2018.

Entenderam?

Claro que, ano ou outro, isso muda. Mas, geralmente, essa é a “regrinha”. Alias, a Parada LGBT de São Paulo já tem até evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1803256433299256

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Pabllo Vittar passa RuPaul e se torna a Drag mais seguida no mundo!

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Sou da época em que Léo Áquila deixou suas performances de lado e começou, também nas boates gays de São Paulo, a cantar. Embora tenha batalhado muito, não vingou. Não sei analisar o motivo, se foi o momento em si. Mas, simplesmente não “estourou”.



Porém, hoje em dia, é comum ter algum LGBT cantando. E temos muitos. E fazendo muito sucesso. Sucesso não só pra comunidade LGBT mas para a sociedade inteira. O que não esperávamos é o sucesso astronômico de Pabllo Vittar. E, melhor, ela ultrapassou a Drag RuPaul no Instagram e hoje é a Drag mais seguida do mundo por aqueles lados.

Show de bola não? Merecido.

Que ela continue arrasando com seu talento e sucesso!

ENTENDA: Sobre a tal “censura” da Romagaga na Feira da Parada LGBT de SP

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Embora eu seja jornalista e assessor de comunicação da Associação da Parada LGBT de São Paulo há dois anos, não falo em nome da ONG e sim em meu próprio nome. Observações minhas, ok?

Bem, o responsável neste ano pelas atrações artísticas foi Heitor Werneck e foi ele quem decidiu todo o elenco da feira e da Parada. Eu trabalhei muito em todos os dias (venho trabalhando há meses, como postei no meu Instagram) e, entre algumas das minhas funções, está em assessorar veículos de imprensa/comunicação em diversos eventos do Mês do Orgulho LGBT. Na feira, por exemplo, fui chamado pela Taís, repórter da Globo News, pois ela deveria entrar com um link ao vivo por volta das 20h (alias, tivemos inúmeros links ao vivo de rádios e TVs nestes eventos todos!). Detalhe: ela queria gravar em cima do palco, mostrando todo o Vale do Anhangabaú (que estava lindo/lotadíssimo!).

Acompanhei a Taís até o palco quando, justamente, entrou a Romagaga dublando sua primeira musica. Uma da LadyGaga (nem lembro qual!). Só sei que, pensei, “Uau, que bacana, a Romagaga está dublando, fazendo um trabalho artístico e não apenas gritando e falando palavrões como faz na Internet!”. Sério mesmo. Achei, pela primeira vez, um trabalho artístico vindo dela.



Porém, poucos segundos antes da Taís entrar ao vivo na GloboNews, a música da Romagaga acabou e ela começou a cantar/dublar outra música, com as frases “Eu quero rola!”, “Come minha buceta!”, “Quero dar meu cu!” e dai pra pior (repetindo a todo o momento). Foi aí que a Taís olhou pra minha cara e falou, pede pra ela parar! Vamos entrar em alguns segundos no ar ao vivo! Eu, desesperado, fui até a parte de som e falei, estamos com link ao vivo! Por favor, alguém vai até a Romagaga e avisa pra ela maneirar! Mas não teve jeito. Uma das pessoas responsáveis pela produção, para tentar amenizar, simplesmente diminuiu o som. Abaixou mesmo. Pra piorar tudo, a Romagaga começou a reclamar no microfone que ela estava sendo censurada/injustiçada. Falta de noção/bom senso total!

Dai, minhas considerações: Primeiro, a Feira Cultural LGBT no qual ela foi convidada pelo Heitor, é um evento público, com cerca de 200 mil pessoas: tem todo o tipo de gente, inclusive crianças e muita família! Não se faz, em nenhum evento deste tipo, shows com palavrões! Artistas com mais experiência sabem disso. Não foi nem questão de ter link ou não ao vivo da Globonews, foi questão de bom senso mesmo. Afinal, não é porque você é sucesso na Internet por gritar, espernear e falar palavrões que você vai reproduzir isso em qualquer lugar (evento aberto, televisão, etc). Concordam?

Esse foi o “bafão” todo cometido com a artista. Ela não gostou nada e, se não fosse a esperta da Drag Tchaka em retirar o microfone da Romagaga assim que ela começou a reclamar, ela teria feito um escândalo por isso!



Resumindo? Faltou bom senso da artista. Depois eu fui lá nos bastidores tentar explicar pra Romagaga o que aconteceu. Vi a diretoria da APOGLBT tentando explicar a ela que não foi censura. Mas eu senti que ela, de fato, não entendeu nadinha. Uma pena. O link ao vivo foi e, por sorte, não entrou “Eu quero rola!”, “Come minha buceta!”, “Quero dar meu cu!” na matéria (isso foi confirmado inclusive pela produção da Globo).

O caso, de fato, é o seguinte: não tenho nada contra a Romagaga, embora não a siga e não me sinta representado em nada por sua “arte” (cada um tem seu público, pra tudo!). Porém, ela precisa ter bom senso e entender que algumas coisas feitas na Internet não se encaixam em eventos públicos. E melhor, quando se é convidada, precisa realmente focar em arte de boa qualidade. Respeitar o público presente e assim por diante (se tudo isso fosse em um ambiente fechado/boate/balada, etc, tudo bem).

Resumindo, para quem escutou algo sobre Romagaga na Parada, foi isso. Suspeito eu que ela realmente nunca mais será convidada. Não foi censura. Foi falta de bom senso. Apenas isso. Uma pena. Se ela tivesse feito seu show parecido com a primeira música, teria sido incrível. Fica a dica para as outras oportunidades que surgirem na vida dela. Se é que ela terá humildade para aceitar conselhos. Esperamos que sim.

#ParadaSP: Por que Estado Laico foi tema da Parada LGBT de São Paulo?

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Todos os anos, a ONG Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, faz diversas reuniões ao longo do ano com coletivos, outras ONGs e militantes independentes e, juntas, discutem qual o tema da Parada LGBT do próximo ano.

Após diversas reuniões, o tema escolhido foi Estado Laico. A justificativa, como chegaram a este tema e sua real importância, foi publicada no portal deles e informada diversas vezes nas redes sociais. Porém, muita gente ainda come bola. Dá opinião sem ter lido a justificativa oficial e comenta sem saber nada de nada (muito comum nos dias de hoje, não? Por isso estou copiando logo abaixo a justificativa oficial. Leia, entenda e compartilhe. Informação sempre será o melhor remédio para a ignorância.

Grande abraço do jornalista, escritor e gay assumido, consciente do quanto importante é essa luta por respeito e visibilidade LGBT, Fabrício Viana.





Justificativa do tema da Parada LGBT de SP de 2017

“A laicidade do Estado democrático garante respeito à diversidade religiosa, humana e cultural. O Estado deve assegurar todos os direitos humanos, tais como a liberdade religiosa, o Direito de cada cidadão a exercer ou não a religiosidade que quiser, mas deve ser garantida a não discriminação. Além disso, é necessária a autonomia do Estado frente às Igrejas, garantindo sua imparcialidade.

Essa conquista cidadã – inclusive para todas e todos fiéis religiosos – está garantida pelos princípios constitucionais da democracia, liberdade, igualdade e separação entre Estado e Igreja nos artigos 1°, 5°, 19°, inciso I o qual transcrevemos:

Art. 19. É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

I – estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público.

Entretanto vê-se, por meio de políticas de privilégios tributários e de concessão de canais de TVs e rádios, por exemplo, o favorecimento de algumas instituições religiosas em detrimento de outras. Além disso, vivencia-se o crescimento constante da representatividade do fundamentalismo religioso em todas as esferas governamentais.

É uma grave ameaça à cidadania, e à democracia constitucional brasileira, o fato de integrantes dos Três Poderes, em qualquer nível, atuar tendo como guia seus valores religiosos, sem observância à cidadania, à pluralidade e aos direitos humanos. Cargos públicos não podem ser utilizados para imposição de visões religiosas quaisquer sejam elas.



Dentre as diversas vítimas do desrespeito ao Estado Laico, estamos nós LGBT. Os exemplos são inúmeros – e desumanos. É proposta legislativa federal o Estatuto da Família, que, com base unicamente em argumentos religiosos, não reconhece como legítimos e legais diversos arranjos familiares, inclusive com responsáveis legais LGBT.

Vimos nos anos de 2015 e 2016 retrocessos na promoção da igualdade de gênero nos planos de educação articuladas por bancadas legislativas católicas e evangélicas, e referendadas por chefes do Poder Executivo. E ainda há trabalho para que o Ensino Religioso no sistema público de educação seja confessional ao invés de propor visão secular da história das religiões. Seria o Estado a serviço do fundamentalismo religioso.

No Congresso Nacional, o debate sobre a criminalização da discriminação por orientação sexual e identidade de gênero é repleto de ataques de parlamentares da bancada religiosa conservadora, muitos dos quais envolvidos em crimes de corrupção. Seus argumentos? Alguns citam suas visões de fé, como se estivessem em lugares religiosos e não em uma instituição que deveria se orientar pela laicidade, portanto, pelo respeito à Constituição.

O mesmo ocorre no debate sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo no Congresso Nacional. A busca é por reconhecimento legal, e tão somente com foco no casamento civil. Entretanto, seus opositores sacam do coldre, em inadmissível desrespeito à igualdade – outra cláusula pétrea constitucional -, referências religiosas na tentativa de derrubar a necessária separação entre Estado e religião, base do Estado moderno.

São vistas omissões de governantes no Poder Executivo no dever de proteger, garantir e defender os direitos humanos e a cidadania de LGBT por meio de políticas públicas de superação das discriminações contra tal diversidade humana, e de sua inclusão em áreas tais como saúde, trabalho, educação e segurança pública.



E o que dizer do Poder Judiciário, cuja missão é defender a Constituição e, portanto, a laicidade? No entanto, vemos tribunais ostentando crucifixo, em detrimento de outras religiões. Se seguisse a laicidade, nenhum símbolo seria posto, o que serviria como mostra do respeito a todas as crenças.

O direito a escolher ou não a uma religião também nos é fundamental, especialmente quando algumas religiões não aceitam LGBT. Nesse sentido, o ataque a outras religiões, principalmente as de matriz africana – essas majoritariamente inclusivas – e a conivência do Estado aos ataques civis que elas sofrem, também nos prejudica.

Por fim, os direitos reprodutivos e ao próprio corpo não devem ser cerceados por nenhum dogma religioso.

Pelo grande risco que significa ao Estado Laico para a cidadania de todas e todos, convocamos nesse momento e para fortalecer nosso movimento e luta, as mulheres, as pessoas negras, as minorias religiosas, minorias étnicas, ateus e agnósticos, para estar na maior Parada LGBT do mundo, trazendo seu protesto, sua manifestação em favor do Estado Laico e em defesa da igualdade.”

Anitta confirma presença na Parada do Orgulho de SP no trio da Uber

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Tão diversas quanto a própria Parada serão as atrações do Trio Uber neste domingo em São Paulo. Do pop ao sertanejo, do eletrônico ao Axé, a Uber promoverá um verdadeiro encontro colorido entre todas as tribos.

Entre as atrações, a tradicional festa Chá da Alice, participações especiais das cantoras Anitta, Naiara Azevedo, Lorena Simpson e Márcia Freire (ex-Cheiro de Amor), além de uma atração musical surpresa.

A Uber vai transportar a alegria para Avenida Paulista a partir do meio dia deste domingo, 18 de junho.



Confirme presença no evento oficial:
https://www.facebook.com/events/105978123240834

Facebook terá reação “Orgulho” nas publicações durante o Mês do Orgulho LGBT

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O Mês do Orgulho LGBT serve, acima de tudo, para gritarmos ao mundo o quanto somos felizes por sermos quem somos, inclusive nas redes sociais. Então, comemorando esse mês, o Facebook terá um botão especial onde poderá reagir com “Orgulho” nas publicações.

O ícone, que será uma bandeira LGBT (Bandeira Arco-íris) ficará entre os botões de “Amei” e “Haha”. Segundo o Facebook, a reação ficará disponível durante todo o mês de Junho.

Além disso, os usuários poderão adicionar filtros especiais, onde laços coloridos são adicionados à foto de perfil comemorando a diversidade e o orgulho LGBT.



Essa não é a primeira vez que a companhia faz um botão de comemoração. No dia das mães, uma flor roxa de “Gratidão” costuma aparecer, e domina toda o feed com florzinhas subindo pela tela.

E aproveitando que estamos falando do Facebook, vai lá agora e curte a minha página: http://facebook.com/fabricioviana.escritor 

SKOL leva Daniela Mercury para celebrar a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo

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A SKOL é, pelo segundo ano consecutivo, parceira oficial da Parada LGBT de São Paulo. A empresa, que costuma trazer grandes atrações, terá nesse ano Daniela Mercury como destaque do seu trio elétrico.

A cantora, que defende o respeito e a causa LGBT, será uma das principais atrações do evento.

Devemos cada vez mais ostentar a força da comunidade LGBT e agir contra a violência e a favor dos direitos humanos. Estou muito feliz de comandar este trio em uma das maiores paradas LGBT do mundo. Mais que uma celebração, a Parada de Orgulho LGBT é uma atitude política”, disse a cantora baiana.

Comandado por Paullete Pink, uma das mais icônicas drags do Brasil, o trio da SKOL promete agitar a Avenida Paulista. Ao longo do percurso, Daniela fará o seu show e DJ Adipe encerrará a programação.



Para SKOL, o diálogo e a conscientização são passos importantes para se chegar ao respeito e por isso é tão importante para nós apoiarmos a Parada do Orgulho LGBT”, comenta Maria Fernanda de Albuquerque, diretora de marketing de SKOL.

Além do trio, SKOL terá uma edição especial de sua lata de 269 ml que terá sua conhecida seta-logo vestida com as cores da bandeira LGBT. Parte da venda será destinada para a Casa 1, uma local de acolhida e centro cultural para jovens expulsos de suas casas por sua orientação sexual ou identidade de gênero.

Lembrando que a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo será dia 18/06 e o evento oficial no Facebook é https://www.facebook.com/events/105978123240834

Dia 15 de Junho, para quem estiver ou chegar em São Paulo antes da Parada, tem também a Feira Cultural LGBT no Vale do Anhangabaú, uma feira com mais de 200 mil participantes. Link do evento: https://www.facebook.com/events/1113142945497908

Sobre a polêmica crítica da voz de Pabllo Vittar

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A primeira vez que escutei Pabllo Vittar fiquei encantado com a produção do seu clipe e as letras das músicas. Porém, algo me incomodou de cara: sua voz.

Embora não seja cantor e não entenda nada de canto, uma observação foi clara desde o primeiro dia: não vi força em sua voz. Aquela voz que faz todos estremecerem. Na época, falei para meu marido sobre, e ele me repreendeu: “Para, ela está fazendo o maior sucesso!”. Eu fiquei quieto, pois essa não era a questão. Mas como toda boa pessoa formada em psicologia, lembrei: emoções fazem fãs lutarem por seus ídolos a qualquer custo. Nada contra. Como escritor de livros com temática LGBT, tenho vários leitores que também me defendem cegamente! E nem sou tão bom assim, embora tenha meu charme literário, admito.



Mas, voltando pra Pabllo, vi seu show na festa Milkshake em São Paulo e achei ela uma artista fantástica independente de qualquer coisa! Merecendo o sucesso, nosso respeito e admiração!

O que aconteceu nesta semana é que, do nada, esbarrei com esse vídeo e meu pequeno desconforto sobre sua voz e achei bem interessante.

O Marcio Guerra é técnico vocal, dá aulas de cantos e gravou um vídeo narrando as falhas da voz da Pabllo Vittar. E tem lógica. Não que isso desmereça seu trabalho ou vá acabar com seus fãs. Mas se ela usar isso para melhorar, porquê não?

Assista ao vídeo e as críticas:

O que achou? Deixe seus comentários para que eu e outros leitores meus possa ler.

Livros LGBTs: Fabrício Viana com mais 9 autores no Vale do Anhangabaú dia 15/06

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Dia 15/06, durante a Feira Cultural LGBT no Vale do Anhangabaú em São Paulo, Fabrício Viana estará – junto com mais nove autores – no 2º Bate-papo com Autores/Editoras de Literatura LGBT.

Com um público aproximado de 200 mil pessoas, esta é uma grande oportunidade para que todas as pessoas apaixonadas por livros com temática LGBT possam conhecer seus autores, editoras e comprar seus romances, crônicas, poesias, livros de não fição, livros eróticos, entre outros gêneros literários e ainda conversar com seus autores/editoras preferidos.

A tenda de Literatura LGBT terá início as 10h da manhã e irá até as 22h do mesmo dia. Entre os autores/editoras, estarão presentes (em ordem alfabética):

>> Alice Reis (WonderClub)
http://wonderclub.com.br/

>> Aline Stivaletti / Fábio Carvalho
aline.stiva@gmail.com

>> Fabrício Viana
http://fabricioviana.com/livros

>> Karina Dias
http://karinadias.com.br/

>> Léa Carvalho / Malu Santos (Editora Metanoia)
http://metanoiaeditora.com/



>> Manuela Neves (Editora Vira Letra)
http://editoraviraletra.com.br/

>> Occello Oliver (Cultura em Letras Edições)
http://culturaemletrasedicoes.com.br/

>> Paula Curi (Palavras, Expressões e Letras)
http://editorapel.com.br/

>> Silvano Sulzart
http://www.silvanosulzart.com.br/

>> Valdo Resende
https://valdoresende.com/literatura

Serviço:

Literatura LGBT: 2º Bate-papo com Autores/Editoras
Dia 15/06 – Quinta-feira (feriado)
Das 10h as 22h.
Local: Vale do Anhangabaú em São Paulo
Entrada gratuita
Link do evento:
http://paradasp.org.br/literaturalgbt2017

Motorista da UBER em São Paulo vence concurso em site de relacionamento gay

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Lukas Santos, de 24 anos, que trabalha como motorista da plataforma UBER em São Paulo venceu o concurso promovido pelo site de relacionamento gay chamado Manhunt.

Com 23% de votos recebidos, Lukas venceu seus nove concorrentes fazendo campanha entre seus amigos. Ele conta que estava em uma balada em São Paulo quando ficou sabendo do concurso e dediciu participar. Criou seu perfil no site e começou a fazer campanha entre seus amigos usando as redes sociais.



Como prêmio, o rapaz ganhou um iPhone 6s, vale-compras na livraria Sariava e será modelo em uma nova campanha do site, além de fazer presença VIP em festas e eventos.

E você? Participaria de algum concurso destes?

Gostou do rapaz? Outra parte muito legal é que a Uber sempre foi muito parceira do público LGBT. Uma empresa visionária!

Ganhe um livro no lançamento de “[in]contadas: aquelas que não podem falar dizendo o que não deve ser dito”

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Dia 08/04 as 15h vai acontecer o Lançamento do livro “[in]contadas: aquelas que não podem falar dizendo o que não deve ser dito”, da Editora Vira Letra, na cidade de Franca em São Paulo.

Detalhe: LIVRO COM DISTRIBUIÇÃO GRATUITA!

E, a partir do dia 08/04, o ebook estará disponível, também gratuitamente, na Amazon!

[in]contadas é uma coletânea de contos de literatura lésbica organizada pela escritora Diedra Roiz e pela editora Manuela Neves, realizada por meio do Programa de Ação Cultural – PROAC, do Estado de São Paulo.



São 15 autoras que fazem parte da coletânea:

Ana Paula Enes
Bel Mazzanti
Carla Gentil
Cidinha da Silva
Danieli Hautequest
Diedra Roiz
Hanna K.
Inaê Diana
Jackie Rodrigues
Lis Selwyn
Manuela Neves
Márcia Rocha
Marina Porteclis
Priscila Cruz
Wind Rose

Importante:

Como ganhar seu livro?

Retirar na Editora Vira Letra em Franca/SP dia 08-04 (das 15h às 18h) ou pedir no site da Vira Letra http://www.editoraviraletra.com.br (o livro é gratuito, mas o envio é pago! Você pode escolher a forma mais barata de envio.

Como ganhar seu ebook?

Será disponibilizado de graça na Amazon a partir do dia 08/04.

Livro digital: A ORIGEM DA ESQUIZOFRENIA

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Livro Digital: A origem da esquizofrenia. Uma abordagem comunicacional do duplo vínculo segundo a antipsiquiatria

Com 17 anos eu fui cursar psicologia. Ou era psico ou alguma área de tecnologia/programação. A decisão? Eu já entendia muito de sistemas (era um pouco hacker!) então decidi estudar coisas que não sabia: a mente humana.

Durante o curso, percebi que não queria atuar como psicólogo (quem sabe um dia?). No quarto ano eu era gerente de negócios de um site importante e, logo em seguida, virei gerente de comunicação em outro. Foi nesta mesma época que eu comecei a fazer uma terapia corporal reichiana e conheci o Ludens (que surgiu do Soma, do falecido psiquiatra Roberto Freire). O Ludens e o Soma tinham quase os mesmo princípios, por meio da arte, capoeira de angola, princípios da gestalt e jogos corporais, remover a neurose neuromuscular do corpo. Era lindo. Mas, o que mais me impressionou nela, foi sobre como eles viam a loucura (poesias e contos eram publicados na Agenda da Tribo: editora deles!): a questão do duplo vínculo comunicacional dentro da área da antipsiquiatria. Pirei na nova teoria (distante da psiquiatria tradicional) e pensei, vou estudar isso para o meu TCC de psico.

E foi exatamente o que eu fiz. Meus colegas acadêmicos de psico amaram o tema. Nem minha professora conhecia essa “nova teoria” (com vários trabalhos comunicacionais em Palo Alto) sobre a pragmática da comunicação humana. Resumidamente, entre várias teorias sobre a origem da loucura, esta é baseada em comunicações dúbias: se uma criança recebe constantemente duas mensagens dúbias (uma boa e uma ruim: dentro de uma só) durante todo o seu desenvolvimento, ela não entende e essa confusão fará parte da sua psique, desenvolvendo a esquizofrenia.

Claro que essa é a versão super resumida mesmo. Algo do tipo: “Olha, estou te batendo porque você fez coisa errada. Mas é para o seu bem!”. São duas mensagens em uma: estou te machucando mas é algo bom. Como pode isso? Claro que a gente recebe comunicações dúbias as vezes. O problema é, de fato, de quem recebe muito estas comunicações: ou ainda, apenas ela, durante toda a vida (geralmente é passado de pai/mãe para filho/a).

Depois do meu estudo e publicação (1998), eu comecei a ver meu trabalho de TCC e esse distúrbio da comunicação humana em todos os livros, filmes e assuntos que envolviam a esquizofrenia. Até mesmo no filme Psicose, super conhecido e que eu tinha assistido várias vezes, só fui perceber essa visão quando assisti novamente: e lá esta no filme a comunicação dúbia que o protagonista recebia da mãe.

Achei incrível. Os anos se passaram. Eu já estava em outras áreas (comercial, marketing, publicidade, etc) e resolvi fazer uma pós em comunicação e marketing. Depois, por ter publicado vários livros e escrever para diversas revistas, ganhei um registro de jornalista pelo Ministério do Trabalho e hoje trabalho (com muito prazer) como jornalista. A principio não pretendo me aventurar em outras áreas mas, se der vontade, vou tranquilamente! Gosto de me testar e conhecer coisas novas.

Mas vamos voltar para o TCC. Ele ficou tão bacana que, embora eu não tenha feito uma correção gramatical devida (e naquela época com certeza eu deveria ser péssimo!), resolvi publicar ele na Amazon Brasil como livro digital. E, pasmem, durante vários anos ele foi um dos mais vendidos na categoria “saúde mental”.

Então, se você procura conhecer este tema, aqui vai o link dele:
https://www.amazon.com.br/gp/product/B00UCOZJLO

Lembrando que publicações minhas que não são LGBTs eu assino como Fabrício Darlan Viana. E outras, com outros pseudônimos não divulgados! 🙂

Conteúdo (sinopse lá na Amazon):

Trata-se de uma visão diferenciada sobre a origem da loucura pelo olhar dúbio da comunicação humana durante a formação da personalidade. Um trabalho científico que pode ser lido por médicos, psicólogos, psiquiatras e todos aqueles que buscam uma explicação maior para uma das doenças mentais mais conhecidas da humanidade: a esquizofrenia.
Capítulo 1 – Abordagens da doença mental
Abordagem médica
Abordagem psicanalítica
Abordagem sistêmica
Abordagem sacrificial
Abordagem política
Capítulo 2 – A Psiquiatria – Abordagem médica da doença mental
Capítulo 3 – A Antipsiquiatria – Indagação e Revolução
Capítulo 4 – A Política das Relações Humanas
Capítulo 5 – Família, Esquizofrenia e Antipsiquiatria
Capítulo 6 – Teoria do Duplo Vínculo
6.1. A comunicação humana – um pouco de sua teoria
6.1.1. Comunicação paradoxal – Introdução ao paradoxo
6.2. A prática do duplo vínculo
6.2.1. O funcionamento do duplo vínculo
6.2.2. Os ingredientes do duplo vínculo
6.2.3. Colocando um indivíduo no duplo vínculo
6.3. Duplo vínculo e a fabricação da loucura – síntese
CONCLUSÃO
BIBLIOGRAFIA

Resenha em vídeo do meu romance gay feito pelo Dandy Souza! Assista!

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O Dandy Souza acabou descobrindo um dos meus livros com temática LGBT, leu e produziu uma resenha muito legal no blog dele. Depois, não satisfeito (eita menino lindo!), fez questão também de gravar um vídeo em seu canal.

Olha que legal (vídeo abaixo)! Meu romance gay THEUS já foi resenhado muitas vezes (inclusive em vídeos), mas foi a primeira vez que alguns trechos foram destacados! 🙂

Por estas e outras eu continuo insistindo em escrever, cada vez mais, livros. Conquistando, cada vez mais leitores. Meus leitores! <3

Lembrando que para comprar o Theus ou outras publicações minhas, o link (para o material impresso ou digital) é este aqui: http://fabricioviana.com/livros

Obrigado Dandy (e tantos outros) por fazer esse careca aqui um pouco mais feliz! 🙂

 

Menino de sete anos leu em um ano 88 livros. E você?

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Foto/Reprodução

Carlos Eduardo é natural de Palmas, no Tocantins, e durante o ano de 2016 ele leu 88 livros (o que dá uma média de 7 livros por mês). Incrível, não? Para quem não sabe, a média de leitura de um brasileiro é de apenas 4 livros por ano, sendo que, destes 4, ele chega ao final apenas de 2. Esta estatística é lamentável e infelizmente se repete a cada ano.

Para piorar, além do brasileiro ler pouco, a qualidade dos livros ainda é duvidosa. Alguns livros religiosos de péssima qualidade (com escrita confusa e por aí vai indo), fazem parte destas estatísticas de leituras dos brasileiros.

Mas, meu post hoje é para falar do Kadu, como o garoto gosta de ser chamado. Em entrevista a TV Anhanguera, ele disse que graças aos livros ele pode rir de novas piadas e novas aventuras, além de uma infinidade de mundos que ele não teria acesso apenas com a convivência com amigos. O habito da leitura foi introduzido pela mãe e ele acabou se apaixonando.

Além do garoto ler, ele também já se aventura a criar suas próprias histórias. Até o momento, ele já escreveu quatro livros ainda não publicados. Quanto ao futuro, ele já tem traçado: quer ser médico e escritor.

Muito legal, não? Ai, vem a pergunta final, e você? Quantos livros já leu este ano? Quantos pretende ler? Há alguns anos eu li um artigo com dicas de leitura para quem estava iniciando a leitura de livros. Entre várias, a principal (e que nunca me esqueço) era: leve o livro sempre em suas mãos. Vai para a escola? Leve ele na mão. Vai para o trabalho? Leve ele na mão. Vai viajar? Leve ele na mão. Quando você leva o livro na mão, qualquer minuto ocioso vira oportunidade para conhecer seu conteúdo. E realmente funciona.

Se quiser tentar, faça e depois volta aqui e me diz se funcionou ou não. Quem sabe você não aumenta a lista das suas leituras? Afinal, é mais do que comprovado que, quem lê mais, amplia muito seus horizontes. Tem mais criatividade, mais assuntos, mais vidas que não seriam vividas. Então, vamos todos incentivar a leitura sempre.

Super abraço do careca, jornalista, escritor, barbudo e também leitor aqui. 🙂

Eduardo Lages, o escritor que se movimenta. Um exemplo!

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Escrevo desde 2006, meu primeiro livro, publicado de forma independente e que trata da homossexualidade e os princípios que envolvem a “entrada e saída do armário” hoje é um sucesso. Mas ele não seria, nem meus outros livros (inclusive premiados) se eu tivesse escrito e ficasse de “braços cruzados” como a maioria dos meus amigos autores.

É verdade. Estamos na era digital. A era do compartilhamento e das redes sociais. Um escritor que não se movimento, que não sai do seu lugar comum, dificilmente será lido. A, tá, mas grandes escritores nada fazem, apenas aguardam a editora fazer todo o trabalho de marketing. Sim, é verdade. Mas, para toda arte, não são todos os felizardos que tem seu trabalho reconhecido e investido por grandes produtores. Os casos de sucesso são raros e, se você ama escrever como eu, Eduardo Lages e tantos outros, tem que fazer por onde.

Sim, o Eduardo Lages é um dos vários exemplos que sempre vou citar. O cara largou o trabalho de designer e, quase todos os dias, vai até a Avenida Paulista, monta sua barraca e vende seus próprios livros. Incrível, não? E, entre várias entrevistas que li dele, funciona! Ele está fazendo seu próprio salário. Tanto que ele já esta com dois livros e escrevendo mais um.

Isso prova, por A + B, que, quem ama escrever realmente precisa correr atrás de sua arte literária. Eu mesmo só fui em vários programas de TV, dei entrevistas, etc graças a esta minha militância e persistência. Não recebi prêmios por acaso. Não sou reconhecido por acaso. Não sou amado (e raramente odiado) por acaso. Tem todo um trabalho que vai muito além do escrever. E é isso que muitos autores precisam entender. Sair da sua zona de conforto e se movimentar. Partir para a ação. Tanto que é meu objetivo, em breve, ensinar várias técnicas para novos autores (caso queira, cadastre-se em minha newsletter)

Que Eduardo Lages, e tantos outros, vislumbre seu sucesso. Que alcance cada vez mais leitores e conquiste cada vez mais seu público leitor. Eu o admiro. Eu faço coisas parecidas. E fico triste porque muitos autores, apenas reclamam da vida e da não venda dos seus livros e nada, absolutamente nada, fazem para melhorar essa condição.

Espero que tenham gostado deste exemplo. Logo mais, posto outros. Temos muitos. Felizmente. Um grade abraço do escritor careca e barbudo. E, um especial pro Eduardo, que pode ser encontrado neste link.