O vício (e perigo) das redes sociais. Vídeo de Enrique Coimbra. Assista!



“Nossa, mas você está sempre online no Twitter, Instagram e Facebook. Direto!”. Já me disseram isso muitas vezes. Porém, o que poucos sabem é que muitas postagens minhas são programadas no início do mês para todos os demais dias (usei por muitos anos o Hootsuite!) e no meu Whatsapp tem a mensagem: “Demoro para responder, se for urgente, ligue!”. Uma maneira de estar sempre online, mesmo não estando  (não por acaso meu artigo da pós sobre redes sociais ficou durante muito tempo como um dos mais lidos na Amazon).

Em outras palavras, eu achei o meu jeito de não ficar “viciado nas redes”.

Mas este post não é para falar da minha pessoa. E sim sobre o vicio das redes sociais e de um menino incrível que sempre admirei chamado Enrique Coimbra. Aliás, ele foi um dos palestrantes do Congresso de Literatura Queer que fiz há um tempo (ele tem alguns livros com temática LGBT escrito que vale a visita em seu website pessoal).

Em todo o caso, para facilitar o que eu quero dizer (e ele também), vamos direto ao vídeo do Enrique abaixo. Presta atenção.

Depois conversamos!

Bacana, não?

Ele fala super bem. E o mais interessante. Muitos dos meus amigos já saíram das redes e voltam depois de algum tempo. Daí, me lembrei de algo que a gente precisa entender sobre as redes sociais: ela é igual uma festa: Se você não for, não dá em nada! Mas se você for, VOCÊ É VISTO, julgado, amado ou não! Igual a vida real. E aqui entra a minha visão peculiar: você NÃO DEVE DAR (E EU JÁ DEI!) tanta importância para ela! Afinal, não tem problema algum de você não acompanhar essa meninada nova: youtubers famosinhos, memes atualizados e coisas do tipo. Afinal, tudo isso pode ser mesmo prejudicial para a saúde e para a vida como o Enrique bem disse (tanto que nos finais de semana eu me desconecto de tudo!).

Dai, penso eu (e cada um é livre para tomar suas próprias decisões sobre suas vidas) que a gente não deve ser nem 8 e nem 80 nesta questão. Mas meio termo. Não só para as redes sociais mas também para as coisas que geram vício: sexo, bebidas , prazeres, etc e tal. Se a gente se perde em algo, é sinal de fuga. Fuga da realidade! Fuga de algo ruim que precisamos superar.

E não adianta alguém te dizer isso ou aquilo (por isso tanta gente se perde na vida, até mesmo nas drogas!). Afinal, é você com você mesmo. Se você se perde em algo (em prazeres rápidos e momentâneos com muita frequência – esquecendo-se do resto), algo está errado. Nada contra esses prazeres, desde que você (e só você!) faça sempre uma análise e veja onde está errando (e se está realmente errando)! Eu costumo fazer assim: na semana eu trabalho, estudo e produzo e nos finais de semana, me divirto (e enfio o pé na jaca mesmo! Com vontade! Sempre que posso! rs).

Mas novamente, cada um é cada um. Espero que o vídeo dele, meus posts e tudo mais gere reflexão. A vida é curta, curta a vida. Mas com responsabilidade e moderação, combinado? Apenas não dê tanta importância assim às redes sociais. E se você estiver viciado, tente se desconectar de vez em quando. Lembre-se da minha mensagem no Whatsapp: se for importante, ligue. Logo, deixe o celular de lado por algumas horas. Se alguém precisar falar com urgência, vai te ligar! 😉






Fabrício Viana é jornalista (MTB 80753/SP), escritor premiado e bacharel em psicologia. Com mais de 20 mil leitores, Viana é autor do livro O Armário (sobre a homossexualidade), Ursos Perversos (literatura erótica), Orgias Literárias da Tribo (coletânea LGBT premiada), Theus: Do fogo à busca de si mesmo (romance com temática gay) e outras publicações. Entre seus projetos, destacam-se o Educando Para Diversidade e a Bons Livros Editora Digital. Siga seu Canal no Youtube e suas redes sociais.
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ou digital dos meus livros (LGBTs, MKT e Psico) neste link fabricioviana.com/livros



Tem um tempinho? Assista a apresentação
do meu Canal no Youtube:











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