Kevin, PopPorn ou Dando: Balada dançando pelado ou fazendo sexo? Tudo bem!

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Embora com nomes, DJ’s, frequentadores e lugares diferentes (as vezes, nem tanto), as festas PopPorn, Kevin ou Dando, promovem a liberdade do corpo. Você pode dançar na pista sem roupa, com pouca roupa ou – obviamente – com roupa. E mais, viu um crush gostoso e foi retribuído? Bebeu muito e quer uma brincadeirinha ali mesmo? Tudo bem também.

Se isso é demais para você, pare de ler agora. Porém, se você é bem resolvido com sua sexualidade – seja gay, bi ou hetero – e não vê problema algum em lugares assim, aliás, gosta e muito, estas festas são um prato cheio em São Paulo.

Fui conhecer recentemente a Kevin com meu marido e meu namorado (#Poliamor) e a vibe é incrível. Porém, sou suspeito. Gosto de balada e sou bem resolvido com assuntos ligados a sexualidade. Além de gostar, e muito, de sexo (mas não pratico 24h por dia como tantos imaginam). Porém, como todo lugar/assunto, tem seu público. Logo, se você procura algo do tipo, recomendo conhecer: com a velha máxima “não faça nada que não queira”.

Festa Kevin. Foto Rafa Maia.

Em um dos eventos, e as páginas sempre publicam os novos, tem a orientação “Pode de tudo, menos machismo, transfobia, falta de respeito ou de noção”. Logo, a ideia é realmente curtir o lugar, o momento e o prazer. E, pelo menos na que eu fui conhecer, tinha gel e camisinha a vontade no dark room.

De resto, reforço que toda festa/balada/bar, e afins, tem seu público específico. E novos adeptos. A ideia deste post é justamente pra dizer: festas assim existem. E se você gosta, vá conhecer algum dia. Aproveita que tem! E pros gays com homofobia internalizada grave, repito: não é só balada gay que tem dark room ou foco em sexo (mesmo porque muitas baladas gays não tem isso). Lugares heterossexuais também tem (a Augusta tá cheio!).

Então, menos neuroses e mais diversão/prazer.

Combinado?