Jovens gays preferem ser passivos, diz pesquisa.

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A história da homossexualidade é incrível para quem a estudou. Embora eu tenha colocado um pequeno resumo no meu livro chamado O ARMÁRIO, quem leu, se recorda que em algumas sociedades antigas como na Grécia, era comum um adulto seduzir um jovem e manter relações sexuais com ele até ele se tornar adulto. Aliás, se um jovem de alguma família não tivesse sido seduzido por alguém mais velho, a família era “mal vista”. Por isso, a homossexualidade tem que ser estudada de acordo com a prática de sua época. Quem puder, leia O Armário (tem versão em ebook aqui).

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Mas, voltando, olha que interessante. Parece que essa história do mais novo ser seduzido por um mais velho, é mais comum do que imaginamos. Seria resíduos do nosso inconsciente coletivo? Talvez. O que sabemos é que o site Manhunt, conhecido por proporcionar encontros entre gays, mais o site DList, fez uma pesquisa com seus usuários gays e descobriu que, quanto mais jovem for o gay, mais ele é passivo na cama (isto é, gosta de ser penetrado).

A pesquisa, feita com mais de 25 mil homens gays, mostra que 42% dos homossexuais de 18 a 24  anos preferem ser penetrados. Já os 36%, que estavam na faixa de 30 a 39 anos, preferem ser ativos (penetrar!) na relação.

Claro que são estatísticas e cada caso, é sempre um caso. Mesmo porque, tem muitos homossexuais que nem de sexo gostam. Por isso é bom a gente sempre desconstruir e olhar cada um, com o olhar que cada um merece. Certo?

Por outro lado acho interessante estas pesquisas que, embora não sejam acadêmicas, mostram algumas “realidades”. Compra, quem quer. Talvez por isso meu outro livro, o romance gay THEUS faça tanto sucesso (pois mostra todas essas realidades de uma vez só)






Fabrício Viana é Jornalista (MTB 80753/SP), Blogueiro, Life Coach, Escritor premiado e bacharel em Psicologia. Com mais de 20 mil leitores, Viana é autor do livro O Armário (sobre a homossexualidade), Ursos Perversos (contos homoeróticos), Orgias Literárias da Tribo (coletânea LGBT), Theus: Do fogo à busca de si mesmo (romance homoerótico), entre outros. Leia a sinopse ou compre seus livros somente aqui: fabricioviana.com/livros. Se inscreva no seu Canal No Youtube. Deseja fazer uma sessão de Coach (pessoal ou por vídeoconferência)? Aqui fabricioviana.com/coaching. Para adicionar suas redes sociais (Instagram, Twitter, Youtube, Facebook), aqui fabricioviana.com/redessociais

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3 COMENTÁRIOS

  1. Tb acredito q as novas gerações gays têm desencanado desse estigma de que a passividade é algo inferior, enquanto gerações anteriores mantém essa cultura machista e mesmo sentindo desejo de ser penetrado não se permite. Claro, que cada caso é um caso.

  2. A meu ver, a preferência pelos relacionamentos com penetração vem aos poucos caindo tanto entre gays e, pasmem, até entre héteros, o que poderá por fim aos conceitos de passivo e ativo. Eu, caso fosse homo, optaria por um relacionamento não penetrativo baseado em carícias (nada violento) e sem imitar o modo de reprodução convencional. Respeito as preferências de cada um (acabei de escrever um artigo sobre o sexo anal no blogue da C.P.F.G. http://cpfg.blogspot.com.br/2016/12/o-que-eu-penso-sobre-o-sexo-anal.html ), mas estou compartilhando a minha opinião.

  3. Nossa adorei o texto, será verdade mesmo? Talvez seja verdade. Eu mesmo acho que os ativos estão em falta…É tanto passivo que tá difícil encontrar um que não seja, ou talvez esteja procurando no lugar errado…
    Já lhe conhecia das redes sociais, mas ainda não tinha dado o ar da graça por aqui, o blog XAVERICO me trouxe aqui…
    ABRAÇO

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