Eduardo Lages, o escritor que se movimenta. Um exemplo!

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Escrevo desde 2006, meu primeiro livro, publicado de forma independente e que trata da homossexualidade e os princípios que envolvem a “entrada e saída do armário” hoje é um sucesso. Mas ele não seria, nem meus outros livros (inclusive premiados) se eu tivesse escrito e ficasse de “braços cruzados” como a maioria dos meus amigos autores.

É verdade. Estamos na era digital. A era do compartilhamento e das redes sociais. Um escritor que não se movimento, que não sai do seu lugar comum, dificilmente será lido. A, tá, mas grandes escritores nada fazem, apenas aguardam a editora fazer todo o trabalho de marketing. Sim, é verdade. Mas, para toda arte, não são todos os felizardos que tem seu trabalho reconhecido e investido por grandes produtores. Os casos de sucesso são raros e, se você ama escrever como eu, Eduardo Lages e tantos outros, tem que fazer por onde.

Sim, o Eduardo Lages é um dos vários exemplos que sempre vou citar. O cara largou o trabalho de designer e, quase todos os dias, vai até a Avenida Paulista, monta sua barraca e vende seus próprios livros. Incrível, não? E, entre várias entrevistas que li dele, funciona! Ele está fazendo seu próprio salário. Tanto que ele já esta com dois livros e escrevendo mais um.

Isso prova, por A + B, que, quem ama escrever realmente precisa correr atrás de sua arte literária. Eu mesmo só fui em vários programas de TV, dei entrevistas, etc graças a esta minha militância e persistência. Não recebi prêmios por acaso. Não sou reconhecido por acaso. Não sou amado (e raramente odiado) por acaso. Tem todo um trabalho que vai muito além do escrever. E é isso que muitos autores precisam entender. Sair da sua zona de conforto e se movimentar. Partir para a ação. Tanto que é meu objetivo, em breve, ensinar várias técnicas para novos autores (caso queira, cadastre-se em minha newsletter)

Que Eduardo Lages, e tantos outros, vislumbre seu sucesso. Que alcance cada vez mais leitores e conquiste cada vez mais seu público leitor. Eu o admiro. Eu faço coisas parecidas. E fico triste porque muitos autores, apenas reclamam da vida e da não venda dos seus livros e nada, absolutamente nada, fazem para melhorar essa condição.

Espero que tenham gostado deste exemplo. Logo mais, posto outros. Temos muitos. Felizmente. Um grade abraço do escritor careca e barbudo. E, um especial pro Eduardo, que pode ser encontrado neste link.